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domingo, 2 de abril de 2017

8 importantes requisitos para uma tarde perfeita.

Não me recordo de ter feito muitos piqueniques, mas assim que surgiu o convite, mesmo estando eu algo debilitada (estava com umas dores de barriga que... deitariam qualquer homem abaixo durante anos hehe) não poderia recusar. Ainda para mais em tão boa companhia (adoro-vos! :))

Quem me convidou já tem o traquejo de piqueniques e campismos e afins. Apesar de não ser algo muito difícil de conceber, tem alguma ciência, pelo menos para chegar ao nível de perfeição deste nosso piquenique há uns fins-de-semana. 

1- Tempo e tempo. 

Convém estar mesmo bom tempo. Não vale a pena arrancar quando está um vento enorme e estar em negação. E também não vale a pena ir com o "tempo contado". Um piquenique é para se estar, não é para se ir e voltar. 


2 - Mantas ou toalhas grandes

A ideia aqui é podermos estar como quisermos: sentados ou deitados. E será sempre melhor que, quando nos deitarmos, não termos medo que nos entre meio grilo pelo esfíncter acima ou abaixo. As mantas ou toalhas podem ajudar.


3 - Profilaxia

Não sermos donos de grandes certezas e, da mesma maneira que levamos um bikini (sabe-se lá, pode-nos apetecer), levarmos também um quispo. Que nada nos impeça de fazer o que nos apeteça. 




4 - Alguém que toque viola. 

Eu sei tocar viola tão bem quanto sei fazer chanfana. Haver quem toque viola num piquenique e algo mais que "Dunas" é fabuloso. E se houver alguém que cante? Melhor ainda.

5 - Quem brinque. 

Importante levar adultos que gostem de brincar e crianças para ser muito divertido para eles também. Só quem gosta de piqueniques deve ir a piqueniques.





6 - Comes e bebes.

Ok, parte da piada está no petisco. Tudo se partilha com toda a gente.





7 - Levar medicamentos.

Não no geral e aleatoriamente, mas eu levo sempre a mochila da Irene com ben-u-ron e com o medicamento para parar convulsões mais longas. Ajuda a mala ser gira. 




8 - Pessoas que consideremos família. 

Só assim funciona. Só se consegue o melhor, rodeados do melhor. :)



Coisinhas que possam ter achado giras: 

Camisola da Irene - C&A 

Chapéu da Patrulha Pata - Jumbo.

Mochila da Irene da Herschel - Agu Agu



Fomos à Lagoa de Albufeira. :)


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sexta-feira, 31 de março de 2017

Calem-se!!!

(uau um post que não é sobre a festa de aniversário) 

Adoro sentir que aprendi qualquer coisa e que, ao mesmo tempo, pratiquei o bem. Não sou daquelas pessoas que me sinta gratificada a doar coisas a instituições, apesar de já ter feito voluntariado numa casa de acolhimento de emergência (só para que não fiquem a pensar que sou um monstro - foram só dois dias, mas a fingir que foi durante anos). Sinto-me muito mais compelida a ajudar pessoas que tenham passado ou passem por situações pelas quais já tenha passado. É o clássico do "sentir-me mais identificada". 

Tenho sentido muita vontade de ajudar mães a todos os níveis (menos financeiro que isso, filhas, vá, não há capacidade para estes lados) e, ao mesmo tempo, tenho sentido que é benéfico se me acalmar um pouco. Facilmente as coisas que eu digo podem ser vistas como intrusivas ou podem ser a minha perspectiva das coisas e quando não se conhece a história de alguém por completo, as boas intenções podem surtir um mau efeito e isso está longe da minha vontade. 

O lovelab agora é The Love Project

Aprendi muito com a amamentação e essa foi uma das coisas. Comecei por julgar e muito as mães que não amamentaram porque não quiseram, as que que não conseguiram, porque supostamente "se eu consegui toda a gente consegue", as que não se informam, as que... "De repente", apercebi-me de que todas nós temos histórias que nos compõem e que isto da maternidade vai buscar tudo o que há de mais intenso em nós: amor, abandono, desespero, vontade, sonho, esperança, incapacidade, segurança... É impossível sermos perfeitas nesta natureza tão falível e cuja aprendizagem se faz esfolando-nos também. 

