terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Nunca na vida pensei alguma vez mostrar isto ainda para mais na internet.

Onde? Onde é que já se viu uma blogger partilhar a sanita (eu digo retrete, mas também já percebi que não é assim tão comum) sem esta estar com uma caneca com letras douradas a dizer "sexy girl" ou "but first coffee".

Como vos contei no outro dia, iniciámos um desfralde trapalhão aqui por casa. E, como me apercebi que existe alguma aversão à sanita (passou a haver de um momento para o outro, não fazemos a mínima ideia da razão), tive uma ideia! Ou, como diz a Irene, "tive uma boa ideia!". 

Estavamos a ler um livro que me pareceu absurdo quando o comprei, mas que se tornou num dos preferidos da Irene e apercebi-me que também nós podíamos decorar a sanita para se tornar algo mais amigável, mais girly, mais fashion statement, mais plié, mais entourage, mais coq au vin

Peguei numas canetas da Tiger que são para desenhar nos vidros (aconselho MUITO) e fomos as duas decorar a retrete (pimbas!). Ela ficou muito feliz! E eu também (também me interessa esta parte). Como esta sanita é só dela, não tenho de me preocupar em ficar com morangos e melancias no lombo. 

Se vai dar resultado? Não sei. Não temos pressa, mas já foi giro :). 




A maneira mais agressiva de segurar canetas numa fotografia. Parece que vou assaltar alguém com os meus fracos dotes para EVT.

-> Outras coisas que comprei para a Irene e que gostei aqui

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Síndrome do ninho vazio. Já?

As mães têm um bocadinho de esquizofrenia. Ora estão desejosas de ter umas horas para si, sem terem de fazer todos os dias jantares e dar banhos, sair da rotina, ora, quando esse momento chega, ficam com uma espécie de síndrome do ninho vazio (que se aplica, claro, quando os filhos saem de casa para irem viver noutras, para estudar, trabalhar, casar, viver com o(a) namorado(a), sendo um sofrimento relacionado com a perda do papel da função de pai/mãe). 

Eu tenho este síndrome em doses pequeninas quando a minha filha de dois anos passa dois dias com os avós, tias e primas. Tenho saudades, pronto. Sinto a casa vazia, fico a pensar "se a Isabel estivesse aqui, não podia fazer este jantar", imagino-a a dançar na cozinha e a esmigalhar a irmã com beijos ou com umas bordoadas que às vezes lhe escapam das mãos, para de seguida pedir desculpa. Toda essa dinâmica já faz parte dos meus dias. Aposto que até a Luísa, com 9 meses, sente falta da irmã. Com esta mesma idade, estava eu e o David a caminho de Praga para 3 dias sem a Isabel e agora eu não me imagino a fazer o mesmo. Na verdade, gostámos imenso da cidade, mas ao fim de um dia já andávamos loucos cheios de saudades da miúda. Por isso, aquela coisa do "faz-nos bem tirar um tempo para nós" nem sempre se aplica e não se aplica definitivamente a todas as famílias. Cada uma terá o seu timing para dar esse passo.

Mas continuo a defender que lhe faz bem a ela. Que é bom criar estes laços com as primas, com os avós, brincar no campo, fazer bolos, ir à piscina, ir ver os animais, ter experiências diferentes com outras pessoas, para ir aprendendo, devagarinho, a ter de lidar com o facto de nem sempre estarmos por perto, criando outras defesas e alargando o leque de vínculos com outros adultos. Ainda não consegui deixá-la uma semana, mas assim dois, três dias, já consigo. E vem feliz. Cheia de coisas para contar. Vem mais crescida. E eu fico com o coração (ainda mais) a transbordar e pronta a matar todas as saudades.

A Isabel chega hoje. E eu mal posso esperar.


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A Mãe não veste Prada - #02

Aproveitámos um raro momento de calma no fim-de-semana e fomos à varanda de casa dos sogros, em Évora, tirar umas fotografias. 

Faz de conta que até foi o David quem sugeriu "minha Rainha, e que tal se imortalizássemos essa tua beleza inimitável numas fotografias que eu adoraria tirar? Perco-me em cada curva desse teu corpo e nesse sorris...". Não, não é convincente. 

