12.12.2014

Que monstro é este?

Estava tudo tão bem há uma semana, não estava? Dormiam todos muito bem aí em casa (tirando o ressonar do homem, claro), a miúda (ou o miúdo, mas não estou para estar sempre a ressalvar senão o post é só isso) andava a dormir a noite quase toda, fartava-se de brincar durante o dia, quase que não birrava quando era hora da sesta e agora? De repente foi tudo para o galheiro.

O bebé (lembrei-me agora que, se calhar, em vez de dizer "a miúda", posso dizer o bebé, que estúpida) que antes era só sorrisos, que andava a entrar numa nova rotina e super agradável para toda a gente, agora está mais insuportável que nós quando acordamos com uma borbulha super evidente na ponta do nariz e que, disfarçada com base, parece uma verruga.

Que monstro é este? 

O que é que se passa para o bebé parecer que agora odeia viver e que faz cocó só para me obrigar a mexer em merd*? Parece que agora vive para me azucrinar! Não mama, não come, só chora, só geme, não está bem num sítio, não está bem no outro, acorda de hora em hora... 

E se o bebé vira monstro, a mãe vira dois! Não há pior que uma mãe que não tenha conseguido dormir, descansar e tenha que tomar conta de um bebé virado do avesso. As coisas escalam e contagiam-se mutuamente, são dias infernais. São esses dias que fazem com que depois digamos a quem ainda não tem um bebé: "tens tempo, aproveita a vida". Não é justo. 

Se compreendermos os motivos, talvez seja mais fácil não termos ataques de choro a meio do dia ou a meio da noite, com o cansaço.

Como preciso muito de compreender os motivos, porque senão sou aquela que chora muito, descobri esta aplicação: 

Sim, pela screenshot dá para ver que não tenho um iPhone, mas não me excluam da vossas vidas. Já tive, mas fartei-me. A aplicação é a pagar, mas prometo que vale a pena. Se não valer a pena e se decidiram comprá-la mesmo depois de eu explicar aqui o que é... Já foi uma decisão vossa! 



1) Adicionamos o nosso bebé, introduzindo o nome, uma fotografia e a data provável de parto (para fazer contas ao desenvolvimento do cérebro e não aos dias em que o cérebro está cá fora). Podemos adicionar várias crianças, o que dá imenso jeito (imaginem o jeito que dá à Jolie). Neste momento não tenho, porque troquei recentemente de telemóvel, mas tinha as DPP do Lucas (filho da Marta) e da Isabel (filha da Joana) para saber quando andam insuportáveis e evitar estar com eles! Estou só mais ou menos no gozo, ahah!


Aqui estão cronologicamente ordenados os saltos de desenvolvimento dos nossos bebés, com as aptidões que estão a aprender e a assimilar e os "sintomas" da sua aprendizagem ao longo do tempo. É giro ver que cumprem os "requisitos" ou que, não tarda estão a cumpri-los e, por isso, andamos mais atentas. 


O gráfico. Confesso que evito ir muitas vezes ao gráfico porque chego à conclusão que, durante o primeiro ano de vida, são mais os dias "maus" do que bons, mas é normal, certo? Eles estão a crescer, em todos os sentidos. Aquele quadradinho esquisito ali perto das 40 semanas é a fotografia da Irene (do meu marido com ela ao colo). Pus a fotografia em pequenino para não se andaram para aí a babar com o meu marido, suas gulosas. 



Já agora, ponho também a legenda e assim quase que não têm de comprar a aplicação para saberem em que "fase" está o bebé. Assim vêem a que corresponde o salto com as semanas, pesquisam na net e pronto. 

Quem é amiga, quem é? 

É a Rosinha ("a tua amiguinha, vamos dar as mãos e cantar uma canção!"). 





12.11.2014

Vai um mini-break?

Para que não seja bimbo, "mini-break" é o que diz a Teresa Guilherme quando vai para um (literal) pequeno intervalo durante a Casa dos Segredos. Achei por bem explicar, não vá haver gente aqui com mais do que um dedo de testa ;)

Não sei se leram o post em que, basicamente, me chibei toda de que estava louca para engravidar outra vez e que constituirá como motivo para me despedirem de fininho... Está aqui o post, está fofinho. Sim, eu sinto coisas!


