5.23.2019

Descobri a solução para mim: acordar às 06h30 da manhã

O dia de hoje correu mesmo, mesmo bem. E eu acho que sei porquê: levantei-me muito mais cedo.


Costumo acordar só quando as miúdas acordam (vantagem de quem não tem horários e cujas filhas ainda não andam na primária) e costumava gostar deste sistema. Elas levantavam-se, vinham para a nossa cama, ficávamos ali na ronha, passávamos pelas brasas. Era bom. 

Mas eu sentia que o dia não rendia. E, se quero continuar a tirar uma hora por dia para fazer desporto - ando a fazer treino com PT duas vezes por semana, Yoga uma e Pilates uma -, continuar a ter a casa mais ou menos organizada, tempo para trabalhar e estar descansada quando as vou buscar e estar presente, acho que é esta a única solução. Hoje fui fazer análises e exames, cheguei a casa, estendi a roupa, arrumei a louça da máquina, fui treinar, fui ao lixo, fiz o jantar, fui aos correios, trabalhei, fui buscá-las, brincámos, banhos, jantar, e ainda tivemos tempo para três histórias antes de dormir. Coisa que, acordado mais tarde, não teria acontecido. Alguma coisa teria ficado por fazer. 

Tenho de me reajustar, agora que sou freelancer. De ganhar mais tempo, de me organizar de outra forma. E eu li há uns tempos que até há grupos de pessoas que partilham esta filosofia de acordar bem cedo: o 5am club. A primeira vez que li 5 da manhã ri-me. Mas a verdade é que quem acorda mais cedo tende a ser mais produtivo, mais proactivo, consciente, além de que, dizem, reduz ansiedade e depressão. Encontrei o texto sobre isto. 

Há todo um ritual matinal que não passa, como devem imaginar, por ir para o instagram mal se acorda. :)  Esta filosofia partiu do Robin Sharma, autor do livro O Monge que vendeu sua Ferrari. A primeira hora do dia deve ser dedicada a exercícios físicos durante 20 minutos (eu encaixaria aqui a saudação ao sol, do yoga), 20 minutos a planear o dia e a definir objectivos e outros 20 a ler ou a estudar algo novo. 20/20/20.

Claro que depois temos de nos deitar mais cedo. Beber muita água. Alimentarmo-nos bem.

Agora que as miúdas já dormem razoavelmente (apesar de ainda acordarem quase todas as noites), até acho "fazível". Ou acho hoje, que estou bem-disposta. Mas se nunca tentar e persistir, como saberei?

E vocês, o que acham disto? Conseguiriam?



Fotografias: The Love Project




5.22.2019

(Quase) TUDO sobre Madalena Abecasis

Não é todos os dias que estas duas moçoilas vão a Cascais. Ainda tivemos esperança que a Tia Lena (@madalena_abecasis no instagram) nos convidasse para almoçar uma lagostinha mas, ao que parece, os seus criados estavam a planear uma refeição apenas para 200 pessoas (todos os primos que ela tem com 88 apelidos) e não a contar connosco.




Há quem diga que os banquetes da série Game of Thrones foram inspiradas nas refeições familiares diárias de Madalena e nós não duvidamos.

Querem saber mais? 

Esta é a primeira parte, vá.






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E se a festa dela fosse diferente?

Eu tento ser descomplicada, palavra. Mas, às vezes, tenho receio de que uma filha sinta que está a ser menos apaparicada e que, mais tarde, se sinta triste com isso. Não faço tudo igual para as duas sempre sempre (até porque elas são diferentes) e até lido bem com isso, só que também não queria exagerar. 

A Luísa não teve festa de anos no ano passado, quando fez dois anos. Fomos para Dublin os quatro e cantámos os parabéns no aeroporto com um queque improvisado pela minha mãe. Sinceramente, zero arrependimento, foi maravilhoso e valeu muito a pena para todos. 

E, este ano, estava a pensar fazer, outra vez, algo diferente. Vou cantar os parabéns e apagar as velas na escola dela, dia 31, coisa que sempre fizemos com a Isabel e que eles adoram. No sábado, vamos com os primos até ao Wildy, em Monsanto. Vai ter música, magia, arborismo, jogos... acho que é uma festa de anos à maneira, não? Nesse dia, temos a primeira comunhão da prima à tarde e no dia seguinte um baptizado, por isso, achei que umas quantas horas passadas ao ar livre, com a irmã e os primos, no meio da natureza e com actividades para eles, seria o programa mais giro que lhe poderíamos dar. Ela adora passear, adora rua, adora campo (ou não tivesse nascido e dado os primeiros passos em Santarém, comido relva e feito sopas de terra), por isso acho que é perfeito. Depois cortamos o bolinho em casa. 

Não é a festa mais “convencional”, mas acho que passa bem e que ela vai ficar feliz, que é no fundo o mais importante. 










Fotografias: The Love Project