Faz de conta que ele me respondeu com um "Até me arrepiei todo! Era mesmo isso que eu estava a pensar fazer, Joana, querida, bem melhor do que ver a minha série preferida". 

Esqueçam. Foi (é, quase sempre) arrancado a ferros, ao fim de dois ou três disparos já está a dizer que está bom (conhecem o género?), mas depois até gosta de ver o resultado final! Eu cá gosto de ser fotografada. :)

<3 Moço d'ouro este mê David. 
[psssssssit elogiem-no muito para ver se o hóme começa a fazer disto um hobby, pá ;)]


Olha que sítio confortável para me sentar! Metade do rabo fica a pender para o lado de fora e até podia ser que se quisesse suicidar, que eu agradecia, mas diz que só vai com o restante.









Estou a fechar tanto os olhinhos que mais um bocadinho e adormecia.
O hóme a dar-lhe com as fotos artísticas. Gostei.
Toda contente porque esta saia ficou por 8 euros numa loja a que não ia há anos (mas que a que gostei muito de voltar)

Acho que esta é a minha fotografia preferida.

Adoro aquele detalhe da blusa (e casa tão bem com as ramagens no padrão do casaco)

A saia tem uma cor giríssima mas pouco convencional, é um salmão-dourado lindo <3

A fingir que não quero mais ser fotografada.

Saia e casaco - Promod (saldos)
Top - Promod (nova colecção)
Ténis - Zara


Vejam aqui o look da semana passada:
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domingo, 26 de fevereiro de 2017

Como assim "fraldas, não!"?

Sabem quando nos enervamos quando estamos num momento em que queremos que a criatura se acalme e há sempre alguém que nem se lembra que são horas de ir dormir e acha que aquele é o momento adequado para fazer corridas ou lhe dar uma prenda? 

Esse alguém fui eu na sexta-feira. Parecemos todas prós e infalíveis a quem costumamos "sugerir coisas" mas depois, sem ninguém saber (no meu caso agora toda a gente fica a saber - menos o meu marido que ele não lê o blog, diz ele) cometemos esses erros também?

Na sexta-feira, com a Irene extremamente cansada do Carnaval da escola (onde não houve lugar para sesta e, portanto, fui buscá-la drasticamente mais cedo), mostrei-lhe que lhe tinha comprado três pares de cuecas giras. Era só isso. Queria só ter as cuecas para quando fosse apropriado para ela experimentar. Não foi para pressionar, não foi para negociar, não foi mesmo. Eu dir-vos-ia. Ao Frederico talvez não, mas a vocês diria. 

Cheia de sono saiu-lhe algo como uma birra enorme para vestir as cuecas e aí pus as mãos à cabeça: "toda a gente diz que é um processo que quando se começa, não se pode voltar atrás", "é inverno e quando ela fizer xixi pelas pernas abaixo vai ser mais complicado", "ela odeia a sanita", "ela só faz cocó na fralda nunca aceita sanita", ... 

Depois pensei: "ela quer, Joana!". Péssimo timing, claro, mas assim foi. Desde sexta-feira que a Irene a par de estar novamente com uma virose qualquer (deitei-a agora com uns 38º) está a experimentar o que é ter o pipi menos almofadado. Estou toda contente por agora ela ter aquilo mais ao ar. Sempre me meteu um pouco de impressão o possível micro-clima das fraldas. Blergh.

Imagem We Heart It


Como tem um alergia qualquer à sanita, pus o penico (o Frederico e a minha sogra odeiam "penico" e dizem "bacio", vocês também?) na sala e sugeri que ela se despisse sozinha para fazer xixi quando quisesse para eu não estar sempre a martirizá-la para fazer xixi. Ficando, claro, calmamente em pânico por ela poder estar a segurar o xixi por algum motivo e ficar com uma infecção urinária. É uma maravilha a minha cabeça, não é? 

Correu bem a primeira e a segunda. A terceira nem por isso, mas sem ralhetes. "Não faz mal" - dizia ela. 

