quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Babysitting à distância.

Neste feriado, já que aproveitámos para ficar em casa (coisa que não fizemos no fim-de-semana) acabámos por por as visitas familiares em dia.
Aconselho vivamente este livro do Kiko para fazer de pseudo selfie stick para os miúdos.

Primeiro falámos com a avó Sílvia (o João e o tio Pedro) que não parava de chatear que queria ver a Irene pela câmara. Depois a avó Celina e o avô Bilas e, por fim, o avô Filipe, a Bibi e o tio Tiago.

Toda a gente ficou muito contente, tirando o meu pai (avô Filipe que, às 10h30, estava a dormir).


Também têm este babysitting à distância?





terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Esqueci-me da porcaria dos t.p.c de Natal!

Porcaria é uma forma de expressão (sim, que eu tenho as educadoras da Isabel a lerem o blogue, respeitinho!). Opa!
Era para entregar na segunda-feira uma bola de Natal de cartão enfeitada e nunca mais me lembrei. Nem eu nem o pai.

Chibata, já! 

Eu até não sou das que se queixa com estes trabalhos de casa (tudo o que seja fazer actividades manuais com a Isabel dá-me prazer, apesar da falta de jeito das duas - o pai é o pior dos três), mas desta vez vão ter de me perdoar. Não me lembrei. Tinha guardado para fazer no fim-de-semana, mas andámos a mil e acabei por me esquecer. 

Vai chegar tarde e a más horas, desengonçado, mas feito com carinho e com a filha super orgulhosa por ter pintado a "boua" e colado auto-colantes. Para mim, o mais importante.

E vocês? São das que gosta de fazer estes T.P.C ou dispensavam bem? Levam isto muito a sério (como se fossem ganhar um prémio pelo trabalho mais bonito) ou deixam os vossos filhos "brilhar", à maneira deles? :) 




[Tanta coisa e agora não leva os t.p.c sequer porque está doentinha, com febre. Buaaaaaaa].

Arrependo-me tanto. Não façam o que fiz.

Estive um bom tempo a adormecer a Irene e pensei em algo para vos falar. Lembrei-me de algo que aconteceu hoje. Frederico a brincar com a Irene, no sofá, tão amorosos que o meu coração pára e parece que tiro fotografias do momento como se nunca mais tivesse direito a nada parecido e oiço "ela tem cocó". 

Ela tem cocó. Senti uma espécie de fúria a subir-me pela cara acima. Orelhas a escaldar, bochechas também (mas talvez isso seja da rosácea haha), até senti o cabelo mais esticado na cabeça como se estivesse arrepiada. Disse: "ela tem cocó e então?". 

Feita estúpida fui mudar. 

Apesar de ser uma pessoa que se considera minimamente inteligente, sou muito conservadora nalgumas coisas. A minha mãe não é nada assim, mas há um "eu" qualquer em mim que acha que a mãe é que deve arrumar a casa, tratar da roupa e tratar de tudo o que tem que ver com o bebé. A Joana Paixão Brás é o contrário (é como eu gostava de ser) e nem admite que se utilize o verbo "ajudar" em casos como "o pai tem que ajudar". Não se ajuda, é-se pai. Foi isto que ela escreveu num post algures. Ah, está aqui, afinal.

Apesar de me gabar de ser franca, nada tímida, frontal, etc. Pareço uma freirinha submissa nestas questões. Não gosto de lhe pedir para fazer coisas (sinto que ele é que as devia fazer voluntariamente), não gosto de lhe pedir para fazer coisas que sei que ele não gosta de fazer, nem gosto de o ver a fazer coisas que não goste de fazer. Também tenho a sorte de ter casado com um homem que expressa repetidamente o seu desagrado, o que não ajuda. 

Ora, a Irene nasceu. A Irene nasceu e tentei muito, mesmo muito incluir o pai em tudo o que podia. Inicialmente (porque tivemos uns stressalhões com a amamentação) era ele quem lhe dava o biberão (eu sofria em silêncio por estar tudo a correr mal nesse aspecto), mas isso foi só durante a primeira semana. Tudo o resto: almoço, jantar, mama, adormecer, acordar, fraldas, banho, vestir, passear... fui só eu que fiz e sozinha. Ele agora faz-lhe a comida, sempre. 

"Ah, o teu marido é uma besta!". Não, não... a culpa aqui é muito muito minha. Convidei-o sempre a fazer as coisas e perante o seu desagrado, em vez de lhe ter feito uma cara de "é a vida", disse "eu faço". Ficava amargurada por ele não querer fazer as coisas e estupidamente não queria que alguém que "não queria fazer as coisas" as fizesse, tendo em conta que "as coisas" aqui são a nossa filha. O que é que isto fez? Fez com que acontecessem várias coisas (já reparei que estou a usar muito "as coisas", já) menos boas: 

- Cansaço psicológico e físico aumentado vezes milhões da minha parte. Eu acho que estive mesmo a patinar para o "outro lado". Já é tudo tão difícil e eu piorei e muito tudo para mim própria.

- Ressentimentos injustificados (visto que depois negava a ajuda dele "ele dizia: não quero, mas faço, se quiseres). Tudo isto por causa daquela minha vozinha de freira que,  por dentro, dizia "é o teu papel, não é o papel dele".  Cansada e triste, ó que bem!

- "Retirei" o privilégio de ambos terem construído uma relação mais próxima desde o dia 1. Até agora se o pai deu 3 banhos foi muito. Claro que nada ficou perdido até porque agora estão sozinhos em casa enquanto vou trabalhar. Se antes não queria, também não permiti que nada mudasse para que passasse a querer.

