4.01.2018

Voltámos a casa: fomos felizes!

Voltar a Santarém é sempre mas sempre doce. Voltar ao sítio onde a Luísa nasceu, onde me pude dedicar a ela a 100% durante ano e meio, onde pude ser mais mãe, mais disponível também para a Isabel. Foi também onde me confrontei com a difícil tarefa de dar conta de tudo quando todos pensam que por estarmos em casa temos o dever de ter sempre tudo controlado; foi quando consegui ganhar confiança em mim e marimbar-me para o que os outros pensam. Foi também  onde percebi que estava na hora de voltar: voltar a trabalhar, voltar à cidade, voltar a mim. Fui daqui de coração cheio. Realizada, crente de que escolhemos sempre bem, com o coração, e de que durante dois anos eu estive onde queria estar. Foi um projecto em família, que correu muito mas muito bem. De vez em quando tenho saudades desses tempos que passavam de forma mais lenta. De ter a Luísa bebé, quentinha, no meu colo. De ir com a Isabel ao parque cedo. De as ver apanhar flores antes de irmos para a escola. Ficam as memórias cheias de ternura. Agora construímos outras, comigo realizada, a aprender coisas novas e a crescer como profissional. Claro que me custa que elas não tenham férias, por exemplo: nem tudo é perfeito {nunca será!}, mas os prós são maiores do que os contras. Elas estão bem, são felizes, têm mais pai e isso também é bom! 

Viemos a Santarém e voltamos a casa. Fomos passear, sujar as mãos e a roupa, e viemos matar saudades da família, dos cães e dos doces da avó Rosel. Foram dias muito felizes! 








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3.30.2018

SIM!!!

Sim! Vamos CASAR! Duas filhas e nove anos depois vamos dar o nó! Não podia estar mais feliz: mais um sonho que se vai tornar realidade. Num dia em que tinha vestida uma t-shirt do meu pai, cabelo desgrenhado, sem maquilhagem, sem estarmos num restaurante especial: num dia igual a tantos outros, com as nossas pequeninas, com muito AMOR e com uma intermediária a sussurrar-nos ao ouvido os o pedido e as respostas: eu disse SIM. Perfeito. Digo sim todos os dias, com ou sem anéis, mas aparece-me GRITAR ao mundo a mulher feliz que sou. Ainda acredito no amor: como não?... se o vivo!
Se é para a vida toda? Assim o desejamos, faremos por isso e a vida encarregar-se-á de nos mostrar se é esse o nosso destino. Arriscamos dizê-lo, arriscaria dizê-lo todos os dias. 

A Isabel disse logo que ia casar com a Luísa e eu não me oponho, coisas queridas! <3

Tenho a cabeça a fervilhar com músicas, decorações e já imagino as duas miúdas a levarem-nos as alianças, meu Deus, que imagem mais bonita, ou nós a dançarmos todos juntos. Venham daí essas dicas, essas sugestões, que todas temos uma wedding planner dentro de nós! (Eheh)

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3.28.2018

Estamos bem como casal, tenham calma!