Quando é que peço ao marido para me fecundar outra vez? Estou cheia de dúvidas. Quero que a Irene não tenha de ser privada do máximo da minha atenção (e quando digo do máximo, estou a falar a sério) por ter que estar a ser mãe de um recém nascido, mas também não queria que tivesse uma grande diferença de idades do irmão ou irmã. 

Não sei se prefiro "aviar tudo de enfiada" e ter uma lesão cerebral por passar tantos anos seguidos sem dormir tranquila ou se prefiro um "mini-break" e depois voltar a levar tareia no focinho. 

O meu marido já não vai para novo (temos uma diferença de 9 anos e não se ponham com coisas que foi ele que me veio falar de filhos, não fui eu que engravidei para prender o "velhote") e não queria que o meu próximo filho só conhecesse o pai já acamado e com uma algalia. 


E os ciúmes? Eu tenho dois irmãos, um com menos 10 anos que eu e o outro com menos 20! Já nem são bem irmãos, não é? São mais filhos! Eu nunca tive ciúmes dos meus irmãos. Até virou um bocado ao contrário: lembro-me de querer ser a mãe de um dos meus irmãos, queria que ele fosse meu. Sim, digno de terapiazinha. Fui, mas havia tanto para falar que isto de querer ser mãe do irmão acabou por ser esquecido. Era pior se quisesse ser namorada dele, digo eu. Apesar... do rapaz ser bastante atraente, não me escaparia se, bem, não fosse meu irmão. 

Qual é a idade certa para uma menina ter uma irmã ou irmão? A idade em que fica entusiasmada por ter um bebé para ajudar a cuidar e não um pedaço de carne que lhe rouba a mãe?

Sentimos culpa quando temos dois pequeninos por não dividirmos a atenção de forma igual, mesmo que um precise de mais atenção que o outro? Sou muito dada a isso da culpa e também não acho que me fizesse bem à cabeça. 



Queria que a Irene fosse tratada como filha única até deixar de ser. Foi mais ou menos o mesmo comigo, visto que só tive o primeiro irmão aos 10, mas aí o meu marido tem quase 47... E eu terei 38, já vai ser uma gravidez daquelas em que provavelmente me têm de furar a barriga para fazer aquele exame doloroso que tem o nome parecido com uma figura de estilo das aulas de português.

Mães que têm já uma ninhada ou filhas que têm irmãos a dar com pau ou com outra coisa qualquer... Preciso da vossa ajuda, não sei o que fazer, além de que quero botar outro lindo ser neste mundo porque tenho saudades do cheiro daqueles cocós de quem só bebia leitinho. Não estou a gozar. Adorava aquele cheiro a iogurte, mais um assunto para uma terapiazita, eu sei. 



Fotos do site We Heart It


Pilhas para o IPO

Já teve início o 6º Peditório Nacional de Pilhas e Baterias Usadas, promovido pela Ecopilhas, e que visa ajudar o Instituto Português de Oncologia.

Até ao dia 31 de Dezembro será possível doarmos as nossas pilhas e baterias usadas (e que normalmente já reciclávamos, não é?). O resultado desta recolha permitirá realizar a aquisição de dois aparelhos de tratamento para o IPO, à semelhança de edições anteriores. Não percebo nada dos aparelhos, pois não sou médica, mas poderão consultar mais informações aqui e aqui.

Podem depositar as pilhas e baterias nos balcões do Millennium BCP, que mais uma vez se associou a esta causa, ajudando na recolha e na divulgação da campanha. A dar uma mãozinha à divulgação estão também alguns locutores da RFM, por isso se os ouvirem por aí a apregoar qualquer coisa, já sabem do que se trata.

Agora é só ajudar! O que não deve faltar por aí são pilhas, sejam dos maravilhosos intercomunicadores e bombas de leite ou dos brinquedos irritantes... É só escolher e depositar no Pilhão! O IPO agradece.