O meu objectivo com este post e porque sei que há mais mães com esta vozinha dentro de si é ajudar a que não sejam imbecis como eu. É envolvê-los desde o primeiro dia, a bem ou a mal. Faz bem a todos. Há espaço para os dois. Por isso é que não os fazemos sozinhas. 

E não os odeiem por eles não fazerem ou não quererem fazer as coisas, pensemos em maneiras de os por a trabalhar, nem que seja com um chuto na peida.

Hoje deu-lhe o jantar porque me apeteceu secar o cabelo. Aos poucos vou conseguir ganhar seja lá o que for para meter ordem cá em casa. ;)

O meu Pai escreveu-me esta carta


"Lembro-me de ti…
Lembro os nossos momentos em frente ao espelho quando te enrolava metodicamente o cabelo, o teu olhar vaidoso quando te dizia que nunca tinha visto ninguém tão bonito;
Lembro quanto te vesti o macacão colorido comprado na zara, pedi para rodares e tu rodopiaste;
Lembro as nossas boleias, surfadas atabalhoadamente nas ondas da Cabana do Pescador;
Lembro quando te aconchegava à noite;
Lembro as horas infindáveis e os passeios no quarto quanto te socorria as cólicas nocturnas, deitava-te sobre o meu braço, tão pequena que eras;
Lembro-me do teu choro;
Lembro-me das tuas gargalhadas, do teu olhar feliz;
Lembro-me quando dançavas, trémula ao início, com aquele olhar do tipo… sou linda?;
Lembro-me quando cantavas, quando todos os meus sentidos se guardavam para ti;
Lembro-me de chorar e de rir com as tuas conquistas;
Lembro os teus beijos, os teus abraços e quando dizias gosto muito de ti;
Lembro quando deitavas a cabeça no meu colo, e o quanto isso me apaziguava;
Lembro-me de pensar que iria sempre lembrar todos os nossos momentos juntos;
Lembra-me para nunca esquecer o que é tão bom lembrar!"


O meu pai escreveu-me isto. Até solucei.



Lembrar-te-ei, pai, para que possamos reviver todos esses momentos uma vez mais.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Fumam? Fumaram durante a gravidez?

Há uns tempos recebemos uma mensagem de uma leitora que queria muito que falássemos sobre o impacto do tabaco na gravidez. Ando, desde aí, a tentar fugir ao assunto, mas acho que não sei bem explicar porquê. Talvez por saber que se for muito franca que vou incomodar algumas mães. 

Eu deixei de fumar assim que sabia que estava grávida (contei a minha relação com o tabaco aqui). Tive sorte porque senti tanta, mas tanta culpa que foi facílimo para mim deixar de fumar. Tentei fumar um para comemorar e odiei, odiei-me. 

Tinha lido que fumar prejudicava a circulação de oxigénio para o bebé e quase que não podia ter lido pior (ainda no outro dia vi isto - imagens de fetos cujas mães fumam).




Já antes de saber que estava grávida e fumava já me sentia horrivelmente por haver essa possibilidade, mas não conseguia deixar. E se não tiver? Não fumo este cigarrinho?

Quando tudo se materializou, teve de ser. Ganhei força. Ganhei força pensando "depois fumo", assim que parir ponho 3 maços na boca para verem o que é bonito.

Não fumar no carro a caminho de casa, não fumar durante discussões, depois do almoço, a meio da emissão... Custou muito mas não custou tanto. Afinal, estava a ser muito forte. 

Sempre pus um peso enorme em mim nisto das primeiras decisões que tomo em relação ao, na altura, meu bebé. A primeira decisão que tomo vai ser tirar-lhe parte do oxigénio? Por o tabaco em frente dele? Fazer-lhe mal?

Fumava 1 maço e meio há muitos anos e deixei de fumar. Primeiro porque estava grávida, depois porque estava a amamentar e agora porque continuo. Tenho saudades? Tenho. Depois virá um segundo filho. Se fumar entretanto ao menos já sei que depois conseguirei tomar a decisão mais certa. 

Circula por aí que deixar de fumar pode prejudicar igualmente os bebés pela ansiedade que a mãe vive por estar a deixar de fumar...

Estava pronta para me refugiar nesse argumento. 

Se estiverem a planear uma gravidez e se forem fumadoras, podem, antes de avançar com tudo, talvez deixar de fumar antes? Assim nem a ansiedade nem o tabaco vos vai prejudicar. 

Encarei a gravidez como o início de uma dieta. Se fizer porcaria no início da dieta, o resto não correrá melhor.

Desculpem mães que fumaram durante a gravidez. Desculpem mães que fumam enquanto amamentam ou que não amamentam, mas custa-me perceber. Conseguem ajudar-me? 

E, a sério, eu adorava fumar.


E actividades para eles?

Não quero ocupar tanto a miúda que mal a veja, não é esse o objectivo, mas visto que passa a manhã inteira em casa e à tarde, então agora no Inverno, nem sempre dá para sair, gostava que ela tivesse assim umas coisas "giras" para fazerem parte da rotina.

Ela tem aulas de música todos os sábados. Fui experimentar há uns tempos uma aula com a Joana Paixão Brás e a Isabelinha e acabei por inscrevê-la. Anda a semana toda ansiosa pela aula e pela professora Carla. Há uma música que é sobre um cavalo em que eles têm de usar uma maraca na horizontal e fingir que estão a montar nele e, durante toda a semana, é assim que apanho a Irene quando chego a casa: de maraca na mão a dizer "pára, cavalo!". 