Duas comentadoras vieram perguntar se eu e a Joana Gama estávamos desavindas, que o clima já não estava o mesmo e não sei quê. Não podiam estar mais enganadas. Somos amigas, muito amigas e gostamos muito uma da outra. Até já estivemos em casa uma da outra mas não tirámos uma única foto nem fizemos instastories tal era a nossa vontade de aproveitar mesmo o momento, conversar, conversar, conversar. Não se podem fiar apenas no que vêem por aqui para tirar conclusões sobre as nossas vidas, o nosso estado de espírito ou a nossa amizade. Neste momento, temos muito trabalho, eu tenho duas filhas, ela tem uma casa e uma filha a seu cargo na maior parte do tempo, temos outros projectos parelelos, amigos e uma família: é normal que façamos uma melhor gestão do nosso tempo. Não que durmamos à sombra da bananeira, mas se já nos entregámos a 250% ao blogue, postando 3 posts por dia, é normal que agora queiramos respirar mais fundo e deixar que o nosso filho vá dando os seus passinhos sem que o tenhamos de levar sempre ao colo, limpar o cocó e pôr a arrotar. Apesar de continuarmos a olhar para este cantinho como o nosso bebé, que muita gente boa trouxe às nossas vidas, pessoas que ainda hoje se cruzam connosco e nos dizem que adoram seguir-nos, vamos gerindo cansaço (cheguei a estar de férias a escrever imensos posts, credo!) e tentando tirar melhor partido dele. Reduzimos o número de publicações e estamos bem com isso. Quem gosta, gosta. Quem já não se identifica, lamento, mas a vida segue. Escrevemos sobre o que nos apetece sem ter de estar a picar o ponto: e isso trouxe-me também mais vontade de escrever, livremente, sem ter horários para cumprir. Agora é que isto me está a dar especial gozo, até porque já não sofro com as haters e já consigo gerir os "contras" de termos um blogue que chega a muita gente - no outro dia achava que estava a falar com pessoas que não me conheciam e afinal até pormenores do meu segundo parto sabiam. Continua a ser estranho (mas continua a ser bom). É bom sentir que fazemos a diferença na vida de alguém (esta semana uma pessoa respondia-me no instagram que graças a mim [a ela] tinha começado a fazer desporto e a alimentar-se melhor e já lá iam 8 kgs). E tantas outras que, de alguma forma, se sentiram compreendidas e apoiadas por um qualquer desabafo que fazemos: é impagável o carinho que recebemos em troca.
Por isso, se também vocês sentem que estamos mais apagaditas, imaginem que estamos a tentar gerir a árdua tarefa da maternidade, com trabalho, com roupa por lavar até ao tecto e com outros interesses (e filmes e amigos e...) para pôr em dia. E cansaço, muito, muito!
Obrigada a quem se mantém fiel e também a quem pacientemente aguarda que eu e a Joana voltemos como um casal apaixonado aqui à barraca.
Fiquem lá com um lamiré da nossa paixão ardente:


A Luísa também é fã desta maluca:



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3.27.2018

Vou-me embora durante uns dias e tenho que lhe dizer.

Acho que todas nós, se pararmos um bocadinho para pensar (só porque não costumamos ter muito tempo), sabemos que a maior parte dos argumentos que damos umas às outras para ficarmos descansadas servem muito pouco. 

Eu sei que são só quatro dias. Eu sei que ela tem quatro anos e que há mães que, por causa do trabalho têm que se ausentar semanas e logo desde que têm só uns meses (ou até antes). Eu sei que fica com o Pai. Eu sei que fica com os avós. Eu sei que lhe faz falta não ter mãe para também ter mãe. Eu sei tudo isso. Nós sabemos todas tudo.

Só que ela é a minha pequenina. Ainda o ano passado foi a primeira noite que passei sem ela. Agora começo a passar mais do que uma, fins-de-semana intercalados... 



Escolhi-a sempre. Ou, achando, pelo menos, que estaria sempre a escolhê-la. Porque sim e porque preciso de sentir tudo isso. Preciso de sentir que a minha filha não tem de pedir mãe para ter. Que a mãe não lhe foge, que a mãe lhe dá todo o colo, que a mãe...

... mas a mãe é mais do que mãe e fica de mãos atadas. Agora, 4 anos depois, tenho de me deixar ser Joana. A Joana que é mãe, mas que é mais também. 

Aqui a Joana vai para Amesterdão uns dias e chegou à conclusão que a melhor maneira de lidar com isto é contando à filha. Vai dizer-lhe que vai em trabalho uns dias para Amesterdão, vai fazer um calendário para lhe mostrar os dias que faltam, se ela quiser saber, até a mãe voltar e que a mãe já volta.