Aquela mulher não é a mulher que não amamenta. Aquela mulher tem um nome e tem história e o não amamentar foi o resultado de uma existência que não conheço e que não me compete julgar (apesar dos meus julgamentos também serem consequência de uma existência que vocês não conhecem). 

Não acredito que a palavra seja compreensão, mas talvez respeito. Respeito pela existência dos outros, pelos seus condicionalismos e pelas suas formas de verem o mundo. Tenho vindo a aprender. É um processo (que nunca terá fim, desconfio). 

Um casal amigo contou-me que estava a dar leite artificial. Sugeri uma conselheira de amamentação. Agora é com eles, não tenho nada que ver com isso. 

Uma rapariga no ginásio, grávida, disse-me "é amanhã". Dei o meu melhor para não dizer tudo o que senti e pensava, sugeri que falasse com o médico para perguntar se podia ficar mais tempo "no forno" se era essa a vontade da mãe (e, vim a saber que falou e vai ficar mais uma semaninha - gosto de pensar que tive algo que ver com isso). 

Muitas mães explicam de forma não correcta os problemas de amamentação que fizeram com que a experiência acabasse. Digo onde podem ir buscar mais informação num segundo filho e que podem falar comigo sempre que precisarem e saio de cena. 

Ok. Isto não é ficar calada, mas também não acho que devamos fingir que não vemos algo onde possamos fazer a diferença. Comparativamente com tudo o que me apraz dizer nessas alturas, eu sinto que é quase um silêncio absoluto o que me sai. 

É pensar que quando falo não é por mim, mas que é pelo outro. É "ajudar" e não interferir. Estou a aprender. 

Faço novamente aqui um pedido de desculpas a todas as mães (até amigas) que julguei alto e bom som, outras em silêncio e que fui demasiado intrusiva e desrespeitadora. Não havia más intenções, havia um descontrolo e falta de reconhecimento do outro. 


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quinta-feira, 30 de março de 2017

E não ter que se escolher se se come bolo ou não?

Muitas dietas terminam numa festa de aniversário. Estamos sempre à procura de más desculpas para cometermos bons erros e o "é da de festa" é capaz de estar naquelas que consideramos mais razoáveis a seguir a "estou a ter um dia mau, eu mereço". 

A verdade é que houve quem nos tivesse resolvido o problema. Não temos que fazer escolhas difíceis. Podemos ter o dia de festa, comer o bolo e não evitarmos o espelho quando formos vestir o pijama quando chegarmos a casa. 

The Love Food tem bolos sem açúcar, sem glúten, com açúcar mascavado e muito mais além de bolos: biscoitos, bolachas, granolas, barras, queques, donuts... Cusquem!

Levei o bolo da direita para a festa de aniversário da Irene na escola e os miúdos comeram e gostaram :) Também levei umas bolachinhas de aveia de lá e ficaram todos contentes. Houve uma mãe, na escola antiga da Irene que levou um bolo saudável e pensei cá para mim "porque é que hei de levar um não saudável?". 

 

 

 

 
Adorei os bolos e serão sempre a minha escolha para o lado saudável das festas. O meu aniversário será com estes bolos... :) Fiquei fã. E o que vale é que a Susana Cabaço teve de ser rápida a tirar estas fotografias para depois não haver bolos meio comidos nas fotografias todas lindas.

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quarta-feira, 29 de março de 2017

Morte aos collants!

Apesar de não ter nada que ver com o título, tive mesmo de começar este post com esta fotografia da Joana Paixão Brás (é muita letra para um nome que chatice). Vocês conhecem muito da Joana por ela por o coração em tudo aquilo que escreve por aqui, ainda para mais a falar das suas filhas. Porém, o que vocês não sabem é que o que ela gosta é de ramboiada. Não sei o que se passou com ela no dia da festa, mas esteve o tempo todo na relva, sozinha, a dançar assim, como se... como se tivesse tomado qualquer coisa. Bom, se calhar é este o efeito das festas na malta que diz "que horror" como se fosse só uma palavra: córróre.