Porquê música? Porque desde muito pequenina que ela se interessa muito por música (todos os bebés são assim, eu sei), porque o avô tocava bateria e o pai andou numa escola de música (e adora música) e porque eu não queria pô-la já na natação. Ranhos e diferenças de temperatura e cloro na pele atópica... Quando ela for maiorzita, vamos. Ela fica lá na piscininha dela e a mãe vai matar umas saudades de nadar também! 

Tem vindo a aprender imensas coisas nas aulas de música, coisas que vão muito além da música. Como bebé "de casa" além de aprender algumas regras de socialização (ocultas para nós) com outras crianças da idade dela, também aprende a esperar, a respeitar as coisas dos outros (os instrumentos da prof, que estão à vista mas que só pode mexer quando for a música certa), a dizer palavras novas, a estar "no ritmo", lidar com o fim das actividades sem que possa controlar ou pedir mais, ter que se despedir, etc.

Tirada à porta da escola neste sábado.


Estou mesmo muito contente com isto das aulas de música, além de que é mais uma coisa que fazemos juntas (nesta idade, os pais ainda têm de ir) mas queria pensar noutras coisas para fazer com ela durante a semana...  Ou para o Frederico a levar para ir fazer de manhã... Sugestões?

Para quem quiser saber, é aqui que ela tem aulas de música (carote, mas vale a pena).

A diferença ideal de idades entre irmãos

Não existe! Já mo disseram várias vezes e eu acredito. Há quem tenha tido experiências fantásticas com um ano de diferença, com dois, com quatro e outros com oito ou com onze. No nosso caso, a Isabel vai ser mais velha dois anos e dois meses. 

Apesar de ter calhado na margem inferior que tínhamos pensado (assim que pensámos em começar a "tentar", foi logo na mouche, tenho de vos contar melhor isto noutro post), gostávamos que tivesse entre dois a três anos de diferença da(o) irmã(ão). Alguns amigos já disseram que somos loucos e que ainda nem dormimos decentemente, mas achamos que agora é a altura. Preferimos passar a fase mais desafiadora e difícil agora (porque acreditamos que, com a prática e o tempo, as dificuldades vão sendo menores ou a nossa prática faz com que as dificuldades pareçam menores).

Já nos apercebemos que a Isabel ainda não tem bem noção do que aí vem, ainda é muito pequenina, mas tenho a certeza de que vai adorar quando o bebé nascer. Ou mesmo que só tenha noção de tudo um pouco mais tarde. Eu tenho dois anos e meio de diferença do meu e crescemos muito próximos e eu sempre fui uma mana muito babada, adorava fazê-lo rir e era muito carinhosa para com ele. A minha primeira memória é a ter ido visitar a minha mãe ao hospital (não me lembro do meu irmão, sorry! hehe). O(a) mano(a) também vai gostar de ter uma irmã mais velha querida, meiga e rebelde q.b, para a vida.

Se tenho alguns receios? Tenho, claro. Mas até sou optimista e acho que vamos dar conta do recado. Acho que vamos adorar o desafio e estar à altura para dar toda a atenção à Isabel, para tentar compensá-la, e que vamos ter um coração suficientemente grande para albergar dois amores enormes. Não vou deixar de ir ao parque passear com ela por ter um bebé. Irei com ambos, numa ginástica para a qual vou ter flexibilidade. Vamos conseguir!

O bebé que aí vem vai ser muito amado (já o é - e foi incrível a emoção com que o senti mexer-se a primeira vez, tal como senti com a Isabel!) e sinto que vou ser a melhor mãe que ele poderá ter. Sinto que fui talhada para isto, o meu maior sonho era ser mãe e acho - modéstia à parte - que me ando a sair bem com a Isabel. Por isso, não há nada que não vá resultar com um segundo. Mesmo deixando cair uma ou duas bolas no malabarismo, de vez em quando, fazendo alusão ao post da Joana Gama. Sou mais adepta do errar, melhorando. Ou do melhorar, errando. Aperfeiçoando-me mais, sendo mais. Tendo um coração ainda maior, a bater por dois. Acho que todas as dificuldades sairão compensadas, nos momentos de partilha, de afecto, de união. Acho que até eu serei melhor mãe depois desta nova aventura. Assim o espero.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Não somos pais, somos malabaristas.

O nosso domingo.
Manhã passada com a avó (e noite passada com avó). Almoço com a avó. Sesta com a avó (a avó rendeu-se e dormiu com ela sobre o peito, adorou!). Às 15h fui buscá-las para irmos até ao Mosteiro dos Jerónimos, onde iríamos ter Música para Bebés. A Isabel adorou, não esperava outra coisa. Chorou quando acabou, queria ficar a tocar djambé. Chorou e mandou-se para trás. Três vezes. Passa-lhe rápido.

Depois, Pastéis de Belém com o tio e a Mariana (ou "nhanha" hehe). Casa, brincadeira, jantar já feito pela avó (quem tem uma mãe tem tudo!!!), o pai chegou e a filha fez a maior festa, lemos a história a três, na cama dela (o melhor momento do mundo, com ela a dar-nos festinhas e a preparar-nos almofadas para nos deitarmos, cada um de um lado) e depois adormeceu nem em 5 minutos. 

É bom conseguirmos equilibrar - mais ou menos - tudo. O dia esticou e a filha teve o melhor dos mundos. Uma avó babada, uns pais que precisam de trabalhar mas que conseguem desdobrar-se e estar com a coisa mais importante das nossas vidas. Mais malabaristas desse lado?








Repararam na franja que lhe cortei? Nem ficou muito mal, pois não? :)

Acabou! Estou livre!