Não, filha. Não faz. Claro que não faz. A nossa vizinha tem é de ter o fato do Marshall de volta sem xixi, mas a mãe trata disso (sorry, Ana <3).

Dorme com fralda à noite, dorme com fralda à tarde. E agora estou para ver com vai ser na escola com tantas distracções. Segui o timing dela (com uma oferta inesperada de roupa interior à mistura, é verdade). Vamos ver como corre. 

Fala-se muito dos bitaites da malta em relação à amamentação e ao desmame, mas olhem que com as fraldas é a mesma coisa. A miúda faz 3 anos em breve e desde o primeiro ano que sinto pressão de todos os lados apesar da minha crença ser "ninguém vai de fraldas para a faculdade" (a não ser se calhar aquelas universidades geriátricas, aí acho que há quem vá e agradece-se). 

Agora... se adoro vê-la de cuecas? E aqueles rabinhos de quem já se acha pessoa? 

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Agora fui eu a vítima.

Vejam. ;)



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Trocou-me as voltas...

... e afinal já não queria mais ir mascarada de borboleta-fada.


Ontem, quando a fui buscar à escola, cruzei-me com a educadora que me informou que a Irene estava convencida que ia mascarada de pirata. Ora bem, ela realmente tinha pedido para ir de pirata e a mãe, que já tinha tudo alinhavado e máscara preparada, disse que "um dia ia", "para o ano". A rapariga de 3 anos não entende bem ainda a noção de tempo. Tanto que diz "ontem a Necas dizia lélélélé" e a Necas já não diz lélélé desde os 5 meses. A educadora dela disse "não consegue safar nada em casa?". E eu pensei: não. Depois da ideia assentar... achei que até conseguia e... foi este o resultado: 





Uma fita minha da Claire's de quando eu achava que era pin-up. Um pseudo xaile meu todo de algodão de há uma década da Zara. Umas calças às riscas brancas e pretas da nova colecção que a Avó Celina deu e depois tintas na cara que claramente ainda não tinham secado. Foi contente. Agradeceu-me. Deu-me um beijinho na perna e assim já foi brincar como o pirata que acha que é.

Nem sei bem se ela sabe o que é um pirata, mas tentei dar umas luzes!

Para o ano vou esperar pelo dia anterior antes de garantir máscaras...

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Amamentação: ultrapassei, com a 2a filha, o tempo da 1a!


Era um dos meus objectivos, assim que engravidei da segunda filha: ultrapassar o tempo em que amamentei a primeira: 9 meses. A Isabel fez um falso desmame que eu não consegui reverter, mesmo depois de muita ajuda (de que já falei em vários posts, procurem aqui).

Dou maminha muitas vezes durante o dia - não sei quantas, que não conto (e também durante a noite, coisa a que fui praticamente poupada nos 6 primeiros meses), mas até agora, não tem sido penoso, muito pelo contrário. A única coisa de que me vou queixando neste momento é de fazer piscinas, à noite, entre filhas - a Isabel só quer a mãe no quarto dela à noite e a Luísa nem sempre acalma só com o colo do pai -, mas como ando numa fase boa e optimista, nem isso me tem tirado o sono (ah ah ah). Hoje estávamos sem o pai e dormimos as três na mesma cama e foi maravilhoso [a Isabel aceitou o meu convite e veio dormir no meu quarto].

Fiz muita coisa diferente agora nesta segunda volta, aproveito tudo muito melhor, e estou a adorar amamentar. Tinha muitas saudades. Não sei quanto tempo teremos pela frente, não estabeleço grandes metas, mas gostava que fosse tudo muito natural e sem grandes stresses. Espero que cheguemos longe, mas sinceramente não queria chegar ao ponto de estar muito cansada e de não me apetecer mais. Era óptimo se estivéssemos sempre em sintonia e que este namoro acabasse quando ambas quiséssemos. Veremos. 


adoro a fotografia, mas o papel ali a descolar faz-me tremelicar de um olho ;)

depois disto, claro que me puxou o nariz, o lábio superior e fez-me 2 mil arranhões na cara. mas as festinhas no peito compensam.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Mas por que é que lhes continuamos a dar papas com açúcar?

