5.20.2016

A nova farda da Irene.

A Irene vai para a escola em Setembro, ainda nem me informei se é farda ou não que ela tem de usar. Por um lado, gostaria que sim. Gostei muito de usar farda num dos meus colégios. Por outro lado, perder a piada de a embonecar todos os dias... 

Uma amiga minha tem uma loja online que estreou agora uma linha de criança a KIDER da MOVE • MENT e estou apaixonada pela simplicidade e pelo bom gosto. Tudo bem que gostos não se discutem, mas aquele que eu acho que combina mais com a personalidade da Irene é este mesmo. É palhaça, é mexida, é loud e tem um rabinho de fralda delicioso - tal como a mãe (menos a parte da fralda, para já...).

Adorei o #needanap da tshirt e a saia tipo ténis. Estava descontraída mas a mais gira do parque e estavam lá umas betazorras de fofos mesmo com 19 anos a dar tudo ;)

Querem ver a minha barriguitas? 

A da Irene, claro.. A minha vou poupar-vos a isso. 

Joaninha, adoro as tuas roupas, mesmo. Não é por gostar de ti que a Irene as vai usar imenso, é mesmo porque, se eu fosse empreendedora como tu, se tivesse bom gosto como tu, seria isto que criaria para ela. 










T-shirt e saia - MOVE • MENT

Lua Cheia, parto na certa?

Dia 21 de maio é dia (noite, vá) de Lua cheia (sim, sim, fui consultar o calendário lunar - aqui - que a minha avó diz que é tiro e queda hehe). 

Apesar de não haver estudos nem provas científicas, há médicos que confirmam que as maternidades ficam super lotadas nesses dias. Como é? A mudança da Lua influencia ou não o parto? É mito ou não?

Pelo sim, pelo não, tenho um casamento amanhã e a malunfa da maternidade vai andar sempre comigo, não vá a coisa dar-se. ;)



Daqui a nada tenho que explicar aquilo da cegonha.

Acho que não vou por nenhuma cegonha ao barulho senão a "coisa" fica ainda mais esquisita. Ela poderá imaginar uma cegonha a dar umas bicadas no pipi da mãe e ficar preocupada comigo. Ou pensar que as cegonhas roubam bebés e sempre que vir uma, enrolar-se numa posição fetal. Pior, pensar que se os sacos de plástico estão tão caros, onde é que a cegonha vai desencantar o saco para transportar o bebé de um lado para o outro. E se o bebé fizer cocó no saco no início da viagem? Depois fica lá a banhar-se até chegar à Alfredo da Costa? Meter a cegonha ao barulho é complicar. 

Vou antes pôr um Tucano. Tem mais cor, um hálito menos agressivo por (digo eu) não comer tanto peixe e tem um ar mais simpático.

Ah. Brincadeira. Logo se vê o que lhe digo, aliás, eu já lhe conto a história da mamã e do papá: "a mãe e o pai deram muitos muitos beijinhos e apareceu a Necas na barriga da mãe, a Necas cresceu muito muito muito, a mãe foi para o hospital fazer força, a Necas saiu pelo pipi e foi para a maminha. A mãe teve uma depressão pós parto ou lá o que foi e teve vontade de se atirar de uma pontezinha simpática". 

Ela gosta da história (claro que só vai até à maminha) e acho que assim fica resolvido até ela ter 6 anos. Tenho é medo que ande a dar uns mamos de boca agora aos peluches lá de casa para ver se fica com tartarugas-bebé no estômago ou caranguejos. 

A Irene começou a fazer perguntas. Reparamos sempre que ela é muito curiosa (todas as crianças são, eu sei), mas é um fascínio ver as coisas que ela quer saber, a vontade que tem de aprender. Já fui buscar um manual de contabilidade para ver se aprende ainda algo de jeito para o IRS deste ano. 

Agora aponta para as coisas e diz: "isto chama-se?". Ou: "o que é isto?". 

Ainda fico sempre supreendida. É mais uma forma que ela tem de conversar connosco e, sinceramente, parece-me que já está tudo. Ela é uma companhia fenomenal: opina, observa, pergunta e... faz birras. É uma mulher. ;)

Ah! Hoje de manhã até argumentou! Queria bolachas para o pequeno-almoço e eu disse "não são pequeno-almoço, são snack para comer entre refeições, o pai come pão, a mãe come pão, a necas come pão". Ela responde: "papá come bolacha, mamã come bolacha, bebé come bolacha". Claro que me ri imenso (mas não houve cá bolachas para ninguém muahaha, sou a nazi dos pequenos-almoços). 

Ela já me pergunta coisas. Mais uma milestone. Ansiosa por tangá-la imenso com coisas sem importância e rir-me para dentro com isso.

A pensar se consegue por lá um cão em casa se der um linguadão naquele caniche que está ali a passar.