Já estão fartas de posts felizes meus? Compreendo. De certeza que me irão acompanhar em imensas fases da minha vida... Oi? Que presunção é esta de pensar que me vão continuar a ler durante anos e anos? Granda moral! Isto de ter perdido 5kgs numa semana e picos.... 5 kilos meninas! Muahahahh! Depois conto-vos isso. 

Este é mais um post feliz. Para resumir: era uma pessoa muito ansiosa e tudo veio ainda mais à superfície com a maternidade. Os primeiros meses foram muito complicados. Fiquei em casa um ano e meio com a Irene e já me estava a passar da cabeça, com carinho. Estava feliz por estar em casa, mas nem fazia ideia da quantidade de coisas que estavam em "stand-by". 


*fomos ao Le Chat em Santos e, credo, que sítio perfeito para acabar o fim-de-semana. Recomendo vivamente. As fotos são de hoje e aí.  Mais fotos no fim do post. 


Estes telefones de hoje em dia enervam-me solenemente que às vezes espalmam a cara das pessoas, que nervos. Vocês sabem que a Irene costuma estar melhor que isto, certo? ;)

Uma delas? O meu marido. A outra? Eu. 

Sim, muitas mães têm aquele chip (com o qual não me identifico) de conseguirem arranjar logo tempo para elas e de deixarem os bebés nos primeiros meses com outras pessoas para irem viajar ou ir ao cinema ou o que for. Não consegui. E não foi só pela ansiedade. A opinião que fui construindo (sempre com a minha capacidade interpretativa à mistura, claro) fez com que eu sentisse que nada valia a pena estar a afastar a minha filha de mim. Teria tanta coisa para explicar para perceberem bem a profundidade de tudo isto em mim, em nós... Talvez o texto "não senti" ajude nalguma coisa, embora seja só uma das milhares coisas que me influenciou a ser "menos livre". Está entre aspas porque não estava presa. Escolhi mesmo (mesmo com ansiedade de parte) viver assim. 

O facto da miúda ser amamentada e de não ter introduzido o biberão (além de um mês em que fui trabalhar - e depois pedi licença sem vencimento - aos 5 meses), criou logo alguns impasses. A mama não é só alimentação. Ela precisaria da mama para outra coisa e só lhe dariam um biberão dali a duas? Não era assim que queria funcionar. A Irene, ao longo de 21 meses (à excepção do mês em que fui trabalhar) teve sempre a mama disponível e isso, além das milhares de coisas boas que são indiscutíveis, tem outras que, aos poucos, me fui esquecendo que não eram tão positivas. 

Cheguei a uma conclusão: tudo tem o seu tempo. 

E todas as mães têm o seu. 

Por muito que me dissessem "por que é que não a deixas comigo?", não ia ser por aí que iria ter mais vontade de deixar  - bem sei que fui uma privilegiada e que a maior parte das mães não tem escolha e, às vezes, até antes dos 3 meses os miúdos são entregues a alguém. Cada mãe sente o seu momento de liberdade, de independência de individualidade ou sente essas três coisas na mesma, não se separando dos seus filhos. O que for. 

Comigo foi sentir que ambas estávamos prontas. Teve muito que ver com a amamentação. Aliás, a forma como o bebé é amamentado (frequência que pede, etc), a meu ver, é também um reflexo do desenvolvimento emocional do mesmo. A Irene, aos poucos, foi gostando de mim mais para outras coisas. A mãe já não é maminha. A mãe é a mãe das brincadeiras que, quando ela tem sede, sono, medo ou dor, dá maminha. Ela está crescida. Depois de umas férias de verão em que a maminha foi companhia constante, tudo acalmou. Durante a noite continua a chamar pelas maminhas, mas durante o dia tudo está calmo.

Este período em que ela está "maior" coincidiu com o meu regresso ao trabalho. Regressei em pânico com a dor que pudesse vir a sentir, mas tranquila relativamente à falta que já não fazia à Irene. Agora que ela quer menos maminha, já quer mais pai. Quer mais pão com fiambre de perú. Qualquer um pode fazê-lo, perfeito.

O ir trabalhar todos os dias, além de me ter feito maravilhas à cabeça (e por também ter coincidido com um período de melhoria pessoal a nível psicológico - consultas de hipnoterapia e tal de que falei aqui) tem ajudado imenso também em diminuir a "culpa" que sentia no afastamento. Ela precisa menos de mim, eu preciso mais de sair, estou a gostar de sair, ela fica bem sem mim... está tudo impecável.

Vomito um bocado na boca com expressões como "a mãe também é mulher", "temos de pensar em nós, nem tudo são os filhos". Essas frases são tão inúteis como "estás gorda", "já tiveste melhor ar", "já reparaste na borbulha que tens na testa". Nós sabemos que existimos e que há um mundo além da maternidade, mas podemos não ter todas as mesmas necessidades. Mais uma vez, há tempo para tudo. Nem por isso as mães que preferem estar com os filhos a irem ao cabeleireiro ou iren num fim-de-semana de trabalho quando eles são muito bebés estão deprimidas ou são altamente insensíveis. Temos de tentar compreender aquilo que não nos toca. E no meu caso acreditem que tem sido das missões mais complicadas de sempre. Sinto tudo e muito. E nisto da maternidade apetece-me logo cuspir fogo. 

Neste sábado fomos almoçar a um brunch que não me apetece dizer-vos  qual é (hehe) porque aquilo já estava cheio e se vos disser ainda me ocupam a minha mesa numa das próximas vezes (no Museu do Oriente, pronto) e deixamos a Irene com os avós. Já tínhamos ido almoçar fora sem a Irene pontualmente mas nunca sozinhos. Soube bem, muito bem. Encontrei 6 pessoas conhecidas, mas a fingir que foi muito romântico na mesma. 

