sábado, 4 de abril de 2015

Sexo até mais não

Nada disso. Era só propaganda enganosa para lerem o post. 
Então eu e o meu senhor fomos ontem ao cinema (coisa que era o nosso passatempo preferido, mas desde que a miúda veio ao mundo, ficou para oitavo plano). 

No intervalo, com 1% de bateria - sim, sou a pessoa que nunca controla bem esta coisa e não se precavê antes de sair - consegui falar com as 'migas. 



E assim resumi um filme. Quanta eloquência, que poder de resumo sem igual, que crítica de cinema que eu dava!...

Não, o filme não é um 50 sombras de Grey  (não vi, fui eu a única?) nem nada que se pareça. É um romance de época, como eu gosto. De vez em quando o cinema estremecia com aquilo que achámos ser o vizinho Fast and Furious, mas eu estremeci com esta história de amor. Uma francesa, que vivia com a sogra porque o marido tinha ido para a guerra, recebeu em casa um tenente alemão, em 1940. Estava-se mesmo a ver onde isto ia parar. Que coisa linda isto dos amores impossíveis. 

O que eu previ no Wattsapp não aconteceu, mas nem foi preciso.

Obrigada mãe, por teres vindo à noite só para ficar com a Isabelinha! Senti-me uma adolescente, de mãos dadas, no escurinho do cinema. É tão bom namorar. Com ou sem sexo até mais não, como no filme.

Adeus ovinho. Olá cadeirinha do caraças para o carro!

Atenção: este texto é, sim, publicitário, mas é genuíno. Tudo o que está escrito em baixo é exactamente o que penso e as experiências são reais. 

Assuntos abordados: 

- quando passar para a cadeirinha

- que tipo de cadeiras se deve comprar e quanto gastar

- coisas a ter em atenção (não na vida em geral, mas nisto das cadeirinhas auto)

Senti-me como nas televendas quando tentam provar aqueles testemunhos. Neste caso, porém, podem acreditar: nunca vos recomendaria uma coisa rasca, muito menos tendo em conta que está em causa a segurança dos nossos bebés. 

Vou explicar-vos o que aconteceu: o ovinho da Irene foi óptimo até ao ano passado quando chegou o calor. Depois disso passou a estar muito encharcada de suor (lembras-te, Joana?). Tive um episódio traumático no Colombo em que a miúda não parava de chorar por causa do calor no ovinho, estando já só praticamente de fralda e disse "BASTA!" (eu, não a miúda que tinha uns 4 meses).

Cheguei a casa toda revolucionária e disse: "Acabou, não quero mais o ovo para a miúda, não sei se aquilo diz que até aos 22 anos ou até aos 40, mas não quero mais!". 

Mandámos vir duas cadeiras do Jumbo Online, as duas das marcas mais conhecidas no campo e lá chegaram. Uma para cada carro. Baratuchas porque não valia a pena investir se não fazemos viagens grandes. Para além disso, pensámos: são duas das principais marcas de puericultura, mesmo o que é mais barato, tem de ser bom, senão eram processadas a torto e a direito. "Estamos a ser muito espertos"- pensámos. 

Uma das marcas não desiludiu grandemente. A cadeira era adaptada à bebé, mesmo sendo ela ainda pequenina (acho que tinha 4 meses), mas não dava para inclinar  satisfatoriamente (hoje estamos numa de advérbios de modo). A outra, meu deus! Nem vos conto a história toda! Só que cheguei a ligar para a sede no estrangeiro e a dar o meu melhor para tentar perceber se a cadeira era uma real porcaria ou se eu é que sou muito parva. 

As duas confirmam-se, mas a cadeira era realmente uma porcaria. Não inclinava o suficiente. Aliás, no carro do Frederico acabava por ficar completamente direita, a bebé não ficava bem nem com o redutor, nem sem o redutor. Além de que passei sempre a ir atrás com ela porque a cabeça caía para a frente quando adormecia, ao ponto de quase parecer que tinha partido o pescoço.

Não conseguia. Por muito que já tivesse visto aqui na Internet muitas mães a dizerem que todas as cadeiras têm esse problema, não consegui aceitar. Era horrível ver a cabeça dela assim.

