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11.12.2019

Usar aparelho com 5 anos - porquê?

Há cerca de 3 semanas, a Isabel começou a usar aparelho. Eram notórias, cá em casa e até junto da pediatra, não só a forma mais "ciciosa" de falar (os ésses mais carregados), assim como a forma como punha os dentes de cima em cima do lábio de baixo. Por isso, depois de duas consultas na odontopediatra, raio x e avaliação, decidimos avançar com um aparelho miofuncional. Além disto, iremos pedir avaliação de um otorrino e queremos também ter consulta num terapeuta da fala (deverá precisar de fazer terapia miofuncional), de forma paralela.

Mas que tipo de aparelho é este? 
Com dentes de leite, vale a pena? 
Não é muito nova? 

Condensei algumas das vossas perguntas no instagram (que eram também as minhas antes de iniciar este processo) e resolvi, com a ajuda da odontopediatra da Isabel, a Dra. Beatriz Jordão, Directora Clínica da Clínica Dentária do Lumiar e a maior com crianças, responder às vossas dúvidas.

[as miúdas adoram lá ir, tem um jeito muito especial para falar - e brincar - com elas, além da sala ser completamente desenhada para os receber - desde músicas da Disney, a tablet, a phones, para que não ouçam barulhos mais chatos em algum procedimento, cadeira adaptada, brinquedos... etc etc].



Vamos a isto.

O que são, como funcionam e para que servem estes aparelhos? 

São aparelhos para corrigir os maus hábitos miofuncionais (hábitos dos músculos à volta da boca, da língua, da mastigação e da respiração). Corrigem a forma da boca e melhoram o alinhamento dos dentes, através da posição correta da língua e dos lábios. A chave para este tipo de tratamento é corrigir a posição e função da língua, treinar os músculos da cara para que não façam forças contrárias aquelas necessárias para o desenvolvimento dos ossos dos maxilares. Os aparelhos são desenhados de forma a que a língua tenha um sítio específico para se posicionar, ficando na posição correta na maxila, a musculatura oral seja estimulada ou descontraída para que o crescimento ósseo dos maxilares possa acontecer.

Porquê nos dentes de leite, porquê usar tão cedo? 
São utilizados maioritariamente em crianças com dentes de leite ou dentição mista (quando ainda estão a trocar os dentes) porque funcionam através do crescimento facial, potenciando-o. Até por volta dos 8 anos temos ainda um grande crescimento facial nas crianças. Estes aparelhos guiam esse crescimento de forma a prepararem a os maxilares (língua, músculos, etc) dos mais pequenos para receber os dentes definitivos da melhor forma e evitar tratamentos mais complexos no futuro.

Sempre ouvir dizer que aparelho só em dentes definitivos… podia explicar melhor? 

Estes aparelhos miofuncionais não são aparelhos para os dentes, são aparelhos para “a cara no geral”. São aparelhos para a língua, para os músculos, para os lábios, para os ossos e acima de tudo para alterar hábitos. Hábitos que nem sempre são conscientes (como o da Isabel – por oposição a hábitos tipo chupeta e assim) e nestes principalmente precisamos deste tipo de dispositivos para nos ajudar a eliminá-los. Ainda assim… aparelho só em dentes definitivos = mito 

Exemplos práticos de necessidade
- O caso da Isabel que “morde” o lábio de baixo com os dentes de cima projectando-os para a frente
- Crianças que dormem de boca aberta: como a boca está aberta, a língua fica numa posição incorreta e empurra os dentes e faz um arco na forma da boca
- Mastigar sempre para o mesmo lado e/ou demorar muito tempo a comer ou não gostar de coisas duras - pode ser sinal de necessidade de aparelho porque os dentes “não encaixam bem” e por isso demoram mais tempo a exercer a sua função (mastigar) ou fazem-no sempre melhor de um lado.

Qual a duração e o preço do tratamento? 

A duração depende muito do problema e também da colaboração do paciente, porque a maioria destes aparelhos são removíveis e se não são colocados na boca não funcionam.

Também existem opções fixas (não para o caso da Isabel) e com essas o tempo de tratamento pode ser muito mais curto (3 a 6 meses em média). Mas cada caso é um caso e tem de ser feito um estudo individual para cada um.