Ontem comprovei, mais uma vez, que não faz sentido o sucesso das papas de compra que se vêem pelos supermercados, para bebés, a partir dos 4 ou 6 meses (atenção que o recomendado pela OMS e outras instituições é os bebés fazerem, salvo raras excepções, leite materno, ou de fórmula, até aos 6 meses e só depois ser introduzida a alimentação complementar). Fico até surpreendida em como somos levadas na cantiga, como é que é o que os pediatras ainda sugerem, e nós vamos atrás e compramos. Eu comprei muitas vezes nutriben, cerelacs e afins cá para casa, mas já me deixei disso definitivamente. A Isabel até já distinguia a "Celelác" daquela a que chamávamos "papa boa", que era a papa de aveia, só para terem noção. Até que deixámos mesmo de oferecer papas com açúcar adicionado e, além de sabermos que lhe estávamos a proporcionar refeições mais nutritivas e saudáveis, começámos a fazer contas. É muito mais barato fazer papas caseiras.

Um pacote de 500g de flocos de aveia, por exemplo, custa 70 cêntimos e qualquer coisa e rende para uma semana, a ser usado não só em papas como também em bolachas ou crepes. E é tão fácil fazer, tanto no microondas como num tacho, além de dar para fazer só dia sim, dia não, e guardar no frigorífico ou até mesmo congelar, deixando a descongelar na véspera para a manhã seguinte.

E as possibilidades de combinação e sabores? Infinitas! Esmagar uma banana na hora e acrescentar, triturar manga, fazer puré de maçã, de pêra, deixar pedaços de fruta maiores, ralar cenoura e deixar cozinhar um bocado (aprendi esta com a Catarina Beato), pôr alfarroba, que muda completamente o sabor, cereais puff por cima, sementes, polvilhar com canela, raspas de limão, enfim... todos os dias é possível mudar sabores, ingredientes e nutrientes! Até já lhe cheguei a fazer um jantar só de papa (porque avaliei e vi que estava morta de sono, para "despachar") e acrescentei um ovo e ficou mesmo boa.

No caso da Luísa, de 8 meses, não lhe dou papas (estamos a fazer BLW), mas quando começar a comer com colher, tenho a certeza de que farei, tal como faço com a Isabel. Por agora ponho a mistura de uma banana esmagada, com um ovo e aveia numa frigideira e faço panquecas que ela come à mão (e adora).

Por aqui somos fãs de aveia (e fazemos com leite vegetal ou de vaca), mas também já fizemos com farinha de espelta, por exemplo, e há mil outras opções: farinha de milho, millet, arroz, quinoa, trigo sarraceno... a que basta adicionar água quente e uma (ou várias) frutas que ficam uma papa deliciosa (a última que fiz para a Isabel era de espelta com banana esmagada e manga e garanto-vos que estava deliciosa e fiz em 3 minutos). 
Li algures uma mãe dizer que cozia a fruta (maçã, pêra) e usava a mesma água da cozedura para misturar nos cereais, o que lhe dava ainda um sabor mais intenso e docinho. Excelente ideia.

Por isso, aconselho-vos papas caseiras. Se tiver de ser de compra (ou quiserem ter sempre uma à mão, comprem então Holle, à venda nos Celeiros desta vida, que não têm adição de açúcar [foram as primeiras que comprámos para a Isabel, por acaso, mas depois desvirtuámos]).

Garanto-vos que são rápidas e fáceis de fazer. Vão por mim.

imagem WeHeartIt
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Porquê treinar e não enfardar bolachas?

Tenho partilhado convosco, embora com alguma calma, o meu entusiasmo pelo fitness. Não foi por ter visto demasiadas miúdas abaixo dos 20 no instagram com altas rabos e me ter deprimido que fui treinar. Foi uma espécie de grito meu. Precisava disto. Precisava mesmo. Porquê?

- Farta do Casa - Trabalho

Precisava de mais qualquer coisa do que estar sempre focada em mini-tarefas. 