Depois de algumas discussões sobre o assunto, lá se chegou à conclusão que o ovinho era o melhor sítio para ela. Se tem calor, pega-se ao colo. 

1ª lição a retirar: só se deixa o ovinho quando for mesmo estritamente necessário. Parece-me ser o melhor sítio e o mais seguro para o bebé viajar. Além de permitir que o ponhamos no carrinho a dormir, caso tenha adormecido no carro. O que é uma bênção. 

Como acabei por ficar com as duas cadeiras na arrecadação (já decidi que a menos má vai para o carro dos avós para passearem com ela quando quiserem), o barato saiu caro. Lá fomos usando o ovinho. E foi parvoíce minha. Ela estava ainda óptima lá. 

2ª lição a retirar: o barato sai caro e o caro sai caro, mas vale a pena. 

Como sou mãe recente, sei que existe uma marca top-of-mind, se quisermos gastar uma brutalidade de dinheiro numa cadeirinha para o carro. Acho que é da Mercedes, se não estou em erro. 

Uma cadeira que eu não estava à espera que me deixasse tão feliz é esta: 


Tenham em conta que fotografias a cadeirinhas auto nunca ficam muito engraçadas, mas estou apaixonadíssima por elas (pela miúda e pela cadeira). Vocês que já usam cadeiras, já pensaram quase de certeza: "O bom que era se a cadeirinha dela rodasse para eu a por melhor e para a apertar em condições". 

Aqui está. É esta mesmo. Bébéconfort AxissFix. Roda a 360 graus (quase que poderia concorrer ao Dança com as Estrelas, mais talento que o Raminhos, por exemplo, teria), dá para estar no sentido da marcha e no inverso, dá dos 4 meses aos 4 anos - sem ser daquelas cadeiras que manhosamente vai acrescentado almofadas suspeitas ou retirando) e quase tão importante: tem cores que gostaríamos que houvesse em vestidos para elas ou calções para eles. 



Foi tão fácil de montar que quase que poderia ter sido eu (eles até gostam de fazer estas coisas). 



Coisas que me fizeram ficar apaixonada (não necessariamente por esta ordem): 

- virar a 360

- ser robusta, nota-se que o bebé vai confortável e  que 
e segura

- vir com isofix

- todos os detalhes sempre muito bem pensados para bebé e para a pele do bebé, estar tudo mais do que protegido

- as cores

- a inclinação necessária

- a facilidade de alargar os cintos e de voltar a apertá-los


Já é a minha terceira cadeira para o carro. Sei do que estou a falar. E estou super satisfeita. 

Só uma sugestão aos senhores da Bébéconfort: bem que podiam pensar numa maneira de estar sempre a trocar os padrões da cadeira para irmos variando consoante nos fosse apetecendo. 

Pronto. Tirando isto, está tudo ;)


O quarto da Isabel é o mais lindo de todos.

Toma, toma, toma! Quem o diz é quem é. Mas o ar não é de todos, ultimamente tem sido só do cocó da Isabel.
Onde é que eu ia mesmo? Ah! Para o quarto da Isabel, que eu andei a idealizar quando estava grávida, a mesma altura em que adorava passar a ferro as roupinhas (prova de que as hormonas ficam doidinhas de todo...), a dobrar tudo com carinho, a projectar e a sonhar.




Este era o quarto antes da Isabel. Não que esteja muito diferente agora (tirando quando fica de pantanas), mas fui mudando os bibelots, foram oferecendo coisinhas e o quarto foi ganhando vida.




Almofadinhas - Laracol Baby





Aguarela com os dados do nascimento (adorei!!!) - Mirtilo for babies
Letras nome em madeira (chegaram hoje!) - Molde Weddings
Moldura Love - Casa




Cozinha - Imaginarium
Luz de presença -  Roda Nova
Torradeira - Pingi ao Cubo




Cavalo de madeira - Pingi ao Cubo
Moldura coração - Chineses



Os livros e brinquedos estão na prateleira de baixo do trocador, ao alcance dela. E o que é que eles fazem neste post sobre decoração - que só escrevi porque sou muito vaidosa?
É para verem como eu sou uma mãe super interessada em que ela fique uma pessoa intelectualmente elevada. (Hahaha)

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Só não saio de pijama à rua porque não tenho pijamas bonitos.