A mãe, até lhe contar, vai ter de se perdoar por achar que se tem de perdoar de alguma coisa. Já a Joana está entusiasmada por ir para Amesterdão. A Joana há 4 anos que se põe em segundo plano e com todo o gosto, mas para continuar a fazê-lo precisa de se sentir, de ver como está, de ir além do "ser mãe".

A Irene fez 4 anos e a Joana vai 4 dias para Amesterdão.

Muitas de vocês vão compreender-me, outras vão rir-se pelo drama parecer parvo. Seja como for, mesmo que desta vez esteja a pensar só em mim em ir, tenho de pensar nela e na forma como me vou despedir.

Tenho que me despedir. Tal como de manhã, quando a deixo na escola. Despeço-me. A mãe não lhe foge. A mãe sai, mas volta sempre.

Fotografia: Yellow Savages 
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3.26.2018

A melhor prenda de aniversário da Irene.

No final de cada festa de aniversário da Irene, digo a mim mesma: "não me meto noutra". Tenho o stress todo em cima, o cansaço, o barulho... Tudo.

No meu tempo não havia isto tudo nas festas de aniversário. Acho que, aos poucos, vou tentar baixar a "fasquia". Este ano evitei, por exemplo, o sacos de oferta aos miúdos (o que me custa muito porque era a minha parte preferida das festas quando era pequenita). 

A festa foi fantástica. Daqui a um post ou outro mostro-vos o espaço óptimo Chan Events Party Planner e com os bolos Mil Cores, Mil Sabores mais ao pormenor. Não desfaço (como poderia?) nenhuma das coisas anteriores, mas esta foi a maior prenda.

A Irene combinou comigo que princesa queria que fosse à festa dela. Depois do ano passado, da nossa experiência com a Funtoche, tinha mesmo que repetir. Foi a melhor parte: deixar a fantasia entrar. 

A fada começou por fazer com que a Irene desaparecesse (que nesse dia nem era Irene, era o Tarzan) e que aparecesse um leão que a Irene encarnou praticamente até ao final do dia, até lhe tirar as pinturas.. Vejam a perfeição desta pintura! Se houvesse uma competição de skills de pinturas faciais. que grande abada que esta fada dava a todas as outras (digo eu, da minha experiência - na volta há um campeonato no Cartaxo disto e ainda há melhor). 



Está incrível, não está? Assim que a Isabel (filha da Joana Paixão Brás, a outra autora do blog) chegou, a Irene começou a ficar ainda mais histérica e claro que se equiparam as duas a combinar. Conseguimos, Joana, conseguimos que elas ficassem amigas. Aos 16 vão abrir um blog a dizer: "A mãe não sabe um **". 


Depois das pinturas, houve jogos em conjunto. A Funtoche faz uma coisa que me deixa sempre muito satisfeita, que é etiquetar os miúdos com os nomes deles. Como trabalho em comunicação, tenho ainda maior sensibilidade a estas questões em que, chamando as pessoas pelo seu nome (como no Starbucks por exemplo), cria uma maior proximidade, conforto, tudo. Neste caso até à mãe. É um bom miminho, em vez de passar a festa a dizer a todos "Ó tu, ó tu!".

Chgou a Ariel. Que não é a mãe ou o tio Pedro vestido de Ariel. É a Ariel a sério (e que dali a um pouco ia actuar no CCB para um musical que recomendo: Terra dos Sonhos). A Ariel surge e a Irene, depois de estar estupefacta, só lhe fazia festinhas e a abraçava como se tivesse sonhado com ela todos os dias  - e, se calhar, até sonhou. 

A doçura da Ariel contagiou toda a gente. Os pais ficaram ali à volta comovidos com os seus filhos tão atentos e também, claro, por se notar o gosto e o amor com que a "Ariel" estava ali a fazer tudo aquilo - mesmo meia presa por causa da cauda. Obviamente que a Irene já me perguntou como é que ela ia à casa de banho... 