Aproveitamos a Joana do The Love Project para sacarmos umas fotografias as duas, mas claramente foi a Joana "Córróre" a lembrar-se disso porque eu não me estava a sentir muito à vontade com a minha indumentária. Não que isso alguma vez me tenha inibido de fazer fosse o que fosse (deviam ver como estou vestida hoje haha), mas não era isto que eu tinha planeado. Fui à C&A (tal como a Joana) e escolhi um vestidinho que conjuga perfeitamente o prático com o formalzito (por causa da gola), é largo na anca e ficaria muito lindo com os collants que comprei de propósito nesse dia no Jumbo. O que aconteceu? O óbvio! No único dia em que só levei um par de collants, no único dia em que gostava mesmo de ficar janota e tal, rasguei-os na casa de banho. Tive de me controlar como quando a Irene está muito cansada ao final do dia. Fechei os olhos, contei até 10, atirei os collants para o lixo dizendo um palavreado menos chique e que a outra diria "córrórekéisso?" e decidi assumir. Vamos lá ser fixolas e ir de calças de ganga por baixo disto. Uma grande misturada, mas... irei rir-me sempre que vir estas fotografias. Até os sapatinhos tinha comprado na C&A para ficar tudo ali tipo conjuntinho (nunca pensei vir a comprar coisas na C&A, mas fiquei surpreendida, confesso). 




Para melhorar a minha indumentária, só calçar os sapatos da Joana e parecer que um Poodle com problemas de queda de pelo se sentou neles. Ou que alguém andou a cortar rabos a coelhos para motivos decorativos (não são da C&A) :).


Este é o lado positivo de ter estragado os collants! Senão, ao fazer esta posição, haveria pelo menos dois ou três convidados que poderiam certificar-se se o meu DIU ainda estava bem posto.


Nesta foto eu estava a fazer uma tentativa de abraçar a Joana, mas como sou de classe média, começou a correr de fininho a dizer que tinha de ir certificar-se da simetria dos palitos nas espetadas de "mezarelllllla". 

Vá, ela é beta mas não pos uma gola na Isabel no dia de aniversário e foi à C&A tal como eu. Eu acho que ainda há esperança. A ver se me consigo esquecer de que ela chegou a cavalo ao sítio da festa... 

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segunda-feira, 27 de março de 2017

Terei uma filha demasiado mandona?

Talvez. A verdade é que ainda acho graça!

Ora, na festa de aniversário das miúdas, tivemos a sorte de que todos os nossos convidados fossem recebidos por dois ursinhos mesmo muito carinhosos. Repararam que sublinhei? Foram mesmo muito carinhosos.

Fotografia Yellow Savages.
Depois falamos da nossa indumentária e de eu ter destruído os collants que tinha levado (nem me digam nada, pá), mas para já concentrem-se no facto da Joana Paixão Brás ter uma altura bastante considerável e os ursinhos darem uma abadinha das boas.

A meu ver, a festa começa logo pelo começo (uau, parece uma frase à Lili Caneças), mas é verdade. Dá logo aquele tom de surpresa e de expectativas em alta. 

Há uma amiga minha que fica muito nervosa (Renata, a sério?) quando vê pessoas mascaradas de cima abaixo, mas neste caso não se aplica. Apareceram ainda antes de estarem vestidos (calma, não estavam nús) para me pedirem indicações para a operação recepção e... fiquei com muito pouco medo. Não me quero alongar, mas estou indecisa se ficam mais carinhosos com fatos ou sem (muahahha - menos, Joana, menos). Até vos dizia que um é bodybuilder e o outro é mister Portugal, mas isso implicaria eu ter que assumir que fui ver o instagram deles que não fui (muito). 

Se também quiserem fazer uma festa de aniversário diferente, a Grand'Ideia tem sugestões que fiquei já com água no bico para o ano que vem: a limo party, o mini spa, a pijama party... Será que têm de fazer anos para fazer tudo isto? Apetece-me fazer isto sem pretexto nenhum. Logo se vê ;)

Depois de terem chegado as crianças todas, os ursos continuaram a fazer a festa, mas a Irene tratou de lhes dar direcções 

Fotografia: The Love Project 
A Irene teve dois ursos a darem-lhe o lanche. Ela que raramente admite que se quebre a hierarquia de cuidadores e das tarefas, achou que merecia ter dois ursos a darem-lhe o lanche na sua festa de aniversário. E os ursos, carinhosos, lá lhe deram o lanchinho. Nem imaginam o quanto me ri quando vi estas fotografias. Nesta altura eu deveria estar a atacar o presunto como se não houvesse amanhã. O costume.