No post em que vos agradeci todo o amor e carinho, por ter sido abordada por uma leitora (a Inês ;)) à saída do jardim com a Irene, escrevi que: 

"Fui com o meu cabelo extremamente oleoso, as minhas rosáceas (eu acho que são duas, apesar de muita gente insistir em usar no singular como "a calça"), camisola qual a qual durmo se não me apetecer trocar de roupa, enfim. Estava no meu melhor (e completamente a borrifar-me para isso)."

Num dos comentários (atenção que o "a borrifar-me para isso", acrescentei numa pós-edição) surgiu um anónimo (que, como tenho um pouco a mania da perseguição, acho sempre que sei quem é) que disse o seguinte: 



Este anónimo (o primeiro, que os outros adorei que existissem) cometeu o erro de julgar que a minha vontade de não me arranjar tinha alguma coisa que ver com a minha dedicação à minha filha. Sim, dedico-me muito à minha filha, mas o que é isso tem que ver com o facto de ser preguiçosa para me vestir? 

Sempre fui casual. Sempre fui de tshirt e ténis. Agora gosto de me arranjar de vez em quando para me sentir toda bonita, mas é nalgumas ocasiões. 

Gosto de estar de pijama o dia inteiro. O meu marido vê-me de pijama. Às vezes tomo banho e visto um pijama. Tenho pijamas do Jumbo. Tenho pijamas de quando era adolescente. No outro dia dormi com roupa de aeróbica. 

E isto já era assim antes de decidir ficar em casa com a Irene. Era assim ao fim-de-semana, era assim nas minhas férias e, confesso, que dado o meu gosto por roupa, era assim aos dias de semana também.

O que nos move, a nós mulheres, vai variando. O que nos faz sentir vaidosas também. A maneira como nos sentimos bem connosco próprias não é sempre a mesma. 

Gosto de sair de casa e de não me arranjar tal como gosto de sair de casa e até ter pintado as sobrancelhas, mas nem sempre.


Acredito e respeito que muitas mães se desleixem um pouco quando têm muita coisa para fazer. A aparência não é das coisas mais importantes quando há horários a cumprir e pessoas de quem cuidar, parece-me. Porém, não é esse o meu caso. Não me desleixo por causa da Irene, nem sequer me desleixo. 

Isto sou eu. 

Quem é o que parece não se desleixa, às vezes apetece-lhe é ser outra coisa. É diferente. 

Afinal Havia Outra (#18) - 1640 gramas

Já comecei e deixei a meio este post inúmeras vezes. Não é fácil escrever sobre aquela que foi a tua primeira casa. Foi lá que viveste até ao dia 21 de março, o dia do início da primavera, o dia da tua alta. Lembro-me bem desse dia. Chovia a potes e aqueles breves minutos à espera que o pai parasse o carro à entrada das urgências pareciam uma eternidade. Já no carro, sentei-me ao teu lado no banco de trás, agarrada aos teus pequenos dedos olhava para ti e sentia-me a mãe mais feliz e mais insegura do mundo. Gostaria que entendesses o que sinto cada vez que vamos à maternidade, é uma mistura de gratidão e angústia, um nó na garganta e uma sensação estranha de conforto, a vontade de seguir em frente mas ter medo de esquecer. Quando passo por lá à noite tudo isto torna-se ainda mais intenso... As noites, as noites eram o pior, António. Saíamos para comer qualquer coisa e na maioria das vezes ainda voltávamos às 10 ou 11 da noite para te desejar boa noite. Estacionávamos nas ruas já vazias, completamente exaustos mas sempre a passo acelerado, cumprimentávamos o segurança que já sabia de cor o número do teu berço e seguíamos pelos corredores fora, eu com o chá de funcho na mão, o pai carregado com esterilizadores, bombas de leite ou a ceia preparada pelas avós. Desinfetávamos as mãos, deixávamos os casacos no cacifo e sentávamo-nos finalmente ao teu lado. Na sala, agora escura e quase silenciosa - não fosse o barulho constante das máquinas e do rádio propositadamente lá colocado durante a noite - ficávamos nós os três e os outros bebés. Aproveitávamos essas horas calmas para falar com as enfermeiras sobre a tua evolução e tirávamos dúvidas sobre como cuidar de um bebé tão pequeno em casa. Saímos de lá com uma boa preparação, aprendemos mais naquelas noites do que em todos os livros e cursos de preparação para o parto juntos. 