A Irene nunca viu o filme da Pequena Sereia, pelo que a história foi nova para ela. Só conhecia uma das músicas que lhe canto desde pequena por não conhecer grandes canções de embalar. Mesmo as partes "más", com o sorriso da Ariel, tornaram-se boas e surpreendentes. Quis sentar-me ali com eles, mas já chegou a figura de me ter esquecido de comprar os talheres.


Melhor ainda? A Pequena Sereia sabia cantar e cantou. Não só as músicas da Pequena Sereia (fica a sugestão de cantarem também em português do Brasil para as mães também curtirem um pouco), mas as das outras Princesas todas. Óptimo range e range controlado - não me engasguei com nenhuma empada a ouvir os agudos e afins - e super carismática. Nenhuma criança descolou (vá, houve uma ou duas que quis aproveitar o furinho para ir ser pintada com a Fada). 




A festa foi mesmo fabulosa. A brincar já me saiu que, para o ano, alugo só um t1, "atiro lá para dentro a equipa da Funtoche" e saio a correr e só volto três horas depois. Brincadeira... (mais ou menos). 




Conseguem ver a doçura na cara da Irene? Quem diria que, ainda nessa manhã, esteve a correr pela casa toda nua a dizer que era o Tarzan e que tinha a pilinha de fora? 

Obrigada, Funtoche, por terem uma equipa tão, mas tão escolhida a dedo. A Irene ficou muito feliz e eu também. 

Fotografias: Yellow Savages 
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3.25.2018

DORMIU A NOITE TODA!!!

Sim, em CAPS, tal foi a alegria! Estou a escrever este texto no dia em que, mais de um ano depois - já lhe perdi a conta, mas acho que já não acontecia desde o dia em que ela tinha 6 meses e 4 dias e já tem 22 meses (quase dois anos, meu Deus...) - ela dormiu uma noite seguida. Só quem passa pela privação de sono meses e meses, anos e anos, sabe a sensação de alívio e a sorte que se sente quando isto acontece. Foi bom, mas bom. Acordei com vontade de dançar, de cantar, de me maquilhar e de me arranjar. Eu já dizia que estava habituada, mas a isto é que eu me habituava bem! 
Disse logo à Joana que tínhamos de combinar mais festas de anos da Irene ou que milagre lhe aconteceu. 

Pronto, agora lá vou eu voltar a adormecê-la que hoje já está com tosse e a dose já não se vai repetir. C'est la vie! Estamos juntas na luta! Força!

Menina do papá. E da mamã. E da família toda.



Tudo o que já escrevemos sobre SONO aqui.


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Abriu a porta do carro em andamento!

De cada vez que penso em partilhar coisas deste género penso “mais uma para a lista. Qualquer dia tenho a CPCJ à porta!”. Mas depois quero chamar a atenção a alguém a quem lhe possa ter passado este pormenor! 

Com a Isabel nunca precisei de me preocupar com coisas destas: ela nunca foi miúda com um nível de curiosidade ao ponto de abrir armários e tentar abrir detergentes, pôr cadeiras em cima de bancos para chegar a estantes mais elevadas e agora, a mais recente da Luísa, abrir o carro em pleno andamento na A5. Eu fiquei toda carcomida dos nervos, aos berros, a dizer “naooooo Luísa, não se abre a porta!!!!” e a tentar fechar a porta que estava a um palmo do lugar onde devia estar. Como costumo andar num carro sem portas atrás, nem me passou pela cabeça trancar as portas delas. Que medo, meu Deus. À contar disto, fiquei com uma dor nas costas que ainda hoje não passou. Foi ontem, a caminho da festa da Irene. Cheguei lá ainda verde. Tranquei assim que pude (tem um botão de lock na porta). 

Com miúdos: nunca fiar! Qual o maior disparate que os vossos já fizeram? 






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