Super satisfeita com esta Grand'Ideia e com estes ursinhos tão simpáticos e proactivos e... Será que dão jantares naqueles dias em que ela sai mais birrenta da escola? Eheheh é só mais uma ideia... ;)

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sexta-feira, 24 de março de 2017

Esta é a minha cara!





Ao saber que amanhã é a festa de aniversário em conjunto das miúdas (depois da Joana Paixão Brás ter feito 6886437047023 para a Isabel: uma para a família, outra para os animais, outra para a escola, outra para a malta da praça, outra para...).

Nunca fiz parte de um evento tão grande (vá, à parte do Rock in Rio e esses eventos profissionais) e que desejasse tanto que corresse bem. A minha preocupação anda mais à volta da Irene se divertir e para isso vai lá estar o Chase e a Skye. Acho que tendo lá essa malta que a festa poderia ser só uma toalha de praia e uma forma de tartaruga que já seria o melhor dia da vida dela. 

Agora, para agradar à Isabel, vais ser mais complicado. Filha de uma nata organizadora de eventos infantis, a Isabel vai olhar para o tipo de guardanapos, para ver se a toalha condiz com o sabor do bolo, se os flutes estão alinhados ou não com os chakras do paleo... 

A ver como corre. Sei que vou ao Jumbo de manhã, que vou para S. Domingos de Rana a seguir e só espero que a outra não me ponha a fazer espetadinhas de fruta que vai correr mal, vou por uma só de morangos e outra só de bananas e isso poderá ser um crime na organização de eventos que dá direito a não poder ir a eventos de marcas e afins. Não se pode arriscar que eu adoro a vida louca. 

Bom. A ver como corre amanhã. Vou andar numa roda-viva, a ver se não me esqueço de trocar o fato-de-treino.

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terça-feira, 21 de março de 2017

3


3. 

Há 3 anos não tivemos (tu e eu) o melhor dia das nossas vidas, mas foi quando o melhor da minha vida rompeu por mim fora e quando tu começaste a aprender.

A aprender tudo aquilo que, em 3 anos, fazem de ti a criança mais maravilhosa que alguma vez conheci. 

Perdoem-me os meus irmãos, o amor de irmã é, realmente, muito parecido mas, por outro lado, nada como um coração que começou por bater dentro de nós. 

Tenho-te visto a ser todos os dias mais. Mais divertida, mais inteligente, mais determinada, mais preocupada, mais apaixonada, mais exploradora, mais exigente, mais... Mais. 

É é isso que te tenho dado de mim, sem corridas, sem esforços. Dou-te tudo o que tu me dás e só mais um bocadinho. Só mais um bocadinho para ter a certeza de que não falta nada e para te ensinar a dar mais pelo prazer de dar, porque amas. 

É a minha prioridade. Ensinar-te a dar amor e a receber vai fazer de ti a menina mais feliz do mundo, tenhas casas grandes, casas pequenas, carros grandes, uma trotinete, o que for. Quero que sejas um saco com fundo, que o enchas de coisas boas, que saibas separar as coisas más, que saibas resolver os teus problemas, que saibas pedir ajuda e que gostes de rir porque estás feliz e não porque precisas de disfarçar que estás triste.

Acima de tudo quero que sintas o meu abraço, mesmo quando não estiver por perto. Que eu seja um abraço duradouro em ti para todo o sempre, com todo o amor que te dou e respeito. 

És a Dona Irene. 

Nada minha. Só tua. 

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Truques para treinar "mais melhor bem".


Isto são pequenas coisas que me apetece partilhar com toda a gente porque reparo que tornaram a minha vida mais fácil a nível de treinos no ginásio. Treino actualmente 4 vezes por semana (até treinaria 5 se não precisasse de um dia com mais tempo no trabalho para dar um bom avanço) e treino regularmente desde Outubro ou Novembro, pelo que já sei uns truques manhosos! 