E hoje fomos, em família, lanchar fora. A Irene está crescida. Está mais independente. Quer comer tudo o que está em cima da mesa. Fala. Canta. Já não chora no carro a pedir atenção constantemente. Corre atrás de cães. Chama os pombos. Mete-se com lllas pessoas das outras mesas. Espera que passe o próximo comboio para vê-lo da esplanada. É diferente. E eu? Eu já tenho capacidade de contemplar. Contemplá-la, contemplá-lo (o Frederico), contemplar-nos. 

O volume das preocupações maternais tem descido à medida que também desce a barreira comunicativa entre nós e a Irene. Já não somos dois e uma bebé. Somos três.

Acabou. Sinto que já podemos começar a viver como aquelas famílias que vemos nos restaurantes, cheias de filhos, que vivem num equilíbrio desequilibrado e tranquilamente intranquilos. 

Estamos em velocidade cruzeiro. Até à próxima fase. 

Venham daí os almoços sem Irene, os lanches com Irene. Almoços mais tardios com a Irene... tudo!





O meu coração parou aqui.

Há uma semana e meia não cabia neste casaco. Continuo a não caber, mas já me consigo espremer lá para dentro!

Cabelo solto, como me andaram a dizer, ok? ;)



O Frederico diz que eu com risco ao lado e com os aviator (óculos) pareço o Zé Manel, personagem da Rueff. Sacana...

Gorro da Irene - Anja Patuda

Tinha mesmo de referir o gorro porque estou apaixonada por ele. Isto foi porque uma vez fiz um post a dizer que estava triste por um da Benetton que lhe tinha comprado (com um urso) já não lhe servir e ainda o ano passado tentou fazer um parecido (ficou ainda mais giro) e além de servir... é lindo. Aproveito para voltar a agradecer o presente, Anja Patuda. 

sábado, 5 de dezembro de 2015

Por onde andamos?



É por aqui que andamos hoje as duas. (Os três, aliás, ainda não me habituei hehehe).

Depois mostro-vos as fotos à séria! 


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

A obstetra disse-me que devia ser um menino. Será?

Mas disse isso na primeira consulta, com 8 semanas, tipo vidente! Hehe

Perguntou-me a minha idade e fez umas contas. "Deve ser menino." Eu ri-me e perguntei-lhe se tinha visto isso na ecografia, se essa previsão era científica, ela riu-se e disse que não. Rimo-nos. Temos esse grau de confiança para poder disparatar um bocado. 

Depois, disse que na próxima consulta já deveria dar para ver, caso fosse um menino. Não temos tanta pressa em descobrir, como da primeira gravidez. Desta vez até me arriscaria a não querer saber o sexo e a descobri-lo no dia D, mas já sei que não me aguento até lá (conheço quem o tenha feito das duas gravidezes e acho a ideia o máximo!!!).

O que será? Também têm palpites pouco científicos, como com o teste do queixo? Ou o das mãos? Ou o mapa inca (inventei este agora, mas às tantas... hehe). Ou o formato da barriga?


Cabelo Solto ou Apanhado?

Ando vaidosa? Ando. Andam a levar muito com isso? Andam, mas dá sempre para ver quem escreve o post antes de abrir. Por isso, ou simpatizam minimamente aqui com a campeã ou me odeiam ao ponto de querer ler só para fazer cara de quem está a chupar um limão.

Faço-vos esta pergunta, mas a culpa é vossa! 

No outro dia contei-vos aqui que pintei o cabelo e, graças a isso, escarrapachei algumas fotos minhas de cabelo esticado (odeio, porque fico a parecer um camelo doente). Tipo isto: 



Depois disto, parece que algumas de vocês se uniram nesta causa (e que importante esta causa, principalmente agora no Natal haha) e tentaram fazer-me ver que fico melhor de cabelo solto. A minha mãe incluída (não no instagram que ela aí ainda não domina a coisa): 




Já o Frederico, diz que não. E eu também, mas talvez me façam reconsiderar se forem mesmo muitas. Ou, então, podem ser só invejosas e quererem que eu pareça um camelo doente diariamente para serem estatisticamente mais bonitas. 

Eu prefiro de cabelo apanhado por ser mais prático, não estou a comer cabelos o dia inteiro. Principalmente agora que estou de dieta, essa deve ser mais uma coisa que me dizem "comes cabelos??? não devias!". Não estou com paciência!

Vá mais uns exemplos de fotos de cabelo apanhado (ando numa de mudança pessoal, nunca tomei tanto conta de mim). E o cabelo aqui não está oleoso, ok? Tinha ido fazer o brushing no dia anterior à tarde e por ter feito rabo de cavalo ficou esquisito. Pronto. 




Apanhado? Solto? Lavado? ;)

Ando a deitar-me às 21h30.

Bem, ando numa correria. Voltei ao trabalho recentemente depois de um ano e meio em casa. E, credo, o tempo passa de uma maneira...

Passa tudo demasiado rápido, não passa?

Tenho direito a duas horas por licença de aleitamento materno (acho que é assim que se chama), mas tenho o trabalho como se tivesse horário completo e horas extra e ando sempre louca para sair o mais cedo possível para ir ter com a miúda.

E isto porquê? Porque gosto dela e tal, mas acima de tudo para ver se ainda apanhamos um bocadinho de luz do dia para ir passear. Não dá para grandes planos, mas podemos ir ver os comboios ao pé de casa ou ao jardim de Benfica. 