A Isabel não é muito nova para usar aparelho? Afinal os dentinhos dela ainda vão cair…

Estes aparelhos podem ser usados a partir dos 3 anos, a Isabel já tem 5. Até a Luísa já poderia usar se precisasse (não precisa, felizmente!). Os dentes ainda vão cair sim, mas não estamos a tratar os dentes que estão neste momento na boca dela, estamos a preparar a chegada dos próximos! Se não atuarmos, já a probabilidade dos definitivos nascerem e ficarem inclinados é grande, com este aparelho estamos a diminuir um pouco essas probabilidades.

A minha filha de 5 anos usa há 2 semanas para correção da mordida cruzada, será o mesmo?

Talvez sim, mas existem muitos tipos de aparelhos miofuncionais. Para a mordida cruzada até é bastante comum usarem-se soluções fixas. Faz com que endireite os dentes? Sim, pode fazer. No caso da Isabel não é esse o objectivo para já, o objectivo é que os definitivos não tenham o mesmo problema. Os dentes da Isabel neste momento são de leite, no entanto mesmo os de leite podem endireitar quando bem usado o aparelho.

Quando usa?

Idealmente 1h por dia em casa e durante toda a noite.

Qual é o problema da Isabel?

Classe II divisão 1 com hábito sucção não nutritiva do lábio inferior.

Também dá para quem chucha no dedo? O meu filho tem 5 anos… 

Os hábitos de chuchar no dedo, ou noutra coisa qualquer, depois dos 3 anos deixam conformações maxilares anormais, normalmente chamada mordida aberta. Estas alterações devem ser corrigidas o mais rápido possível, para tentar reverte-las ou melhorar a forma para os dentes definitivos. Dedos e chuchas têm uma componente psicológica associada e o aparelho não substitui isso, obviamente.




A Isabel recebeu muito bem esta notícia. Não vos vou dizer que não lhe custa nada (nos primeiros dias, dizia que lhe doía um bocadinho, além de não saber bem o que fazer a tanta saliva) e não é fácil fazer com que o aparelho aguente na boca dela a noite toda. Já cheguei a acordar para procurar o aparelho e lhe colocar a meio da noite. E já houve noites em que deve ter estado, no máximo, umas 4 horas com aparelho. Mas noto que, com o tempo, ela se foi habituando bastante à ideia, que já se preocupa em pôr o aparelho mal lava os dentes; brinca um bocadinho ou lê as histórias já de aparelho; já faz parte da rotina dela. Acho que mais duas semanas e já está tudo mecanizado. Acreditam que fiquei a admirá-la ainda mais depois de ver a forma determinada e resiliente como encarou isto? Mega orgulhosa.

Se tiverem mais dúvidas e quiserem partilhar, comentem, que tentaremos responder, sim?

Obrigada à Dra Beatriz por nos receber sempre tão bem. Há pessoas mesmo talhadas para a profissão que têm.




10.29.2019

Temos uma grande novidade!

Há uns anos a minha vida não passava, nem um milímetro, perto disto. E, agora, poucas coisas me deixariam mais realizada do que este projecto: um diário, onde escrevemos livremente sobre tudo o que queremos, um blogue que se transformou também numa plataforma de partilha entre todos e até de ajuda, num podcast e num canal de Youtube. Somos tão felizes a fazer o que fazemos, palavra!

E uma das grandes novidades que andámos a preparar para fechar este ano em grande e que vos queríamos contar - sabemos que vão ficar felizes por nós - é (rufam os tambores):

- deixámos o nosso carimbo nos nossos
brinquedos favoritos da Science4you





É mesmo verdade - podem beliscar-me? - somos as embaixadoras das estufas de morangos, melancias e meloas, um brinquedo que os põe a semear, a mexer na terra, a ir todos os dias espreitar se já nasceram e que, no final - depois de aprenderem a esperar e a serem pacientes - irão colher e comer! Sim, porque os morangos não vêm do supermercado ;) Além de que, depois, podem aprender a fazer gelados, iogurtes, batidos e até a usar a ciência para inúmeras brincadeiras didáticas. Gostamos tanto disto!