1) Apertar os glúteos em todos os exercícios possíveis. 
Cada contracção do glúteo é um abdominal do rabo! Se o fizermos sempre que pudermos estamos a exercitar o que queremos que encha as calças ao invés de pedacinhos amorosos de gordura. Depois até vamos dar por nós a fazer ao longo do dia. Como os exercícios de períneo. Estamos todas a fazê-lo agora ou é impressão minha? Tudo a mexer o pipi, 'bora!

2) Levar calças giras, mas que sejam nossas amiguinhas. 

Já conseguimos a motivação para ir ao ginásio, muito bem. Já safamos um plano de treino junto de um PT ou algo do género, agora não convém ir com umas calças de cintura descaída se a ideia é mexer-nos um pouco... Andar o tempo todo a por as calças por baixo das maminhas (que, no meu caso, é só ali perto dos joelhos) não é produtivo nem sexy. Quase que mais vale ir de collants. Ahh!! Fazer um agachamento de costas para o espelho e espreitar se, quando nos agachamos e o tecido das calças estica, não se fica a ver toda uma cueca "para ginásio" (sim, que deixamos as boas para outras ocasiões, digo eu).


3) Levar um trolley e não um saco.

Não! Vou depois sair do carro para ir para casa com a minha mala, o saco do ginásio, mais a mala dela e, se calhar, mais algumas compras? Fiz isso durante alguns meses e fiquei a perceber o porquê de algumas dores aqui e acolá.  Desde que caiba no cacifo, é válido! E com o barulho das rodas no chão sempre nos iludimos durante um nanosegundo de que estamos na Portela.



4) Recipientes mini.

Pegar naqueles recipientes de cremes e champôs de viagem e deitar lá para dentro os nossos produtos. Reduz o peso do necessaire muito significativamente e é bem mais prático. 

5) O pisa pés. 

Não sei o nome oficial daquilo. É uma espécie de saco que, aberto, faz de tapete para os pés para quando nos estivermos a secar não termos de estar em modo pé coxinho ou termos uma perna do collant já posta em cima da havaiana ainda molhada ou parte do esfíncter em cima do banco frio do ginásio e apanharmos uma micose. E atenção que o saco depois pode servir para guardar a roupa suja! 


6) As toalhas super absorventes. 

Ainda sou do tempo em que levava toalhas de praia ou de banho normal dentro do saco e além de ficar tudo ensopadinho, era muito pesado e volumoso. Viva às toalhas pseudo absorventes que são super simples e fixes - têm cores impecáveis (tenho-me sentido muito tentada a fazer colecção mas tenho acalmado o pipi, enquanto faço os exercícios de períneo, claro)



7) Treinar com o melhor. 

Parece que tem a mania e tem, mas pode. Não é como aquelas mulheres que se acham as últimas batatas do pacote e nunca dizem nada de jeito. O rapaz sabe o que faz, é boa onda e confesso que metade da minha motivação se deve a ele, por gostar de treinar com ele e por confiar no trabalho. É #omelhorptdomundo (também no instagram aqui)





8) Relógio de treino

Nem sempre dá para treinar com PT, claro. Nunca pude treinar com PT até o ano passado e sempre foi um sonho para mim. Fiquei a saber, porém, que existem relógios a 12 euros algures (ehehe) e que têm já um óptimo timer para nos motivar a fazer exercícios em determinados timings e acelerar o bpms. Não precisamos de gastar fortunas num que já tenha GPS porque... enfim, decorar o caminho de volta não deve ser assim tão difícil (ahah).


Têm mais truques? Vá, vá! Partilhar é bonito (menos doenças venéreas e coisas do género).

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Temos que ser nós!

Temos que ser nós a reconhecer-nos primeiro. Temos que ser nós a olhar para dentro, a olhar para trás, a olhar para os lados e para a frente e a reconhecer o caminho que fizemos, fazemos e que nos falta fazer. 

Depender do outro para nos avaliarmos é um risco e cansativo - falo por conhecimento próprio e, por isso, hoje, estou de parabéns. 