Sei que tenho muita sorte em, mesmo assim, conseguir apanhar a minha filha à hora do por-do-sol, mas é uma correria. Só agora estou a perceber o que é isto de ser mãe trabalhadora. Chego a casa e ainda há brinquedos por todo o lado, uma miúda para brincar, alimentar, banhar, camas para fazer, etc.

Desmaio numa hora depois de me sentar/deitar no sofá.

Vocês andam dopadas? Como aguentam isto tudo? A que horas se deitam? 

Epá, que lufa-lufa! 

Já me está a fazer desmame...

A ver os comboios... 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Quando é que eu tenho o próximo?

A Joana Paixão Brás está grávida. 

Isso resultou em três coisas na minha vida pessoal: 

- Estar muito feliz por ela (tal como escrevi aqui)

- Acharem que tinha sido eu a engravidar (as mais desatentas, inclusivé um primo meu, que tristeza)

- Perguntarem-me quando é que vou ter o próximo.


Aliás, até li algures de mais que uma pessoa que até pensavam que era eu a primeira a ter o segundo. Porquê? Fico curiosa! 

Tenho muitas saudades de estar grávida, a sério que sim. A primeira gravidez vive-se com uma magia, com um esplendor, com uma áurea linda de esperança, sonho, desejo, quentinho. É como se fosse Natal durante 9 meses seguidos (mas acompanhados de algumas dores ou incómodos ou... bem, depende das mulheres). 

Já olho para os bebés com um ar guloso outra vez. Houve aí uma altura que olhava para eles e sentia pena dos pais, por estarem a passar pelas mesmas dificuldades que eu e agora só penso: "ohhhhhhnnnnn e depois ficam pessoazinhas". 

Quero muito ser mãe outra vez. Quero viver a maternidade com um andamento mais calmo, com menos solavancos, menos nervos. Quero aproveitar a fase "tubérculo" como o Frederico lhe costumava chamar, por não fazer mais nada além de chorar e dormir. Quero, em vez de passá-lo para o quarto na 2ª noite, dormir algumas noites com ele. Quero que a Irene tenha um amigo em casa e que formem uma tropa para me azucrinar. 

Quero voltar a usar as roupinhas que a Irene só usou uma vez. Quero cheirar aquele cocó só de leite materno. Quero introduzir as sopas, quero andar com ele o dia inteiro ao colo por agora, na segunda vez, já saber que não lhe faz mal, antes pelo contrário.

Quero muito. Até porque sinto que não aproveitei muito a fase de recém nascido da Irene e porque tenho dois irmãos e sei o quão bom isso é. 

Porém, sinto que não é o momento. Sinto que, só com a Irene, ainda não me consegui equilibrar, arranjar ritmo, descobrir na plenitude (ou talvez sentir-me confortável qb) neste novo papel que desempenho que é o de ser mãe e que, para "piorar" é cumulativo com todos os outros... 

Da mesma maneira que senti que precisava de ganhar alguma maturidade para ser mãe, agora sinto que preciso de ganhar algum andamento de mãe para acrescentar mais um. É como se estivesse a aprender a fazer malabarismo, estou agora com duas bolas na mão, ainda toda enrascada e não vou agravar a situação atirando-me uma terceira. Não quero que tudo caia. Não tenho pressa. Vontade sim, mas pressa não. 

Não quero ficar dividida ou sem forças para ir passar ao jardim com a Irene porque o novo bebé precisa muito de mim. Neste momento, idealmente, só terei o próximo quando sentir que a Irene tirará mais proveito disso. Tenho uma diferença de 10 anos do meu primeiro irmão e adoro a nossa ligação. Não esperarei tanto até ter o segundo filho, mas não vejo a proximidade de idades uma obrigação. 

Quero que não lhe falte nada. Dentro daquilo que eu acho que é o tudo. 

Quando já estiver muita boa neste malabarismo, vou fazê-lo, vou atirar mais uma bola e andar toda desequilibrada outra vez, mas com um sorriso a triplicar nos lábios.

Cada mãe, sua vontade. Esta é a minha. 


Este caso fez-me chorar tanto, mas tanto.

E não tem nada a ver com a gravidez nem por estar toda hormonal. Isto é só dos piores pesadelos que um pai e uma mãe podem viver. Bater na madeira mil vezes. Não dá sequer para imaginar, porque só de imaginarmos ficamos com uma dor no peito difícil de suportar.

Estou a falar da Luna. Tenho a certeza de que pararam um bocadinho para tomar conhecimento deste caso, que, graças a Deus e ao espírito solidário de muitos, está a ser divulgado um pouco por todo o lado na internet. Mas tem de ser mais e mais divulgado.

O caso ganhou mais mediatismo quando Mário Augusto o partilhou, esta 3a feira. Cruzou-se com esta família, desesperada, a caminho de Londres e não mais os largou. Tornou-se o padrinho desta causa, quando publicou este texto e esta fotografia. E outros que se seguiram. 

A Luna tem seis anos e luta há três contra uma leucemia. Os pais estão desesperados e precisam da nossa ajuda, 300 mil euros para um tratamento em Londres. Se cada um contribuir com 1 euro, a quantia será adquirida, num instante (e o relógio não pára). Não dá mesmo para ficar indiferente a isto. Já várias pessoas que conhecem pessoalmente estes pais nos contactaram a provar a idoneidade deste caso e a pedir a nossa ajuda, também elas dilaceradas. E já estou a chorar outra vez. Já fiz a minha transferência, façam por favor a vossa. 


NIB 0018 0003 2281 2465 0202 3 - o titular é o pai da Luna: Adriano José Viana Moreira.