A Mãe É Que Sabe que estes brinquedos vão plantar muitos sorrisos e, por isso, são uma excelente opção para presente neste Natal. 

E mais uma novidade: podem usar o código "amaeequesabe" para terem 10% de desconto, não só nas estufas e frutas mas em TODOS os brinquedos da Science4you.



Se já tínhamos orgulho de ter uma marca portuguesa de brinquedos com tanto sucesso até lá fora, imaginem agora que somos parceiros! Yeah!






7.21.2019

A sentir-me a Oprah!!!

Estou doida com isto. A irmã da vencedora do nosso “A Mãe é que sabe ajudar” já tem instaladas, na sua cozinha, a placa de indução e a máquina de lavar roupa da AEG que lhes oferecemos! Senti-me automaticamente a Oprah, com menos uns mil zeros na conta, mas com uma sensação quentinha no peito por termos ajudado alguém com dois electrodomésticos fantásticos, que lhe vão facilitar a vidinha. Obrigada AEG por se terem associado a nós nesta missão!

Então... a Joana Gama já foi a casa da irmã da Paula, que tem uma filhota de um aninho, ver se estava tudo instalado em condições (ela é especialista em muita coisa) e se a Lúcia estava contente. Estava muito!

Se há coisa boa neste movimento que quisemos criar, de entreajuda, é sentir que as mães estão de olho nas outras mães, que estamos mais unidas do que nunca e que estamos lá para o que precisarem. Uma sopa. Um tempo com o bebé para tomarem banho de porta fechada (Spa!). E, neste caso, uma placa toda XPTO e uma máquina de lavar roupa.

Ora bem, vamos por partes:

A Placa de Indução AEG Maxisense com Função Ponte que, só por curiosidade - é a que esta na casa da Cristina (sim, sim a Tininha, a Cristina Ferreira, a Senhora Televisão). É uma placa incrível, tem a tecnologia culinária mais avançada para gerar calor de forma mais eficiente e este modelo tem duas particularidades - vejam-me isto (!!!):


  •  ajusta-se ao tamanho e forma dos tachos e panelas, ou seja, a placa ajusta a dimensão de aquecimento de acordo com a panela
  •  tem uma “função Ponte”, que mais não é a que a opção de converter duas zonas de aquecimento numa só, maior, que dá para um grelhador ou para recipientes maiores!
E tem ainda outras vantagens:
- Aquece mais rápido do que qualquer outro tipo de placa
- O calor é gerado diretamente na base do recipiente
- O resto da superfície da placa permanece fria ao toque, sendo mais seguro
- São muito fáceis de usar e manter – podemos limpar imediatamente um derrame acidental na sua superfície (eu sou óptima nisto do entornanço) - basta usar um simples pano húmido e fica sempre impecável.




Já a máquina de lavar roupa da série 7000 AEG com a tecnologia ProSteam usa vapor no final dos ciclos para reduzir os vincos. Todas queremos isto, certo? Passar menos a ferro, please! O sonho de qualquer mãe!

Além das peças ficarem mais suaves também elimina odores, como os das roupas da estação anterior [já mudaram os armários, com este julho-outono? Eu ainda não...]


Já conheciam estes electrodomésticos? Quem sabe não são vocês as selecionadas para o próximo A Mãe é que Sabe Ajudar! De que electrodoméstico mais precisam?

6.19.2019

Primeira vez de férias no Algarve com os avós – suspiro!

Esta semana vai de férias com os avós. Vão as duas. As quatro. Primeiro ano que vai rumo ao Algarve com as primas e o meu orgulho é proporcional à minha pieguice. Nunca estivemos tanto tempo separadas.


A primeira vez que nos separámos, a Luísa ficou com o pai, fui eu com um amigo até ao Porto dois dias. Depois, meses mais tarde, fomos os dois até Madrid. Seguiram-se as Maldivas, na lua-de-mel; pouco depois São Tomé e Príncipe. Podia dizer-se que já tenho mestrado em ir de férias sem as minhas filhas, mas a verdade é que foi sempre diferente. Era eu que ia. Elas ficavam cá em casa, continuavam com as rotinas e, parecendo que não, isso dava-me algum conforto. E foi sempre menos tempo do que desta vez, que vão ser quase duas semanas.