Depois de toda a viagem atribulada que tem sido grande parte da minha vida lidando com a ansiedade, hoje quase que me esqueci disso. Hoje, fui ao Ikea com a Irene comprar algumas coisas (que achamos sempre que são muito necessárias, mas porque não queremos pensar muito nisso...) e, quando dei por mim, a hora de "saída" já tinha passado. Às 7 já é mais do que suposto ela estar à mesa para jantar (são as nossas horas cá em casa, cada família terá as suas). Às 7 ainda estávamos na caixa. Sem pressas. Ainda a agradecer a todos os santinhos por haver uma fralda na mochila visto que a miúda ainda só quer fazer o número 2 na fralda, apesar de andar de cuecas todo o dia e não haver nenhuma casa de banho minimamente perto e prática no andar de baixo e já com as compras feitas, enfim. 

Era tarde, mas e então? O meu cérebro pensou: vamo-nos divertir, "um dia não são dias". Isto, para quem é "normal" é algo perfeitamente usual de acontecer, mas para quem via o mundo e o tempo como eu via, não. É uma aventura que nos parece perigosa e que nos faz sentir com fracas possibilidades de sobrevivência, por muito estúpido que pareça e percebo que pareça e ainda bem que vos parece.

Fomos jantar lá acima. A Irene comeu umas almôndegas, umas colheres de sopa, uma pêra e eu comi um hambúrguer e algumas colheres de sopa. Foi um jantar fora de mãe e filha, sendo que havia tudo o que ela precisava para se sentir incluída. Cadeira alta, babete, talheres, pratos, .... 

Acabou por perguntar se também íamos descansar por lá (na escola dela não falam em "dormir") e até achei uma ideia gira. Provavelmente acusar-nos-iam de um crime qualquer, mas quase que valeria a pena. :)

Não dei pelas horas. Comemos com calma. Com calma ao ponto de por todos os pensos que tínhamos comprado para feridas nos dedos dela para fingir que eram anéis. Ao ponto dela, a caminho do elevador, ir metendo conversa com toda a gente e fazendo caretas e sem eu sentir mais nada do que gratidão. Não senti o coração acelerado, não me senti aflita, não me senti num beco e, mais importante que tudo isso: não passei nada de negativo para a Irene. 

Compensa ter dado atenção a mim própria. Ter reconhecido parte de mim que precisava de reconstrução e de ter mudado a minha vida toda. 

Estou grata por o tempo passar de forma mais normal. Grata por mim e pela minha família. 

Mais sobre a minha ansiedade aqui

Agora o LoveLab chama-se The LoveProject, cusquem que vão adorar! 


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terça-feira, 14 de março de 2017

Vamos ter que ir ao neurologista.

Vocês que acompanham o blog mais do que só ver as "gordas" (que não me refiro a mim e à Joana), já devem ter reparado que a Irene "sofre" de convulsões febris. Pus o "sofre" assim porque, na prática, como ela não parece lembrar-se do que aconteceu, quem mais sofre são as pessoas que cuidam dela. 

Depois da última convulsão (a semana passada) a maravilhosa educadora dela ligou-me a perguntar detalhes e como estava a Irene e desabafou um "ainda bem que foi consigo" e claro que eu penso o mesmo. Apesar de ter sido no parque infantil. 

Foi a primeira convulsão da Irene fora de casa e confesso que ainda não tinha bem materializado este cenário. Ela pode mesmo ter uma convulsão a qualquer altura e não consigo imaginar quando. Tinha acabado de a ir buscar à escola, ela estava bem, animada, estava quente (ligeiramente) mas imaginei eu por estar a correr e até fomos aos "baloiços". 

Tenho vídeos dela a brincar em cima de um cavalo de madeira dois minutos antes das convulsões e nada me fazia prever que isto fosse acontecer. Eu estava descontraída - tanto quanto uma mãe pode estar num parque infantil com uma criança de 3 anos. 

Quando dei por ela, a Irene estava no chão a uns 5 metros de mim. De onde eu estava podia muito bem ser ela a deitar-se no chão para explorar qualquer coisa. Decidi ir ver e afinal estava a tremer, a abrir e a fechar a mão, a revirar os olhos e a espumar-se da boca. Foi a primeira vez que a vi a ter uma convulsão - até agora ainda tinha sido poupada (ou tinha apanhado no fim da convulsão já ela tendo recuperado os sentidos ou as convulsões tinham sido apenas ausências) ao drama inteiro. 

