terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Ai, agora tem é que fazer muito amor para o bebé sair.

É um bom conselho, mas mais para nós, ao que parece. Claro que duas pessoas, dois homens, não são uma amostra suficiente para retirar uma conclusão, mas tive oportunidade de conversar com eles sobre isto e... disseram que a vontade de fazerem amor por essa altura diminui. 

Esperemos que não seja com medo do bebé ficar com a cabeça amolgada (há de certeza homens, mesmo que irracionalmente, pensem assim)... Neste caso era mais por se sentirem "usados". Imaginam isto?

Sendo o sexo uma prescrição com um fim, "ajuda o bebé a nascer", parece que retirará parte do efeito sensual da coisa - o que até dá para compreender. São vistos como uma espécie de ventosa para por o miúdo cá para fora em que o pénis deles - para variar - não é o centro das atenções (calma, Capaz, ahah). 

Não que não seja legítimo. Afinal de contas quem é não se sentiu só um pedaço de donut com uma pessoa à volta quando tentou engravidar? Tirando aquela malta que foi "tiro e melro"? Usar aquelas aplicaçõesn no telemóvel para ver quando é que provavelmente se estaria fértil para coiso e ver o sexo como um meio para atingir um fim e, neste caso, criar uma vida? 

A determinada altura, aí, o sexo também já não se torna muito romântico. Para quem tinha a sorte de já sentir amor em casal antes (ahah). 

Esquecemo-nos que apesar de, por vezes, muitos serem mais rústicos na sua forma de expressar emoções, atrás daquele ar do "não entendo por que é que isto de trocar o pijama é importante" está um "gostaria que, quando fizessemos amor, fosse porque queres e não porque precisas". 

Foi amoroso ouvir.  

Estragaram tudo quando disseram que metade de pica também descia porque, nessa fase, estamos gordalhufas e, por isso, parece que estão a fazer amor com outra pessoa que não foi a que escolheram. Mas vá, depois de 5 minutos a serem vulneráveis, tinham de pontuar com um pedacinho de cretinice. 

Também é compreensível se não formos muito sensíveis relativamente ao assunto. Em 9 meses nós mudamos muito o nosso corpo e, especialmente para quem terá uma relação longa com a parceira, poderá ser esquisito. De outra perspectiva poderá acrescentar alguma variedade, mas até - com esforço e a semicerrar os olhos - dá para perceber. 



No fundo, no fundo, os homens também têm sentimentos. Temos é de saber ler nas entrelinhas. :)

Joana Gama Freire

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Ai... isto das visitas à maternidade pode ser tão chato...


Claro que depende das mães e... dos familiares e amigos. Como é que podemos pensar em tudo isto antes de termos sido mães? Como não ter que aprender com "o primeiro" para não repetir no segundo? Ó minhas amigas, é para isso mesmo que fizemos este vídeo maroto. Para não terem que levar com o cheiro a Marlboro daquele parente que parece patrocinado pela tabaqueira ou para não terem que se sentir mal por negarem que uma tia vossa afastada pegue no miúdo ao colo enquanto ele está a dormir. 

Só queremos facilitar-vos a vida. 





Subscrevam o nosso canal, amigas. Pode ser que o próximo vídeo seja sobre como fazer dinheiro a dormir, enquanto uma cópia de nós vive a nossa vida. Pensem nisso, se não seria um sucesso. Não querem perder um conteúdozinho como esses, pois não? Nãaaao, claro. Subscrevam :) 

Entretanto, alguma coisa da qual nos tenhamos esquecido? E de que grupo fazem vocês parte? Do grupo do "venham, malta, que sempre não me sujam a casa depois" ou... "vá, o bebé, se tudo correr bem, ainda estará cá daqui a um mês ou dois, tenham calma"? 

Joana Gama Freire