Uma publicação partilhada por Joana Gama (@joanagama) a

- Gestão de stress

É meu objectivo tentar melhorar-me todos os dias, reparei que não tinha nenhum momento ao longo do dia em que pudesse deixar sair as minhas emoções mais negativas. Nem que seja por não ter tempo a sós. 

- Tempo a sós

Apesar de treinar duas vezes com O Melhor PT do Mundo, treino outras duas por semana sozinha. Precisava muito de voltar a ouvir música e de não estar a falar com ninguém. Tenho muita pressão em cima e é crucial ter este "voltar à base". 

- Gratidão

Consigo sentir-me mais grata pela minha vida. Sinto que consigo saborear melhor as coisas boas e estar mais disponível para criar oportunidades positivas para mim e para a minha família. 

- Auto-estima

Sinto-me capaz de tudo. Venci a inércia. Estou forte e organizada e focada, mas divertida. 

Uma publicação partilhada por Joana Gama (@joanagama) a


- Satisfeita comigo

Diferente de auto-estima. Sinto que estou a fazer um bom trabalho por mim e isso reflecte-se na minha relação com os outros. Até com a Irene. 



As bolachas não me davam nada disto, antes pelo contrário... Só custa começar a sério!

'Bora treinar?

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Ainda sobre o Capuchinho Vermelho

Há um jogo de que todos gostamos cá em casa, do Capuchinho Vermelho, em que temos de encontrar os pares. Podem encontrá-lo aqui. Além do típico jogo da memória, podemos contar a história com as peças, pô-las por ordem cronológica, inventar histórias alternativas, fazer torres com as peças, basta puxar pela imaginação. Ainda por cima é em madeirinha, como eu gosto. <3






Lanche com o lobo

Os saquinhos do chá (foto acima) e estas quatro bolachinhas são da Vera, do Eu, ele, a Maria e o Miguel <3


Sessão da Capuchinho completa: aqui. <3


Jogo Capuchinho - Catavento
Fato de carnaval - Imaginarium
Cesta - Tiger

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Não quero saber o que possam dizer: ganhei.

E fico contente com esta minha reacção. Eu vou para casa com a bicicleta (até podia que é perto) e vocês continuam na vossa vidinha sem se interrogarem grandemente porque é que faço de tudo uma competição, nem que seja a fingir. 

Ontem mostrei-vos o disfarce da Irene para este Carnaval, aqui. Hoje mostro-vos dois meus (que a minha mãe e avó deverão ter escolhido, pelo menos o primeiro, digo eu) e que eu acho que roubam a atenção das duas miúdas mais graúdas do blog. 

Ora, a desfilar na passarela temos, para começar, a MINHOTA meio DARTH VADER: 

Honestamente? Esta escola poderá ter sido em qualquer parte do país. Sou mais viajada (cá dentro) que o Cavaleiro da Dinamarca (se calhar tenho de ler qualquer coisa para as minhas referências literárias não serem do 5º ano). Já viram bem a chatice que deveria ser vestir aquele colete? Andar com o véu o dia inteiro a pesar a cabeça? Andar com correntinhas que dúvido que fossem de ouro (ou talvez fossem para equilibrar o véu) e não ser assaltada por aqueles bandidos lá atrás?


Logo depois da MINHOTA DARTH VADER temos a CAROCHINHA que PODIA SER UMA TOALHA DE MESA: 


Acho que a minha mãe me pintava sardas ou um sinal preto na bocheca e fazia um risco nos olhos. Ia toda vaidosona nestes dias por ir maquilhada... Tenho boas reecordações. Muito boas. O livro da Carochinha é um dos livros mais importantes para nós as duas. A minha mãe ainda o tem guardado (ela guarda muita coisa) na cómoda da sala (onde também guardava os isqueiros que me confiscava haha).
Talvez devêssemos ter conjugado a Carochinha também ali na mistura Darth de Melgaço e ficaria ainda mais bombástico. Lembrar-me destas coisas dá-me ainda mais vontade (quando a Irene era pequenina, dizia não compreender a emoção do Carnaval) de alinhar na brincadeira. Um dia ela vai ver que foi uma fada na floresta. Ou, para o ano, talvez um Darth Mocho ou algo do género.