Estava uma mãe preocupada a perguntar se podia ajudar e se estava tudo bem. A verdade é que estava. Eu sei que a Irene sofre de convulsões. O problema é que tinha deixado a mochila dela no carro onde está o ansiolítico (ou lá o que é) que ajuda a encurtar as convulsões (raramente quando o alcanço, ainda vou a tempo). Ou a deixava sozinha no lancil enquanto tinha a convulsão e voltava com a bisnaga do carro ou ficava com ela até a convulsão parar. Fiquei com ela, rezando para que a convulsão fosse curta. Foi. Sabendo que existem convulsões de 15 minutos (acho que essas não são benignas), uma de um minuto que pareceu 10 (tive ainda a capacidade de tentar cronometrar como me pediram) foi curta, apesar do tempo ter congelado. Foi um minuto como a percepção que tenho de um minuto na rádio. Um minuto a falar na rádio é "muito tempo". Às vezes até enchia "chouriço". Senti que enchi muitos chouriços, preocupada com a minha filha e preocupada com a criança (filha da outra senhora que lá estava) que estava a assistir a tudo aquilo. Tentei sossegar a miúda ainda durante a convulsão da Irene, mas a mãe disse que ela nem estava a ligar. Acho que lhe disse que a Irene estava a fingir ser um peixe, não me lembro bem. Talvez não tenha conseguido dizer isso, mas a intenção era descansar a miúda. 

Apesar disto ser genético e de eu ter tido convulsões febris, não tive tantas e com esta frequência. Fomos aconselhados a ir ao neurologista só por "descanso" e vamos. Sei que é tudo "normal" dentro do "anormal", mas claro que há sempre uns quantos % que quando olho para a minha filha me fazem sentir "tu não podias ser tão perfeita, isto tudo que tu és tinha de ter um revés". Não que não a ame assim, não é isso que quero dizer, de todo, mas... que ela é realmente tudo o que se pode querer numa filha e que o perfeito é impossível, é mais isso. 

Além de ter sido duro de ver (hoje ela deitou-se na Tiger e tive de a por em pé que só vê-la naquela posição me estava a deixar stressada), apercebi-me que a convulsão poderia ter acontecido enquanto subia para o escorrega ou enquanto toma banho (como me aconteceu a mim em pequena). 

Apesar de serem benignas, são até ela cair de algum lado. E já são duas coisas que não me deixam em paz. 

O que é facto é: ainda bem que foi comigo. 

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segunda-feira, 13 de março de 2017

A vaidade de fazer tudo sozinha (Montessori #01)

No outro dia fui a um Workshop de Introdução à linguagem Montessori. Gostei tanto, mas tanto que até já saquei à "professora" a disponibilidade de nos escrever uns artigos em breve sobre como podemos adaptar à nossa realidade em casa e nas escolas. Em breve, terei novidades para vocês. 

Ainda não compilei toda a informação do workshop que vos queria passar, porque queria algo mais do que apenas vos "passar os apontamentos", mas não podia deixar de vos dizer algo que me ajudou a melhorar a minha relação com a Irene (não que estivesse mal). Ela desde há muito tempo que deixa bem claro que quer ser ela a fazer as coisas, nem sempre a incentivávamos (ou porque poderia sujar tudo ou porque estávamos com pressa, etc.) e a verdade é que era sempre por nos dar "trabalho". 

Isto de quererem fazer as coisas sozinhos é sinal de que o crescimento está a acontecer de uma forma normal e que querem aprender coisas novas, rumo a independência, que são seres curiosos. Claro que nem sempre é possível deixá-los fazer tudo - depende da idade, por exemplo, mas também depende do espaço.

É aqui onde entra a minha curiosidade por Montessori: de que forma poderei adaptar o espaço de maneira a não me enervar se ela se sujar toda a comer sozinha ou se quiser esborrachar um bróculo na mão? O que preciso de lhe "mostrar" antes de a deixar partir na aventura desamparada? O que depende de mim para lhe facilitar (não a tarefa), mas a aprendizagem? 