 
Muita força a estes pais que foram, sem eira nem beira, rumo a Londres, sem saber falar sequer inglês, num ato de desespero e cujo pedido do hospital foi recusado, por não terem as verbas necessárias para o depósito.
 
Isto é uma corrida quanto ao tempo. Não fiquem indiferentes. Obrigada, do coração. Coração de mãe, apertadinho.

Força, querida Luna! Que esse olhar cansado ganhe rapidamente luz, força e esperança.

De mamã para mamã.

Mamãs, vamos dar uma mãozinha neste Natal a outras mamãs que estão a precisar? Solidariedade maternal, vamos lá!

Durante o mês de Dezembro vamos dar “de mamã para mamã”.

Para que saibam para quem estão a doar/dar, esta Campanha promovida pela Criovida reverte a favor da Associação Vida Norte, uma Associação particular sem fins lucrativos sediada no Porto que tem como principal missão apoiar grávidas e jovens Mães em situação de risco/fragilidade, através de um acompanhamento de proximidade à Mãe e ao bebé. Acompanha as Mães (e respectivas famílias) desde a gravidez até ao bebé completar um ano de vida, trabalhando ao nível da capacitação para que, findo este período, a Mãe possa, de forma autónoma, dar seguimento a um projecto familiar estruturado e feliz.



Têm por aí coisas que já não precisem tanto? Fraldas que deixaram de lhes servir. Discos de amamentação quando ainda tinham as maminhas a pingar? Produtos de puericultura que não são os vossos preferidos mas que foram aí parar a casa? Roupinha que já não vão passar ao próximo bebé?
Toalhitas a mais?

Então é muito simples! Acima têm uma lista de produtos essenciais que poderão doar, bem como os procedimentos para o fazer.

Se acharem que podem contribuir de outra forma não hesitem em contactar directamente a Associação. :)

Então e nomes para o(a) bebé?

Quando engravidei da Isabel, passada uma semana estavam escolhidos os nomes. Ou praticamente. Se fosse rapariga, Isabel, um nome clássico, antigo, pouco comum em criança e que me soa a amor, a família. Um nome que me remete para a minha mãe e para a minha avó paterna, que morreu quando eu tinha 12 anos e de quem tenho muitas, muitas saudades. Melhor ainda, é o nome da mãe do David e era o nome da avó do David, que morreu pouco tempo depois de nos termos conhecido e que, com muita pena minha, não pude conhecer. Fazer esta homenagem a estas mulheres das nossas vidas fez todo o sentido. 

Para rapaz andámos ali mais indecisos, a saltitar entre Pedro e Simão. Eram dos poucos em que concordávamos (apesar de eu gostar de muitos mais, o David era o esquisitinho cá do sítio). 


Agora estamos completamente perdidos na escolha dos nomes. Se for rapariga, tendemos para nomes como Luísa e Teresa (dos quais também adoramos os diminutivos) e achamos que combinam bem com Isabel. Carolina também não está fora de questão. Eu gosto muito de Maria, mas o David não aprecia. Adoro Maria do Carmo e Maria Francisca (ou só Carmo ou só Francisca, mas o David não alinha). Nunca tinha pensado nisto a sério, mas soam-me bem Júlia, Amélia e Graça (há uns anos, nunca fariam parte das minhas escolhas). Acho piada a Caetana. Gosto de Alice, mas já é o nome da sobrinha. Andei anos a chamar às minhas bonecas Matilde e Constança, que acabei por me cansar um bocado (apesar de achar nomes muito bonitos). O David gosta de Inês também e eu não torço o nariz, até era giro ter uma Isabel e uma Inês, mas ainda não me enche completamente as medidas.


Para rapaz, gostamos os dois de Duarte (apesar de ser o nome do filho de uma grande amiga, temos quase a certeza de que ela não se iria importar, pois não, Ana?). Adoro Frederico e o David também gosta, mas temo não primar pela originalidade (nome do meu irmão e de um primo mais novo). O pai gosta de nomes pequenos e fortes, como João e Pedro e eu também, mas não os sinto (ainda) como meus filhos. Hehe
De resto, as minhas outras preferências não o conquistam: nem Sebastião, nem Rodrigo, nem Bernardo.


E vocês, querem confundir-me ainda mais? :) Escusam de dar palpites como Enermérito ou Flabiolina, que não somos arrojados a esse ponto, ok?


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

A Joana Paixão Brás está grávida!

E vai ser uma menina!!

É o que eu acho, caramba (mas ainda não se sabe). A Joana Paixão Brás não tem ar de mãe de rapaz. Não tem. E se tiver um rapaz, aposto que vai usar na mesma os fofos todos da Isabelinha!!

Tenho vindo a acompanhar de perto o modo de funcionamento da cabeça da Joana. Ela, antes de engravidar (disse-me, porque aí eu ainda não a conhecia) queria ter 8 filhos. Depois fez-se mais esperta e mudou o número e foi mudando...  Não sei em quantos parou, não sei quantos quer ter, mas lembro-me do dia em que ela me contou que "Olha, a partir de agora, que seja o que Deus quiser". 

E eu fiquei.... (que porcaria não podermos usar aquele emoticon do susto no blog)... Ah, afinal está aqui: 

Como é que é possível! A Joana é suuuper ocupada! Claro que todas nós somos, eu sei, mas ela tem uma vida que não se rege pelos mesmos horários todos os dias... Em que nunca sabe quando é que lhe vai cair uma tarefa que a faça nem ver a Isabel nesse dia. Que coragem! Que amor!