Acho sinceramente que ela está preparada, eu nem por isso. Mas não quero que seja a minha pieguice a limitar os horizontes delas, a rede de segurança e de afectos. Quero que contem com os avós para tudo, que lhes conheçam bem as expressões, o colo e até que se lambuzem de gelados todos os dias. Que dêem a mão, as duas, que brinquem muito na areia com os primos e que mergulhem na piscina. Vai ser a terceira vez da Isabel, que começou precisamente a ir rumo a Cabanas de Tavira com os avós precisamente com 3 anos. Já sente borboletas na barriga. Espero que a Luísa queira repetir este ritual todos anos, com os meus sogros e as primas. Eles são uns avós de coragem, por irem com as quatro! Confiamos muito neles. E só lhes temos a agradecer. Que elas sintam essa confiança sempre também. Que venham cheias de histórias para contar e memórias.


As malas estão feitas e desta vez não exagerei. Levam apenas uns sapatos, muitos vestidos, calções e t-shirts e um casaquinho para os dias mais frios. E um corta-vento, que este junho anda assim meio maluco. Levam também o spray de Garnier Ambre Solaire, testado sob controlo pediátrico e que tem, assim como toda a gama Ambre Solaire, 100% filtros orgânicos que respeitam o ecossistema marinho. Gostamos em formato spray, facilita imenso, e sempre, claro, com protecção muito alta contra os raios UVA e UVB. Apesar deste ser o nosso eleito e o que levámos para Porto Santo na semana passada, quando formos de férias em julho quero experimentar a Bruma anti-areia, que me parece incrível. Já experimentaram?


Esta noite vou dormir agarradinha a elas, sabem a sensação? Ainda não foram e eu já estou cheia de saudades. Conseguem ou conseguiriam, se pudessem, deixá-los ir?


*Post escrito em parceria com a marca

12.03.2018

As minhas estrias, as minhas cicatrizes, a minha história.

Tinha 14 anos quando reparei que tinha estrias. Nos joelhos. Nos joelhos? Como? Andava toda contente porque as minhas colegas já tinham ou no rabo e nas ancas e eu nem vê-las e afinal… ali estavam elas, num sítio tão improvável. Depois delas, veio a celulite (e eu a pensar que escaparia). E novas estrias, desta vez nas mamas. Nem imaginam a injustiça que eu senti ao ver aqueles rasgões nas minhas maminhas. Sim, maminhas, tão pequeninas e com estrias, como se tivessem crescido tanto que a pele se vira obrigada a ceder. Só voltariam a crescer na gravidez.

A minha sorte, dentro do azar, era que, depois do choque, depois do tom rosa avermelhado, ficavam brancas e fininhas, ou pelo menos era o que me parecia. E eu encolhia os ombros, desvalorizava, e seguia com a minha vida. Contentava-me saber que não estava sozinha. E que pessoas que eu considerava lindíssimas, como a minha mãe, também as tinham e que não era por isso que deixavam de ser mulherões. 

Até chegar aos vinte e seis, engordei e emagreci e engordei e fiz dieta e ganhei estrias nas pernas, na zona interior, compridas. Ia pondo para trás das costas. Mas quando engravidei, comecei a olhar mais para o meu corpo, capaz de gerar vida e de me fazer a pessoa mais feliz do mundo, e tive vontade de cuidar melhor dele. Cremes nas zonas mais propícias a novas estrias (e uma grande dose de sorte, hidratação e genética?) fizeram com que, desta vez, nem uma ficasse para contar a história. Ou então nem reparei. 


Segunda gravidez e uma operação de urgência, logo após o parto, fez com que ficasse com uma grande cicatriz. Inesperada. A minha primeira, “à séria”, que me faria lembrar, para sempre, do maior susto da minha vida – uma atonia uterina que só parou depois de 6 horas de muitas tentativas, transfusões sanguíneas e medo. Está cá para que nunca me esqueça de que sobrevivi e vivi, após tudo o que me aconteceu, com ainda mais vontade, força e amor. Não gostei dela sempre. Sentia que algo tinha falhado. Tinha estado a um passo de ter o parto dos meus sonhos, pouco instrumentalizado, em que puxei a minha filha para o meu colo e, sem pontos, ia ter uma recuperação muito fácil, para poder dar atenção às duas filhas. Aquela cicatriz significava dores, dificuldade em levantar-me e levava-me àquele hospital e àquela sensação de impotência. Achava-a feia. A enfermeira do centro de saúde recomendou-me que espalhasse e massajasse com Bio-Oil e, com o tempo (terão sido meses?), aquele vermelho foi começando a perder a nitidez. Ainda cá está. Acho-a bonita. Relata uma história com final feliz.