Às enfermeiras ganhámos um carinho especial, elas não se limitavam a tratar de ti, elas cuidavam de ti, davam-te colo, falavam contigo... Esméria, Ângela, Manuela, Rute, Tânia, Ana Lúcia, Sílvia, estes serão sem dúvida alguns dos nomes cujos rostos jamais esqueceremos.

Rita Carvalho

Ajudem-me a dar cabo deste sacana!

É o inimigo número um de recém papás. É o inimigo número um de mães galinha. É o inimigo número um de bebés que demorem imenso tempo a adormecer e acordem com o cair de uma agulha.

Ajudem-me, por favor: se foram capazes de inventar um aparelho que aquece comida, sem precisar de fogo, como é que não foram capazes de fazer com que a porta do aparelho não fizesse barulho?????????



É este o sacana! É este que já me provocou algumas discussões familiares por eu achar que tem o barulho equivalente ao de uma bomba atómica e achar necessário fechar sempre a porta da cozinha para o utilizar enquanto a Irene está a dormir. 

Os pipis (salvo seja) até se aguentam, não fazem muito barulho. Agora a sacana da porta? Porquê? Por que é que faz tanto barulho?

Uma vez o meu marido até achou pertinente fechar o microondas às quatro da manhã. Claro que acordou a malta toda. 

Já tentei todas as manobras possíveis e imaginárias, mas mesmo com cuidado aquilo faz um estrondo enorme. 

É só o meu que é parvalhão?

Sou eu que sou passadinha?

Os vossos também fazem barulho?

Ajudem-me a dar cabo deste sacana!

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Um fenómeno muito estranho se passa nesta casa.

E não me estou a referir a este texto de hoje, em que choveram dezenas de comentários de fazer chorar as pedras da calçada. OBRIGADA por nos amarem tanto quanto nós vos amamos. OBRIGADA por nos ouvirem - falar para uma parede não teria a mesma graça. Convosco não há monólogos e até já sei de cor vários nomes de quem nos acompanha e isso só pode significar que já somos um bocadinho família.


O fenómeno de que vos quero falar é outro e passa-se dia sim, dia sim.

Ponho a comida da filha a aquecer. Provo. Está frio. Ponho a comida a aquecer de novo. Está a escaldar. Deixo arrefecer. Ponho-me a entretê-la e às vezes dou-lhe fruta ou pão. Esqueço-me da comida. Fica frio. Ponho a aquecer. Fica no ponto. Ela não quer.

É isto.

Isto acabou de me acontecer e vim a chorar para casa.

Ainda estou mesmo em choque. Não foi uma coisa má. Foi uma coisa óptima. Fiquei muito comovida. E isso não é meu.

Fomos ao jardim onde vamos sempre. Lá fui eu sem tomar banho porque não conheço ninguém aqui da zona (vocês percebem hehe) e também porque não me apetecia por uma saída de meia hora. Fui com o meu cabelo extremamente oleoso, as minhas rosáceas (eu acho que são duas, apesar de muita gente insistir em usar no singular como "a calça"), camisola qual a qual durmo se não me apetecer trocar de roupa, enfim. Estava no meu melhor (e completamente a borrifar-me para isso).

Andámos de baloiço (andou só ela, mas eu gostei), fomos ver os patinhos, estivemos a falar com pessoas muito simpáticas com quem a Irene meteu conversa e estávamos prontas para ir embora quando vejo uma mãe com um bebé ao longe, de carrinho. Sorrio porque gosto de ver mães com bebés no parque e continuo a tentar "arrumar" a Irene no meu carro. Depois oiço: 


- Olá Joana! Olá Irene!

Era a tal mãe. Super bonita. Com um ar extremamente feliz. Arrumado. Sorriso contagiante. Com um bebé enorme de 8 meses, super calminho no seu carrinho.

- Olá, estás boa? 

Sou péssima a lembrar-me de caras e de nomes e, por isso, já estava pronta para fingir que conhecia a mãe de algum lado.

- Eu sou a xxxxxx (eu disse que era péssima para nomes) e este é o xxxxxx. Leio o vosso blogue e gosto muito. A Irene é linda. Tenho acompanhado o desenvolvimento dela.