Vocês iam-se passar se fossem amigas pessoais dela, é uma frustração... andou um mês em negação de que pudesse estar grávida... Não fazia o teste por nada. "Esquecia-se", fazia a vidinha dela sem "querer saber"...

Parecia que eu estava mais interessada nisso que ela! Que nervos! Ela a grávida e eu toda hormonal!

Um dia lá fez o teste (do que ouvi dizer foi outra amiga nossa que lhe carcomeu a cabeça toda para ela se despachar) e mandou-me uma fotografia com a novidade. 

Eram umas 11 da noite, já estava deitada e... tive de ir para a sala para gritar um bocadinho. Fiquei histérica! Agora que somos mães, sabemos viver mais do que ninguém a felicidade de alguém de quem nós gostamos estar grávida. Foi como se fosse eu, mas sem ser (ufa!). 

A Isabelinha vai ter uma mana, a Irene também vai ter mais uma amiguinha para sempre, a Joana vai andar com o coração aos pulos e... Vão ser ainda mais felizes!!! E mais cansados!

Quando a Irene me der noites descansadas ainda estão vocês a penar, Joana e David! Muahah.


Migax foreverx!



Surpresa! A Isabel é a irmã mais velha!

Sim!!! É isso mesmo! Temos uma notícia deliciosa para vos dar! A família Brás da Silva vai aumentar! A Isabel vai ter um maninho ou uma maninha!  A nossa bebé vai ser a irmã mais velha! Andávamos aqui louquinhos para vos contar, mas resolvemos esperar pelo fim do primeiro trimestre, como manda a lei. :)








"Papa Bambi" :)





"Papa pão"






Camisola Personalizada (ficou lindaaaa!)  - Bordado a Cores
Facebook: Bordado a Cores



Estamos os três muito felizes. Vá, a Isabel também está, mas deve ser do pão que lhe dei no momento das fotos.
Ela não sabe, mas sei eu que ela vai receber o melhor presente de sempre! 


Sei que vocês também vão ficar muito, muito felizes por nós. É para mim um motivo de orgulho enorme poder partilhar isto com quem, carinhosamente, nos segue há um ano, nos transmite boas energias e nos faz ter razões para continuar a alimentar este filhote, que é o a mãe é que sabe.

Começa agora uma nova fase das nossas vidas! Preparados para levar com azias, enjoos, pés de elefante e rolhões mucosos? :)



terça-feira, 1 de dezembro de 2015

a Mãe é cabaz de tudo! - Vencedora!

Lembram-se de todas as prendinhas que tinham para ganhar?


Luz de presença Ice Cream da Babytime 


A Isabelinha da Joana Paixão Brás a fazer a demonstração.

É um candeeiro LED em forma de gelado para o quarto dos nossos "piquenos" (odeio quem fala assim, mas deu-me para isto hoje) e para acender e apagar basta só carregar na bola de gelado. 


Livro personalizado Lost my name


É a aventura extraordinária de uma criança que parte em busca do seu nome desaparecido. Com base neste nome, são introduzidas distintas e incríveis personagens que vão oferecendo letras ao corajoso aventureiro ou aventureira, soletrando o nome da criança no final.


Conjunto de plasticinas vegetais para moldar da Rebento

São Vegan, sem açúcar, lácteos ou conservantes. Passa pelos sistemas de segurança das mães mais galinhas de todas, eheh. São seguros para a pele das crianças e até para as que não resistem em pô-las à boca. Já sabemos como eles são... ;) Melhores só se limpassem a casa a seguir e nos fizessem o jantar.



 Pantufas da Pés de Cereja



São lindas além de cheirarem a gomas. Estou apaixonadíssima por elas. Nota-se muito que são pantufas? Já me senti tentada de ir com elas para a rua. Eu, não. a Irene, claro. Estes são os modelos disponíveis (os da foto de cima) e limitados ao stock existente. 


Branca de Neve no Gelo


Branca de Neve no Gelo – 1 Pack Família 4 (válido para as sessões de sábado ou domingo) + 4 entradas na pista de gelo. Ainda não vi, mas confesso que não me escaparia se a Irene fosse maiorzita.

Almofadas Bonjour Famille





Estes são alguns exemplos! Almofada super personalizada e com imenso amor. Perfeita para o Natal, hã? Hã? Não ouvi? Ah! 


Botas de Natal dos Miminhos da Lily




Três botinhas de Natal personalizadas com o nome bordado, num tecido à escolha. Natal é isto! Não é? 

Album mr. Wonderful pela Maryland art&design





A Família começa quando duas pessoas se apaixonam... e a Maryland art&design é feita de amor e, por isso, dá amor. Ideal para oferecer ao futuro marido, papá, ou pura e simplesmente ao companheiro/a especial de vida que partilha connosco todos os bons e maus momentos.


Carta do Pai Natal


               


E que sonho que seria os pais chegarem com uma carta do Pai Natal a casa? Imaginem se houvesse disto na nossa altura se ficaríamos histéricas ou se ficaríamos histéricas! Cada "carta do Pai Natal", inclui: envelope e papel de carta de Alta Qualidade, design e texto personalizado para a criança, carimbo " Bom menino", selo personalizado do Pai Natal, presente brilha no escuro e vídeo surpresa para as crianças com uma tarefa secreta.


E, como prometido, aqui vai o nome do ou da vencedora... só um momento... já venho: 

Parabéns Pipa Gonçalves!

Pipa, envia-nos um e-mail asap com o teu mail (duh) e morada, sff para te enviarmos os prémios! Parabéns! Neste momento és a mãe mais odiada deste país! ;)

E vocês? Queram mais cabazes? Gostam disto? Mesmo apesar de não terem ganho? ;)