Bio-Oil faz parte dos meus dias, desde então. Daí que o desafio em falar deste óleo, que marcou uma das fases mais duras (mas também mais mágica) da minha vida, seja tão especial. E não é por acaso que é o produto mais usado em estrias e cicatrizes em todo o mundo: é porque resulta. Não apaga nada, mas disfarça. Além de hidratar profundamente, reduz a aparência das estrias, cicatrizes, manchas e também do envelhecimento da pele. Também já experimentei na cara (duas gotinhas, não mais) e, ao contrário do meu receio (mito a abater), a pele não fica nada oleosa – pelos vistos, o PurCellin Oil deixa a fórmula mais leve, não fica gordurosa e a pele absorve-a de forma rápida. 


E vocês, que histórias contam? Sofreram ou sofrem ainda muito com marcas e estrias?
Já se aperceberam de que somos muitas?


*post escrito em parceria com a Bio-Oil

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11.29.2018

Este livro é mesmo delicioso!

Foi a primeira coisa que comprei quando soube que estava grávida. Pronto, a segunda.
A primeira foi um babygrow mínimo, para anunciar ao David que ele ia ser pai. E para anunciar a toda a família.
A segunda foi um livro. Estava decidida. A minha filha iria ter uma biblioteca repleta de histórias, de cores, de sonhos. Podia nem vir a ter mais brinquedo nenhum. Mas livros teriam de fazer parte da nossa rotina.
Comprei-lhe um livro a cada mês da minha gravidez. Escrevia-lhe cartões a acompanhar os livros, para que, mais tarde, soubesse todo o amor que havia nas palavras e no coração. Comovia-me. Comecei a ler-lhe histórias com dois meses. Antes de dormir, íamos para o cadeirão, e contava-lhe uma história. Durante algum tempo, a mesma. Ainda nem falava e já fazia gestos, já conhecia a história de trás para a frente. E esta paixão por livros vem dali. Não há um único dia que não contemos uma história: eu, o pai ou quem ficar com elas. É dos momentos mais ternos do dia.

Os livros são as coisas mais valiosas cá por casa. A Isabel nunca estragou nenhum. Já a Luísa… bem, uns quantos já estão colados a fita-cola. No entanto, continuamos a deixá-la explorá-los, não nos faz sentido de outra forma.




O último a vir cá para casa é uma pequena maravilha: O Narciso com pelos no Nariz”, que ganhou o último Prémio de Literatura Infantil do Pingo Doce (podem encontrá-lo por lá a, apenas, 3,99€!!!). Isto é serviço público, acreditem. A história é tão bonita, de uma relação entre dois irmãos, tão cheia de suspense e de sentimentos lindos, de rasgos de humor e de descobertas, que vale mesmo a pena. Então agora que a Isabel nos revelou que tinha um namorado, que se chamava João, e que ele brincava muito com o Rock, foi um tiro mesmo certeiro. [Sim, ainda estou em choque! Ahah! Apesar de não ter dado muita importância porque são mesmo pequeninos, são amigos e pronto]. A Rita tem nove anos e quer desvendar um mistério: o irmão mais velho, o Filipe, não anda bem e ela acha que é culpa da magia negra. Poesia, violência na escola, coragem e amizade: há de tudo naquelas páginas. Até paixão. E mais não digo. Leiam (e leiam-lhes, porque, mesmo que os vossos filhotes não entendam tudo, alguma coisa fica, mais não seja o momento que estão a ter convosco).