Não foi bem isto. Confesso que a minha cabeça só retirou o essencial. A Irene estava a fazer birra e eu estava muito envergonhada de estar a ser apanhada perfeitamente oleosa (também tenho o meu lado de beta). 

Acabámos por nos despedir (tudo muito rápido por causa da Irene) e a xxxxxxx diz isto olhando para os meus olhos como se certificando de que eu estava a prestar atenção: 

- O vosso blog é muito importante, nem imaginam quanto. 

Sorri. Agradeci. Enfiei-me no carro pronta para uma viagem super sónica para a Irene não passar "do ponto". A caminho vieram-me as lágrimas aos olhos (as pessoas dizem isto como se viessem lágrimas a outro sítio qualquer) e, parando para pensar, estava comovida por um sentimento enorme de gratificação, de felicidade. Aquilo que esta mãe disse foi dito de uma maneira tão, mas tão genuína que senti que aquilo que fazemos por aqui é muito importante, apesar de não ser nada profundo. 

Foi como se me tivessem dado mil abraços por cada post que escrevi. Fiquei tão contente, mas tão.

Obrigada pelo vosso miminho.

Obrigada a esta mãe, linda, minha vizinha que fez questão de me fazer sorrir e quase chorar. 

Escrever-vos é óptimo. 

E tenho a certeza de que falo pelas duas.


- Joana ainda não te tinha escrito isto no Whatsapp porque me esqueci do telemóvel no carro e como já me descalcei não me apeteceu ir buscar. :)

À falta de melhor, passeia-se no terraço

Nunca gostei tanto desta mudança da hora. Sinto que quando chegamos a casa ainda há tempo para passear. Vamos aos baloiços ali no bairro, vamos ao jardim mas, às vezes, ficamo-nos mesmo pelo terraço. Para mim, é um luxo. As plantas têm ervas daninhas, há musgo a nascer no chão e precisava de uma intervenção a la Querido, Mudei a Casa, mas para a Isabel tanto lhe dá.


Ainda não deu o grito do Ipiranga no que a andar sozinha diz respeito, mas não deve faltar muito (e as minhas costas vão agradecer tanto, mas tanto...). Enquanto isso, passeia o "bebebé" de um lado para o outro, volta atrás, choca com a parede e com as cadeiras e tudo é uma diversão.

Olhar para ela a divertir-se com tão pouco é uma lição.







Estou a adorar esta fase dela (gosto de todas, e Meu Deus! que saudades dela recém-nascida!) e estou desejosa de vê-la a andar à pinguim. Com que idade começaram os vossos filhos a andar?

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Se morresse agora, morria feliz.

É um daqueles momentos em que pensamos: "pronto, se morresse agora, morria feliz". Claro que não quero morrer já, mas o dia de hoje está a ser dos melhores da minha vida. De manhã, fomos à praia (eu, o Frederico e a Irene), como vos mostrei neste post. 

Ah! Estou super chateada porque queria ter as fotos da praia de hoje, das minhas máquinas analógicas, para vos mostrar mas a FNAC do Alegro demora a porcaria de uma semana... Vou ter que esperar. Finjam-se interessadas, vá. 

Pronto. De manhã fomos à praia - já parece uma composição da escola básica. Depois a menina fez a sesta, almoçou e fomos ter com um dos meus irmãos: o Pedro. 

O Pedro tem 10 anos a menos que eu e sinto-me mais do que irmã dele. Não quero estar aqui a dizer tudo o que acho que sou porque ele vai ler e pensar "granda moral", mas posso dizer que ser irmã dele como fui e sou, preparou o meu coração para agora amar a Irene como amo. É tão parecido. Assustadoramente parecido.








Ver a foto seguinte faz com que me venham quase lágrimas aos olhos. O meu irmão sempre adorou crianças e sempre teve muito jeito (apesar de hoje ter assustado a Irene e ela ter começado a chorar). Sempre adorei este lado dócil dele. Aliás, não há nada que não goste nele. E não podemos alegar que é por não o conhecer. 







Ele está de férias da faculdade, os pais dele foram de férias e, portanto, está praticamente de pijama com umas pantufas que terá furtado num hotel qualquer. Mesmo sabendo que ia ser sujeito a uma sessão fotográfica, não mudou de roupa. Foi à boss.


