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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Ando insuportável.

Sinto, como já disse num post qualquer, que ando a dar rabias à idade. Ou, pelo menos, que vou crescendo mas que não dou por isso. Tenho praticamente 30 anos, mas sinto-me ainda aquela tonta que ouvia El Bosco e Wingfield num walkman da Sony no recreio. 

Por causa da sessão de que vos falei ontem aqui, acho que fiquei com a certeza de que estou numa fase maravilhosa. Nunca me senti tão bonita, tão cheia (vá, mãe, estou a falar do coração), tão alguém que me orgulho de ser e com maior consciência de si. Começo a acreditar naquelas "tretas" que ouvimos há anos de que "aos quarenta é que sabes o que é viver" ou que o "sexo na terceira idade é maravilhoso". É realmente inevitável achar-se que já se sabe tudo na adolescência, mas o sentir-se que não se sabe grande coisa é uma rendição que nos torna tão bonitas...

Sim, estou a falar de mim também. Sem vergonha digo que acho que estou bonita. Não só nestas fotos, mas um "ultimamente". Ser mãe, ao mesmo tempo que nos dá uma inquietude constante, também nos dá este ar "acabado". Não esse "acabado", este "acabado" de quem sente que não precisa de correr desenfreadamente para sentir tudo ao mesmo tempo por se sentir tanto todos os dias, tanto de muito.  Polido.

Ando insuportável de vaidosa, de feliz, de... não querer perder um segundo desta maravilhosa fase. Nem fase lhe deveria chamar porque ser mãe não é um pedacinho de tempo, é ter um pedacinho do mundo.

Obrigada, Inês, por me teres ajudado a sustentar as minhas suspeitas de que estou muita gira (ahah). 











Fotografia por Inês Ferraz - Yellow Savages (site aqui)
Macacões - Little Jack 
Local - Lx Factory


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Mãesura.

Nem acredito no impacto que isto tem no coração de alguém. Aos poucos tenho-me rendido a "isto" de ter fotografias tiradas por alguém que sente e vive fotografia. É daquelas profissões que toda a gente acha que consegue fazer "se tiver uma máquina", mas não é assim. Todos podemos divertir-nos com fotografia, todos podemos sacar uma "maravilhosa" fotografia com o telemóvel, mas a fotografia é mais do que uma fotografia. A fotografia é um juramento silencioso de apreciar a vida, recuada uns centímetros e muito mais devagar do que qualquer outra pessoa. 

O que sinto que há nestas fotografias é alguém que nos observa com um carinho enorme. Alguém que vibra por querer retratar o que me corre nas veias quando olho para a minha filha e as cores dela. 

Sinto que nos foi feita justiça. Que se vê a nossa ligação. 

Sofro de mãesura. Como sou eu que geralmente ando com a máquina, sou eu quem é cortada das fotografias da maior parte dos eventos especiais, dos momentos mais bonitos das memórias da minha filha. 

O nosso coração bate nestas fotografias. Daqui a muitos anos, quando a Irene se quiser recordar da mãe, quero que ela oiça a música que estão nelas, porque é aquela que nos faz dançar todos os dias desde que nos apaixonamos uma pela outra. 
























Fotografia por Inês Ferraz - Yellow Savages (site aqui)
Macacões - Little Jack 
Local - Lx Factory


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sábado, 25 de junho de 2016

Um sítio escondido para uma tarde perfeita.

Nunca tive tanta vontade de conhecer sítios bonitos como agora que tenho a Irene. Acho que já fui mais vezes ao jardim desde que ela nasceu do que durante toda a minha vida. Até à praia vou e não era especialmente o meu plano preferido... 

Os filhos fazem com que voltemos a dar importância aos pormenores (achar piada a ver formigas no chão, por exemplo), mas também com que voltemos a ter vontade de inovar, descobrir, planear coisas boas e bonitas para fazer. 

A tarde foi da Irene como, aliás, costuma ser. E quando é da Irene é de todos. 

Não sabia que existiam borboletários. Sabia que ela se iria passar. Passei-me eu que me comovi assim que entrámos (tinha medo que não houvesse tantas borboletas assim) por saber que seria uma memória incrível (confesso que é uma das minhas prioridades). 

E se ela se lembra das coisas. Ainda ontem de manhã me pediu um brinquedo que já não o via há mais de 3 meses (gosto de ir renovando os brinquedos, trocando-os). 

Tive um momento Joana Paixão Brás: comprei um macacão em saldos e comecei a imaginar tudo o resto para umas fotos. Ela tem o dom de conseguir visualizar coisas e de planear coisas deste género -  eu não tenho. Porém, consegui mais ou menos. Imaginei o macacão com o baton vermelho e depois pensei numa cor bonita e contrastante para a Irene em relação ao verde do jardim e à minha indumentária. Fiquei toda satisfeita até a minha mãe me ter dito que parecemos a bandeira da Espanha... Oh well! 













































Macacão mãe - Saldos Zara
Macacão filha - Prenda da tia Pi no aniversário da Irene (Zara)
Lancheira - Imaginarium
Fita - Era o que vinha a embalar um macacão da Little Jack que vos vou mostrar depois. 


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sexta-feira, 17 de junho de 2016

O fundinho das férias.

Onde é que vocês vão? Fomos no outro dia a Santiago do Cacém, à Quinta da Malmedra, em breve iremos uma semana para uma casa com piscina em Óbidos, no final de Julho vamos para o Ô Hotel Golf Mar Vimeiro e, depois, logo se vê, mas não temos nada planeado. Até porque... só voltarei a ter férias em Setembro quando a Irene for para a creche. 

Estas fotos foram na Quinta da Malmedra. Super mal-vestidinha, mas sabem que mais? Está... adorável! Adoro a saia mais subida do que o necessário (da MOVE • MENT), a t-shirt rasquinha, os sapatos que não têm nada que ver com tudo o resto... Pergunto-me tantas vezes se estarei a viver a infância dela ao máximo... quero sugar tudo o que estes anos têm para dar. Aquela máxima do carpe diem que tanto odeio por ser tão "cocó", aplica-se tanto à maneira como ando a tentar sorver isto, a Irene, os seus sorrisos, os risos, as birras, as frases... 

Sou tão, mas tão feliz. As férias relembram-nos mais facilmente deste carpe diem que queremos tanto por em prática, umas de uma forma menos sôfrega que outras.. .









domingo, 12 de junho de 2016

Parece que cresce mais durante as férias.

Continuamos de férias, mas acabam em breve. É pena, mas ainda bem! As férias têm de durar o tempo suficiente para nos sentirmos longe mas nem por isso têm de durar mais. Já tenho algumas saudades de casa, dos meus gatos (que foram alimentados, claro), de tomar banho no meu chuveiro, de adormecer a Irene sem ter de ouvir imenso chinfrim à volta... 
Porém, o segredo é aproveitar todos os segundos. Aproveitar o ritmo de nada, sem pressas de fazer tudo, mas indo construindo memórias. Férias a três é diferente. É mais cansativo, muito mais, mas também é muito mais gratificante. 
Viemos com uns amigos para a Quinta da Malmedra, acho que alugamos isto tudo com imensos casais amigos de amigos nossos que também têm filhos. 
A Irene parece que cresce mais durante as férias...