4.23.2018

Estou a tentar deixar as rotinas...

... pelo menos todos os dias!

É muito fácil para mim optar por aquilo que me deixa mais confortável. Sem grandes eventos e festas, mas não quero que a Irene fique um bicho do mato como a mãe. E há eventos e programas aos quais não se consegue (nem se deve dizer que não).




Aproveitem para ir ao este espectáculo, além de ser um fim-de-semana totalmente diferente (por terem uma das personagens preferidas deles em palco, ali tão perto), estão também a alimentar-lhes a fantasia... ;) 


É por aqui que vão andar: 

28 Abril –  Porto | Coliseu | 
Sessões: 15h30 (ESGOTADO) e 18h30

5 Maio (ESGOTADO) e 6 Maio – Lisboa | Coliseu dos Recreios
Sessões: 11h e 15h30

12 Maio – Coimbra | Convento de São Francisco
Sessões: 11h e 15h30

27 Maio – Braga | Fórum Braga
Sessões: 11h e 15h30


Bom show dji bola, malta!

Mais informações sobre o espectáculo aqui :)
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Ser mãe era o meu maior sonho.

Ser Mãe transformou-me completamente. Tornei-me (ainda) mais lamechas. Fiquei com mais medos. Fiquei mais cansada. Mas fiquei também eternamente grata. É uma sorte poder ser mãe da Isabel, que veio fazer de mim a mulher mais feliz deste mundo, e da Luísa, que veio fazer-me repensar, mais uma vez, no que é verdadeiramente importante nesta vida. Tornei-me mais consciente, mais capaz de dizer "nãos", mais decidida, assertiva e mais selectiva. Mas nem por isso deixei de ser sonhadora. Apenas comecei a filtrar mais. O que os outros me dizem, o que os outros esperam de mim, mas também o que eu espero de mim e dos outros. O que eu espero da vida.

Ser mãe era o meu maior sonho, o papel que eu me lembro de querer desempenhar desde bem cedo. No outro dia, a Isabel dizia-me que quando for crescida como eu quer ser mãe, de um menino, e que lhe vai dar maminha. Enterneci-me toda. Não sei se vai ou não ser mãe (tentarei nunca a pressionar nesse sentido), mas se um dia for Mãe, irá perceber o que é isto de olhar para um filho com um orgulho enorme, um quentinho no peito e um sentimento de pertença que não se sente com mais ninguém. As minhas filhas são a minha casa.







Em poucos minutos, a Isabel Saldanha, a fotógrafa - que eu adoro e acompanho nas suas enormes viagens por Portugal e por esse mundo fora há já imenso tempo [e agora no Gang do Pé Preto], chegou e captou com a maior das facilidades e simplicidade, momentos que eu vou emoldurar de certezinha. Momentos em que me vejo Mãe e em que as vejo como só uma mãe vê e conhece os seus filhos. Momentos que fazem parte da campanha da Chicco para o Dia da Mãe: não sei se já tiveram oportunidade de espreitar as montras, mas estamos por lá: eu (e as miúdas), a Rita Ferro Alvim (Socorro, sou Mãe) a Rita Matos (13) e a Núria Madruga. Ficou tão bonita!


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As paixões... tão cedo?

Li algures (já não me lembro onde nem porquê) que não se deve impingir a questão dos namoros quando são tão pequeninos (a Irene tem 4), mas é muito giro ver as ligações que vão criando uns com os outros. 

A Irene além de ter uma paixão enorme pelo pai (clássico e desejável) teve a sua primeira grande paixão (tipo mesmo Justin Bieber) por um rapaz camado Rúben com quem fomos passar férias há uns anos. Depois disso, venera o António da escola - é a maneira mais rápida de a levantar da cama, lembrando-a que vai ver os amigos e tal... António incluído...

E agora foi o animador Diogo do fim-de-semana que fomos passar a Tróia. Estava louca. Perguntava por ele constantemente, chamava-o insistentemente... É engraçado ver que tudo funciona nos nossos filhos. Gosto de a ver a gostar de outras pessoas e tanto. Ontem dizia que de 0 a 10 que gosta do Diogo 1000. Ahah. 

Nunca fui de ter posters no quarto e de venerar alguém (sem ser o Vasco da minha turma do Colégio ou a Beyoncé quando era das Destiny's Child), mas claramente isto já vem connosco. Mudava de voz e tudo quando falava com uma das animadoras ou... com o Diogo. Ahah. Nem contei a quantidade de vezes que o convidou para ir para a piscina com ela. Que amooooooooooooooooooooooooooooooor.




Sweet. 

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"Veste-se mesmo mal!"

Eu percebo a senhora. Se perguntei... ouvi! 

Fui passar este fim-de-semana ao Aqualuz Tróia a um evento de  bloggers e, por causa disso também fiz um story em que mostrava a minha roupa e perguntava: "estou vestida decentemente para um evento de bloggers?". Fiz esse post por estar com os "Vans da carneirada" e, já agora, por estar linda. 

As estatísticas do story deu metade, metade ou mais não, mas entretanto não fui rever, mas entretanto recebi uma mensagem deliciosa. Fiz print, claro, que não vos falte nada: 





Pronto. Agora somos muito amigas e vamos às compras juntas para a semana. Mas, seja como for, estava tesudona. Tenho de ir retocar o cabelo, mas estava tesudona. 