O dia de hoje foi mesmo muito bom. Dos melhores de sempre. Divertimo-nos todos de manhã. Ela dormiu a sesta da manhã. Almoçou bem. Eu também, o marido fez um grande risotto só para mim. Esteve com irmão Pedro no jardim lá de casa e dormiu a sesta da tarde. 

O que se pode pedir mais? 

Obrigada Primavera. 




Já agora porque há sempre quem queira saber: 
Laço - Acessorize
Macacão - Zara colecção actual
Body -Primark 
Collants -H&M
Chapéu - Jumbo
Toalha - Quiksilver de há 10 anos
Irmão - Pedro 


Não fui ao Mercadito da Carlota...

... mas fui ao Continente.

Pronto, vão dizer-me que não é a mesma coisa. No Mercadito as roupas não estão perto do pão, nem se misturam no carrinho com um robalo. No Continente as mães não são todas umas bombas, há gente em fato de treino e não são sete cães a um osso, mas também se encontram coisas bem giras.

Comprei estes sapatos mimosos para fazer conjunto (ou "kit", ouvir-se-ia no Mercadito) com o vestido da Zara que ofereceram à Isabel no aniversário.





E comprei esta camisa para vestir com os calções da Primark, que a tia Ana ofereceu nos anos.



Se bem que estes calções até com uma t-shirt básica branca ficam bem. São tão, mas tão lindos.

Voltando ao Continente e à Zippy, a sério, estes 50% de desconto em cartão levam-me à falência. Sim, porque comprei mais umas quantas coisinhas que "dão sempre jeito" e "fazem sempre falta". Pois, pois...

A mãe dá (#15) - Vencedor

Temos as melhores leitoras do mundo! O Fernando Mendes que se cuide, que as belas das alheiras de Mirandela e os ovos moles de Aveiro qualquer dia vêm todos parar é cá a casa!

A Estefânia, que nos segue de terras de sua Majestade, enviou-nos uns produtos maravilhosos da Sweet Blossom Natura e agora uma leitora vai poder fingir por uns minutos que está num Spa.




Queremos que andem cheirosinhas e que finjam por uns minutos que isto da maternidade é uma calmaria. Quanto não faz um bom banho por nós, não é mães?


 A vencedora é...
Dina Escaleira Fernandes!

Parabéns! A Sweet Blossom Natura vai entrar em contacto consigo para fazer um kit personalizado com os seus cheirinhos preferidos e de acordo com o seu tipo de pele.

8h30 e já estávamos na praia.

Como sabem (presumo eu que sigam muito aquilo que eu escrevo e não abram os meus posts só por engano a pensar que são da outra Joana) estou em casa com a minha filha até Outubro deste ano. E uma das coisas que me passa todos os dias pela cabeça é aproveitar este ano ao máximo. Já começo a ficar com saudades e a sofrer por antecipação - acho que me vai custar muito mais agora voltar a trabalhar do que quando ela tinha 6 meses. A única vantagem de sofrer por antecipação é a de ter consciência que o tempo escasseia. Que ela nunca mais voltará a ter 1 ano e 15 dias. Que, provavelmente, nunca mais terá a mãe tão disponível para ela a não ser quando se reformar (e aí não quer a mãe por perto) ou quando a mãe for despedida. 

Todos os dias penso que tenho de aproveitar. Que tenho de sair. Que ela não pode estar em casa sempre a babar o mesmo pedaço de chão. Nem sempre dá por causa dos sonos, das birras, dos almoços, mas sempre que dá, vai-se (às vezes não me apetece despir o pijama, confesso). 

Hoje fomos à praia. E tenho a certeza que não fui a única a gostar. Gostámos os três. 


Ela adorou arrastar-se pela areia. Não teve medo nenhum, ao contrário de quando a lá levei aos 7 meses. Claro que ficou um autêntico panado, mas do que se está à espera?

Depois mostro as fotografias que tirei com as minhas máquinas lomo, tenho de ir revelar! Estou cheia de piquinhos para ir, mas agora tenho de ver se a miúda dorme e depois se come e talvez à tarde.  Assim parece que sou daquelas mães que não quero mostrar a cara da minha filha.