Sabiam que foi Montessori a pensar na criação de mobiliário adequado à estatura das crianças? Parece-me ter sido importante. É algo que ando a estudar e que, sinceramente, me tem ajudado a compreender a minha filha. Isto é, baseando-me mais na observação do que a move, do que a faz feliz e de como poderei fazer parte do processo, fazendo com que ela aprenda melhor. 

No dia do workshop comeu na mesa dela. Adorou. Não é pratica que queiramos que se torne rotina porque gostamos de comer juntos, mas foi especial para ela. "Parece crescida!". E para mim também foi importante para ver o que é que afinal ela conseguia fazer sem que eu estivesse sempre tipo abutre a dizer que ela não é capaz, que vai sujar tudo ou "que se faz assim". 







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domingo, 12 de março de 2017

Tenho saudades, pá!

De vez em quando ainda me assalta uma espécie de reality check. Numa de "como é que isto aconteceu?" "tenho uma miúda a chamar-me de mãe".  Acho que o luto da nossa vida PP (pré-putos) demorará ainda algum tempo a fazer - mais numas pessoas do que noutras, é certo. A mim custou muito o dia do falecimento e os meses seguintes e, aos poucos, tem sido menos doloroso. Acho que só agora estarei num período mais equilibrado para reflectir sobre o rumo da minha vida, etc.

Tenho saudades, pá!

-> Tenho saudades de acordar depois de dormir, tanto, mas tanto que nem sabia bem se era sábado ou domingo. 

-> Saudades de chegar a casa e de me deitar no sofá, a fumar e a comer flocos de neve. 

-> Tomar banho sem ninguém me interromper. 



-> Não ter de ir às compras e passar semanas só com um pacote de Chocapics em casa.



-> Não vir para casa depois do trabalho e, se calhar, só chegar lá para as tantas. 

-> Poder ser mais espontânea sem preocupações. É para ir jantar fora daqui a 15 minutos? Estou pronta.

-> Saudades de poder arrumar coisas quando me apetecer sem que estas fiquem ainda mais desarrumadas imediatamente a seguir. 

-> Saudades de poder falar ao telefone em paz - que nunca gostei mas que, às vezes, dá jeito. 



-> Saudades de adormecer à tarde e babar-me no sofá até ser noite.


-> Saudades de me sentir 100% livre para fazer o que me apetecer ao fim-de-semana, mesmo que isso implique passar o dia inteiro a fazer coisas que só a mim me agradem. 

-> Saudades de poder cantar muito alto sem que ninguém me peça para eu parar.

-> Saudades de dançar tanto e fumar tanto numa sexta-feira à noite que, no sábado, acordava deitada com a minha melhor amiga e ambas ainda a expirar Camel. 

-> Poder comer pão de alho com queijo, pizza, gelado e ainda chocolate, se me apetecer a tarde toda sem ter que me preocupar com o exemplo. 



-> Conseguir ler quando me apetecer. 

-> Saudades que o tempo passe mais devagar sem parecer que tenho 2 empregos. 


Bem vistas as coisas não é só a vida PP, é também a vida PM. É normal que deixe saudades, não é? Tudo o que não temos, mas já tivemos, faz com que corramos um risco de idealizar e de parecer melhor do que o que temos agora.

Parece tudo parvo, mas a parte do dormir, aceitava de bom grado (e as outras também). 

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sexta-feira, 10 de março de 2017

Eu sou o Marcelo só que ninguém sabe (#07) Animais Excecionais




Por alguma razão é-me muito difícil acreditar que sou capaz de fazer coisas extraordinárias. Nunca pensei que editasse um livro, por exemplo. A verdade é que, tentei e consegui. Nunca pensei ir ao Você na TV falar sobre ele, mas a verdade é que tentei e consegui... 

A Filipa Costa também tentou e, juntamente com o Nuno Dionísio, não pararam até conseguirem concretizar o objectivo deles: editar um livro para crianças, com muito amor e carinho em cada página. Sente-se esse carinho. E eu, acima de tudo, sinto é que foi mais uma pessoa que trilhou o seu caminho e que conseguiu o que queria. 

Podem saber mais aqui

Força Filipa e Nuno <3 ;)

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