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Raio de Carnaval, já me enervaste(s)

Até podia dizer que nunca tinha sido muito fã do Carnaval. É mentira. Tenho fotografias minhas vestida de minhota com uma máscara de Veneza e outras de Carochinha (vou mostrar-vos amanhã - ui, o suspense) e lembro-me muito bem dessa máscara de Carochinha.

Como vos mostrei aqui (um vídeo com 4 dicas para o Carnaval dos mais novos), a Irene decidiu mascarar-se de fada/borboleta (pelo menos até à altura do vídeo) e assim foi. Obviamente que assim que viu o tal vídeo, a Joana Bandeira do agora The Love Project  antes era Love Lab mas assim pôde registar a marca começou logo a salivar e a imaginar o cenário, a edição, tudo. Não me largou até que cedesse (a brincar, já não preciso de ser tão convencida, ando a adorar cada vez mais isto das sessões fotográficas). 

Na sexta-feira passada lá fomos para uma sessão da fada/borboleta no bosque. E... aqui está a magia :) A Joana Paixão Brás deve ter meio avcêzito por ela ter ido com os ténis que queria e com calças de fato-de-treino, mas eu sofri muito por só poder usar ténis nos dias de educação física! Nem sei quanto de mim adorava educação física por ser o dia em que podia calçar as minhas botas Nike :)

Bom, o resultado? Maravilhoso. Gosto muito de escrever, desde sempre. Estas fotos dão-me vontade de inventar histórias bonitas e felizes e mágicas, o que já não é tão meu costume. E - aqui entre nós - isto foi enquanto os 40 filhos da Joana Bandeira andavam a brincar com a Irene e com as bolinhas de sabão (somos amigas, ela não vai levar os filhotes para as sessões, don't worry). Sentem o mesmo? 

Ah! As asas ficaram postas ao contrário. Até podia dizer que foi mais uma coisa que a Irene fez questão, mas não. Fui eu que fui totó e a Joana também achou "muito bem, sim senhora".  Ahah 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Coisinhas que possam ter achado giras: 

Fato de fada/borboleta - Imaginarium

Camisola aos corações - Vertbaudet

Ganchinho - Lemon Hair Lovers 

Casaco polar (ninguém acha giro, mas é útil ahah) - Decathlon

Coisinhas que recomendo que vejam: 




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A Mãe não veste Prada - #01

Ora pois que agora também nos deu para aqui. Podia ter-nos dado para algo pior, uma rubrica sobre pneumático ou bricolage. A verdade é que ando toda vaidosona, agora que comecei a comer melhor e até a correr (quem diria?!!) e que passei a caber num 38 (elástico, mas shiuuuuuuu, já é bem bom!) e a outra agora é toda do fitness, a treinar 4 vezes por semana, e qualquer dia também há-de querer aparecer aqui, que eu sei.
Tirando um casaco de inverno, acho que há bem mais de um ano que não comprava nada para mim e na semana passada tomei-lhe o gosto. A Mãe não veste Prada, que a Mãe tem 392827 fraldas para comprar, mas até se veste bem. Às vezes.

Olhar para o horizonte e fingir que se está a andar (sim, que eu já papei - e papo - muita Pipoca e Stylista, não ando aqui a brincar) ;)
Pronto, parece que tive ali uma trombosezita no braço, mas ninguém vê.


Faz de conta que não estou a imitar uma fotografia da Joana Gama, aqui, e que até sou engraçadinha.
Na verdade, comi uma dourada e até tinha perguntado à senhora do restaurante se as batatas doces eram fritas em azeite, mas depois espetei-lhe com metade de um brigadeiro de tacho no bucho. <3
Ai tão divertida que eu estou que até mostro metade da gengive, como dizem certas e determinadas 'ssoas.


Encostada à parede, confiante, à espera do 708. Super verosímil.
Adoro, adoro, adoro. Nada a apontar.

Coisa mai' boa de filha que um dia chega aos 1.74 da mãe e eu choro. E mirro.
 
Túnica mãe - Bastidor Colorido
Calças e ténis - Zara
 
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