Sei que a minha forma de vestir é muitas vezes assunto, mas... esta teve que ser :)

Brincos folha e colar coração - Papaia Acessórios 

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3 anos e tal depois, vamos passear a 2!

Somos todos diferentes e todos temos timings e necessidades diferentes. Ultimamente tenho falado várias vezes da vontade de voltar a ter alguns momentos para mim e até vos falei da "regra" que eu criei recentemente - apesar de não conseguir cumprir sempre - que é a de ir uma vez por semana jantar fora com amigas ou na casa de alguém. Fica a intenção.
Eu e o David temos feito, de vez em quando, alguns programinhas a dois - um cinema, uma noite em que a minha mãe ficou com as duas..., mas já não vamos passear juntos há 3 anos [a última vez que fomos foi a Praga, tinha a Isabel meses, e quando chegámos tinha febre que se revelou  ser uma pneumonia e ficou internada uma semana: estão a imaginar o susto e os remorsos, não estão?]
Entretanto, algumas pessoas ficaram um bocadinho indignadas - ou acharam estranho, vá, é mais isto - eu ter ido com o meu melhor amigo ao Porto, em novembro, e não com o David. Há uma explicação: ainda não estávamos preparados para deixar a Luísa sem os dois ao mesmo tempo. As noites são difíceis e achámos que ela iria sofrer um bocadinho (e quem ficasse com ela).

Mas agora vamos arriscar. E sabem que mais? Vai correr bem. Mesmo que não corra, estaremos a em Madrid, longe o suficiente para não a virmos adormecer (eheh). Temos esperança que ela perceba que não há pão para malucos e que se digne a dormir "benzinho" [na noite de sexta para sábado, foram para Tróia os 3, sem mim, e por acaso a noite foi muito simpática - só acordou 2 vezes e foi fácil readormecer].

Pensámos em pôr cada uma para seu lado: uma na minha mãe e a outra nos sogros, mas acabámos por nos decidir em juntá-las nos sogros para que não sintam tanto a nossa falta. Isto faz-vos algum sentido ou acham que estamos a ser demasiado galinhas? :)

Já fomos a Madrid várias vezes, por isso não vamos correr os museus todos, mas sim dormir, molengar, beber umas cervejas e conhecer alguns mercados e restaurantes, ver umas lojas e passear sem grandes listas. Vamos tentar descansar! [Mas se tiverem dicas, são muito bem-vindas].



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Será que vou usar aparelho aos 31?

A última vez que tinha ido a um dentista, foi para arrancar um siso e fiquei um bocado traumatizada. Era o terceiro, estava incluso, mas aquilo foi um terror, estive mais de duas horas de volta do desgraçado e no fim, o dentista disse: "o importante foi termos salvado o segundo molar". Eu sentia-me apenas um Joker com os cantos da boca rasgados. Juro-vos; custou-me mais do que um parto. Eu pedia vezes consecutivas por mais anestesias, parecia que nada fazia efeito, e senti-me violentada. Bem, já passou. Mas a verdade é que ficou aqui o 4º siso para que eu me lembre de contar a história ("sim, sim, agendamos o 4º siso" - nunca mais lá pus os pés).
Três anos depois, voltei a um consultório. Conheci o Dr. Eduardo na Terra do Sempre e não pude deixar de corar até à testa quando lhe confessei - a ele e à mulher, Sofia - que já não ia fazer sequer uma limpeza há anos. Não podia passar mais tempo. Fui à clínica deles, a Mint, que cheira a hortelã mal se entra (tem mesmo uma parede cheia de plantas) e ainda nos servem um chá natural - e sem açúcar, claro, antes da consulta. Fiz uma avaliação (tenho uma cárie enorme lá atrás e eu não sabia, socorro!!!) e depois uma limpeza de dentes, que me doeu menos do que eu estava à espera - apesar de quase me ir afogando numa poça de sangue, que eu sangro imeeeenso sempre [que imagem mai linda, não é?]. Na avaliação, falámos da possibilidade - e da minha vontade - em corrigir aqui algumas falhas, com um aparelho. 
Confesso que já tinha pensado em usar algumas vezes, mas adiei, adiei e voltei a adiar. Não sei se foi por ter visto o meu irmão a usar aparelho durante uma mão cheia de anos que me quis escapar, se foi achar que ia doer, que ia ficar a falar à sopinha de massa ou achar que não ia ter tempo para ir a tantas consultas ou ser tão metódica. Mas agora essa hipótese anda a pairar na minha cabeça várias vezes. Ainda por cima, descobri que há agora uns transparentes (que se retiram só na altura das refeições), chamados Invisalign, o que me pareceu uma excelente opção. Tive logo algumas pessoas a dizerem-me que eu não ia ser disciplinada o suficiente para o aparelho fazer efeito, mas eu até acho que ia! 

Contem-me tudo. Há gente que usou aparelho desse lado (e aos 30?)? Já alguém experimentou esta opção do invisalign? Obrigada! 
[Sei que assim parece que não tenho nada para corrigir - e claro que não é nada grave - mas tenho os dentes de baixo bastante tortos, talvez devido aos sisos rrrrrrrr]

[Se depois avançar com o dito, venho pôr-vos a par de tudo].





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