A Andreia Penso Pereira e a Ana Granado (que, por acaso, é filha do meu professor preferido da faculdade, o António Granado) estão mesmo de parabéns pelo texto e pelas ilustrações, respetivamente. Sem querer desprezar todos os vencedores das edições anteriores (que temos cá por casa, óbvio, e de que gostamos muito, principalmente do Orlando – o Caracol Apaixonado), este é mesmo fantástico! [Já agora, também podem seguir a Ana Granado no instagram, no “Diário de uma Mãe Ilustradora”, que eu já sigo há que tempos e é demais!]



Este prémio é uma iniciativa de louvar, que revela verdadeiros talentos, e que, a um preço muito simpático, torna os livros acessíveis a muitas famílias e, assim, promove o gosto pela leitura dos mais novos.







Acho uma ótima prenda de Natal: um livro é sempre uma ótima prenda.

Boas leituras!

  

[Como é um tema muito pedido, um dia destes fazemos o nosso TOP de livros cá de casa, prometo!]
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10.21.2018

Estou maravilhada com isto!



Estou com muito menos pêlos. Podia ser da idade, mas calma, ainda “só” tenho 32. É mesmo da ajuda da Lumea Prestige, da Philips, a máquina de luz pulsada que tenho vindo a usar em casa, quando me dá mais jeito, de forma bastante rápida e intuitiva. E atenção que eu não adoro máquinas e sou um bocado info-excluída, ou só preguiçosa, mas com esta não me sinto nada burra. O manual também explica bem, assim como a aplicação para o telemóvel, a APP Lumea, que serve ainda de calendário e envia-nos notificações (falhei a uma, mas era o meu dia do casamento, estou perdoada? Fiz no dia seguinte).

Estou a gostar muito. Só não adoro fazer na parte de trás das pernas sozinha, mas faz-se; de resto, trato eu do assunto sem lamúrias. Faço nas pernas inteiras, nas axilas (é tão rápido!) e no buço - neste caso com outro instrumento que se adapta à máquina [já vem na caixa]. Ainda não comecei a fazer nas virilhas e vai ter de ficar mais para o fim do ano, quando me livrar de um problemita que estou a ter [nada grave, don’t worry; a ser seguida no ginecologista]. Mas estou deserta! É onde gosto menos de fazer a depilação, sofro imenso e fica tudo num estado lastimável, seja com cera, com creme, com lâmina... quero muito começar a ver-me livre desta chatice.



Algumas de vocês levantaram algumas questões no primeiro post e eu juntei mais algumas que me surgiram, que podem bem ser as vossas também. Se tiverem mais, mandem vir.

Pode ser usado a amamentar?
Não, nem grávida nem a amamentar de deve usar métodos para tirar pelos com luz. Nunca foi testado, por isso, mais vale não arriscar. Eu esperei pelo desmame da Luísa.

Pode ser usado por homens?
Este Philips Lumea Prestige pode ser utilizado por homens. Contudo, não existem estudos de eficácia em homens, os estudos foram feitos apenas em mulheres. Deixa lá ver se o David quer ser minha cobaia e depois dou notícias :)

É definitivo?
Nada é definitivo quando se fala em depilação, pelo queo dermatologista  me explicou e algumas esteticistas. O que este aparelho, Lumea, promete é uma depilação duradoura, sem pêlos até 8 semanas. Noto que reduziu bastante os meus pêlos e os que cá estão demoram muito mais a nascer. E ainda não acabei os tratamentos sequer.

O preço compensa?
Tive a sorte de ser desafiada a experimentar e a não ter investido, sim. Sortuda, mesmo. É um grande investimento, de uma vez só, sem dúvida. Acredito que não seja para todos os bolsos, sou realistas. Mas, para quem possa, é um bom investimento. E não sou só eu que o digo, tive gente a comentar o último post que já fez e/ou que também está a fazer e está a gostar muito dos resultados. Experimentando somar o dinheiro que se gasta em depilação a cera; ou o que se gastaria em gabinetes de estética, as deslocações, o tempo perdido, para mim, compensaria. Compensa, para a minha cabeça, só depender de mim para fazer a depilação; compensa não doer nada; compensa sentir a pele mais macia, sem borbulhas, e sentir-me mais bonita. E depois só ir fazendo a manutenção, de dois em dois meses? Perfeito. Mas é a algo a ser bem avaliado, caso a caso, e depois de medir bem os prós e os contras.

