4.01.2015

A mãe dá (#15) - Vencedor

Temos as melhores leitoras do mundo! O Fernando Mendes que se cuide, que as belas das alheiras de Mirandela e os ovos moles de Aveiro qualquer dia vêm todos parar é cá a casa!

A Estefânia, que nos segue de terras de sua Majestade, enviou-nos uns produtos maravilhosos da Sweet Blossom Natura e agora uma leitora vai poder fingir por uns minutos que está num Spa.




Queremos que andem cheirosinhas e que finjam por uns minutos que isto da maternidade é uma calmaria. Quanto não faz um bom banho por nós, não é mães?


 A vencedora é...
Dina Escaleira Fernandes!

Parabéns! A Sweet Blossom Natura vai entrar em contacto consigo para fazer um kit personalizado com os seus cheirinhos preferidos e de acordo com o seu tipo de pele.

8h30 e já estávamos na praia.

Como sabem (presumo eu que sigam muito aquilo que eu escrevo e não abram os meus posts só por engano a pensar que são da outra Joana) estou em casa com a minha filha até Outubro deste ano. E uma das coisas que me passa todos os dias pela cabeça é aproveitar este ano ao máximo. Já começo a ficar com saudades e a sofrer por antecipação - acho que me vai custar muito mais agora voltar a trabalhar do que quando ela tinha 6 meses. A única vantagem de sofrer por antecipação é a de ter consciência que o tempo escasseia. Que ela nunca mais voltará a ter 1 ano e 15 dias. Que, provavelmente, nunca mais terá a mãe tão disponível para ela a não ser quando se reformar (e aí não quer a mãe por perto) ou quando a mãe for despedida. 

Todos os dias penso que tenho de aproveitar. Que tenho de sair. Que ela não pode estar em casa sempre a babar o mesmo pedaço de chão. Nem sempre dá por causa dos sonos, das birras, dos almoços, mas sempre que dá, vai-se (às vezes não me apetece despir o pijama, confesso). 

Hoje fomos à praia. E tenho a certeza que não fui a única a gostar. Gostámos os três. 


Ela adorou arrastar-se pela areia. Não teve medo nenhum, ao contrário de quando a lá levei aos 7 meses. Claro que ficou um autêntico panado, mas do que se está à espera?

Depois mostro as fotografias que tirei com as minhas máquinas lomo, tenho de ir revelar! Estou cheia de piquinhos para ir, mas agora tenho de ver se a miúda dorme e depois se come e talvez à tarde.  Assim parece que sou daquelas mães que não quero mostrar a cara da minha filha. 











3.31.2015

Comer à grande e à francesa


Cá em casa é assim todos os dias. 
Babete de folhos imaculado, calçada com os seus melhores sapatos, 
a comer sozinha e nem um grão de arroz no chão.





Acham mesmo? Esta cara diz tudo! 
O babete foi só para vos mostrar (sim, porque tenho babetes bonitos só para fazer número na rua e outros à séria para usar em casa) e, escusado será dizer, ficou todo cagado. 

A sopa, não somos assim tão malucos, somos nós que lhe damos. E já é o que é, com VRUUUMS e mãos que passam e esfregam tudo nos olhos e nos cabelos.




A colher, lá a vamos dando para a mão para ela ir fazendo experiências e 
ora come com as mãos, ora manda comida para a cadeira, para o sofá, para o chão. Tem tempo. Temos tempo.


O chão da sala fica assim. 


E ela sabe que sim.

Sacaninha.


Apesar de tudo, vale a pena.
E nem sempre come à grande e à francesa.
Mas damos o nosso melhor para que ela goste do momento das refeições.