5.12.2015

Fui concorrente do Ídolos e com muito gosto!

Estava eu, um dia destes, a trabalhar à noite e distraída destas lides blogueiras, quando, na pausa para jantar, vejo o que a minha partenér (dito assim mesmo) preparou para me humilhar um bocadinho, aqui

Além de expor os meus dotes musicais incontestáveis (a sério que eu cheguei tão longe no Ídolos?!)...


ainda me criou uma página no FB de "artista" (a sério que fizeram like?). Obrigada! (foi a gozar, não foi, sacaninhas?)

Muito se falou do macacão, dos ténis, do top laranja, do colar à beta. Eu cá gosto. Hahaha não gosto, não. Mas na altura pareceu-me lindamente (foi a produção que escolheu e achei irreverente). Mecónio, Joana? (morri a rir).

Sim, fui concorrente do Ídolos e com muito gosto. Em 2004, tinha eu 17 aninhos, aquilo foi uma experiência inesquecível. No primeiro casting estava borrada de medo. E nos outros também, quem é que eu quero enganar? Sempre gostei de cantar, mas se há coisa que me deixa nervosa e insegura é cantar para muita gente, daí nunca ter investido nisto. E por saber que não tinha talento suficiente também. Andei três anos na música e mal sei ler uma pauta, andei a aprender guitarra anos a fio e não toco nada de jeito, andei em coros e às vezes consigo cantar pior que a Ricardina, ou lá como se chamava a concorrente da Casa dos Segredos.

Mas estilo, lá isso ninguém pode negar.




Claro que escarrapachei aqui estas fotos só para contemplarem esta barriguinha formidável de alguém na flor da idade. Mas e o que dizer de próxima foto? Até vou aumentá-la bem.

Que pose foi esta, senhores? Mas eu achava que estava na ginástica ou a fazer alongamentos? Pelo-amor-de-Deus. E aquele colar? Outra vez?!!!

Pronto, já passou. Foi uma experiência do caraças, fiz lá uma amiga para a vida (Millia, estás aí?), pude ver como funciona um programa destes por dentro, cantei, chorei, pus a família toda em peso a gastar dinheiro em chamadas e ficaram óptimas memórias.

Sete anos depois, reencontrei a Sílvia Alberto no 5 para a Meia-Noite e fizemos esta inception

Tinha tanto para vos contar desta minha extensíssima e reconhecida carreira de artista, mas acho que a posso resumir nesta foto:


Aquela sou eu nos Onda Choc, na Expo 98. Qual delas? Isso agora... O que é que acontece às pessoas mais altas? Pois...

Arranjei uma solução para o calor!

Ter uma filha. 

Nunca antes gostei tanto do calor. A sério. Nem o sinto, assim. Estou só toda babada a olhar para ela a divertir-se, a ser saudável, a brincar e nem dou pela temperatura ou se alguém me está a cuspir na testa. 

Ontem fomos à casa da minha mãe e estendemos a manta na relva. Brincámos com o cão Portas (não é nosso, nunca daria esse nome a um cão, os nomes dos meus gatos fazem muito mais sentido: Bubbles e Noddy), molhou os pezinhos e o macacão. O que vale é que a avó Sílvia tinha lá um vestido novo para lhe dar, pronto. 

Quero muito ter uma casa assim para ela crescer. Não tendo, pronto. Vamos a jardins públicos, quiçá um dia até à Piscina Oceânica passar um dia e à casa da Avó Sílvia e do Avôdrasto João.

Deu para matar saudades do Tio Pedro (meu irmão com quem tenho uma relação amor-amor enorme) e também fiquei a conhecer o raio da boneca Kika que é do Benfica. WTF?

São estes dias. São estes dias que nos fazem cometer a loucura de pensar que gostaríamos de parir mais uns 30. 











A mãe desbronca-se (#10) - Que carrinho?

Já conhecem a nossa rubrica "a Mãe desbronca-se", não já? Então por que não colocam por lá as vossas questões fofinhas em vez de nos encherem a caixa de email? Hehe
A Sara (e não digo o apelido para não ficar muito envergonhada, fica descansada Sara Branco) fez-nos a pergunta (apesar de ter sido por email!!!), mas eu respondo, porque sou super compreensiva. E querida. Só que aviso já que sou um bocado suspeita. Ofereceram-me este, adoçaram-me a boca, mas a verdade é que não quero outra coisinha. 






É super leve, anda lindamente na calçada, é prático, cabe na bagageira e, mais importante de tudo, é 100% reciclado (tive de ir ver às minhas cábulas: com 5,6 kg de plástico reciclado fazem o chassis e o assento é feito de 62 garrafas PET.).

Se não tivesse gostado, podem crer que não ia estar aqui a elogiá-lo. É como aquela prenda horrível que nos oferecem no Natal e que só desejamos que venha com talão de oferta. Agradecemos, esboçamos um sorrisinho (pela simpatia e pela intenção, que era a melhor), mas não vamos ser hipócritas e desfazer-nos em elogios, dizer que era mesmo o que queríamos e postar fotos no Facebook com a legenda "melhor era impossível". Não ganho absolutamente nada por estar a escrever este post, fiquei mesmo contente com o dito cujo e, caso não conheçam bem esta marca, a Greentom, sinto que estou a fazer quase serviço público.

A Isabel tem ido sempre virada para a frente, a ver a paisagem, para se desenjoar da cara da mãe dela, mas o carro é reversível e os vossos filhos podem levar convosco o passeio todo e vocês aproveitam para não desgrudarem nem um bocadinho das gracinhas deles.

E agora a parte fútil da coisa: tem cores tão, mas tão giras à escolha. Claro que o verde menta tinha de ser a minha escolha (mais que óbvia). Só se houvesse salmão é que a coisa se tinha complicado.