Dará para o meu tipo de pele e pêlo?
A máquina dá para pêlos louros escuros, castanhos e pretos e também a vários tons de pele, desde muito branco a castanho escuro (tons de pele muito escuros não têm contraste suficiente entre o pigmento do pelo e o pigmento da pele). Para pêlos brancos/grisalhos, louros claros ou ruivos também não dá.

Dói muito?
Não é suposto doer, tal como vos expliquei aqui. Dá uma impressão, sente-se um disparo, uma picadazinha de calor, mas não mais do que isso. Se sentirem dor, têm de baixar logo o nível (eu fiz isso, há cinco níveis e comecei pelo nível 2, até perceber que o 3 era confortável). Não se esqueçam que a máquina tem um sensor smartskin que, à partida, vos diz qual a intensidade indicada!

E mais? Tudo o que queiram saber, estejam à vontade. Menos perguntas do foro ginecológico, vá. 


*Este post foi escrito em parceria com a Philips.


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9.09.2018

Adeus, pêlos! Aleluia!


Depois de ser mãe, tive várias fases: a de ter vontade de me arranjar e de me maquilhar; a de me sentir que tinha outras prioridades; a de lamentar a falta de tempo para mim; a de assumir que a onda de desleixo faz parte; a de me rir pelo estado do meu cabelo oleoso e de mal ter tempo para lavar os dentes; a de dizer “basta”. Houve de tudo. Perante isso, já tapei pelos nas pernas com calças em pleno verão, já cortei as unhas bem rentes por falta de tempo para as arranjar, já prendi o cabelo imensas vezes para disfarçar as raízes (como se…), já rezei para que, numa reunião, a luz vinda da janela não incidisse no meu buço ou de estar sempre a uma distância de segurança para que ninguém reparasse. O que me deixava sempre mais desconfortável eram mesmo os pelos. Parece ridículo, mas um dos meus pesadelos era ter de ir ao hospital de urgência e me verem aqueles pelos todos (ahah). A Isabel já me chegou a dizer: “mãe, pica muito!”, quando estava em cima das minhas pernas. A mais nova, nas suas parcas palavras, também já comentou “pica”, quando lhe dei um beijo. Como assim, pica? 

A verdade é que não tenho tempo para ir frequentemente à esteticista; as lâminas, além de me deixarem os pelos em palha de aço, deixam-me sempre a pele cheia de borbulhas e super irritada e a máquina é um instrumento de tortura. O meu desejo de fazer depilação a luz pulsada foi-se tornando cada vez maior, mas nunca cheguei a avançar não só porque isso implicava também tempo e deslocações, mas também porque amamentava.

Assim que a Philips me desafiou e me deu a oportunidade de fazer a depilação em casa com a Philips Lumea Prestige, depois das miúdas irem dormir ou enquanto estão a brincar, no horário que mais me dá jeito, os meus olhos brilharam. Ainda estou muito no início, mas posso já dizer que é muito mais fácil e rápido do que eu pensava: não demorei nem 15 minutos a fazer as duas meias pernas; a depilação nas axilas então foi rapidíssima; o buço foi num minuto – e é feita com um acessório diferente do resto do corpo. Até já desfiz alguns dos mitos que tinha. Não, não dói – tem um sensor Smartskin que ajuda a encontrar a intensidade ideal para cada tom de pele – e é suposto sentir só umas picadas, como se fosse um disparo de calor.

Ainda para mais, a APP Lumea faz com que nunca me esqueça de fazer a depilação. Ficamos logo assim com um calendário das sessões o que para a minha cabeça que anda sempre a mil (trabalho, blogue, miúdas, casamento, heeeeelp!) e não sou a rainha da organização, ajuda muito.




Já sonho com o momento em que vou ter uma pele macia e livre de pelos e já não falta tudo. A ideia de depois ter de fazer manutenção de vez em quando deixa-me uma sensação de alívio enorme. Quero mesmo ficar sem essa preocupação e sentir-me sempre bonitona.

Se tiverem interesse, farei um update à medida que for tendo resultados e respondo às dúvidas que possam ter – se não souber pergunto a quem sabe. Comentem à vontade!



*Este post foi escrito em parceria com a Philips.


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