quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A mãe sugere - Quarto dos miúdos (#04)

Tenho de parar com isto. Ainda se me pagassem pelas horas que passo a ver decoração de quartos de criança!... Bem, deve haver vícios piores. 


Coisas que eu adoro: 

- a estrutura em forma de casinha nas camas: fica mesmo lindo! 

- os tons claros, pastel, que dão aos quartos uma suavidade que me agrada muito

-  autocolantes de gelados, gotas de chuva, bolinhas são a prova de que nem é preciso pôr papel de parede para dar um ar diferente às divisões

- pormenores na parede: bandeirolas, quadros, ilustrações coladas apenas com fita adesiva colorida

- as almofadas e os bonecos com um toque vintage


















* imagens do Pinterest.

Sugestões de quartos para menino, aqui.

Sugestões de quartos para irmãos, aqui.

Sugestões de quartos de menina cheios de cor, aqui.

E quando eles só fazem disparates?!

A Isabel está doente, por isso fiquei em casa com ela hoje. Não me parece grave, tirando o facto de, cada vez que tosse, parecer que vai cuspir o rio Nilo, mas em ranho. As saudades que eu tinha... Enfim, mas hoje está bem-disposta e sem febre, que é o que se quer. Cada coisa de sua vez. 

Mas não é sobre isso que vos quero falar hoje. É sobre a quantidade de disparates que eles já são capazes de fazer com apenas 18 meses. Ainda bem, é sinal de que são curiosos, exploram e experimentam. Também é verdade que se lhe ensinamos a meter fraldas no caixote de lixo e a roupa suja na máquina de lavar não poderíamos esperar que corresse sempre bem a distribuição e que não fossemos descobrir livros na máquina e brinquedos a conviver com fraldas com 3 litros de xixi. Há puzzles de madeira que ficaram incompletos e enquanto não der sumiço às chaves de casa e coisas que tal, até é melhor ficarmos contentes.

Mas... hoje, hoje... hoje fui dar com o pinguim dentro da sanita. Levantou a tampa e voilá. Ainda lhe perguntei: “Isabel, o pinguim na sanita?” Respondeu: “Cocó”. Há necessidades inadiáveis.

Alguém quer comprar?

A minha filha já pinta com aguarelas. Que maravilha!

Foi mais uma daquelas ideias que o Frederico acenou com a cabeça numa de: "Joana... ela tem 18 meses", mas já deu para se divertir e para pedir para repetir. 

Acho giro ("mas não és tu quem tem de achar, é a Irene") para ela, para variar dos lápis de cera e das esferográficas. Ponho-lhe umas gotinhas de água numa tampa dos copos da Avent (que a primeira vez que tentei abrir, demorei sensivelmente 15 dias) e ela lá molha o pincel na água e depois nas cores e depois na cara e depois nas cores e depois nos dedos e depois no papel e depois em Barcelos.

Não é para vender os desenhos dela, nem os meus venderia, mas... se alguém estiver interessado...

Mais alguma ideia para as nossas actividades matinais (que, em breve, irão acabar e quero encher a cabeça do pai de ideias para a miúda não ficar com a destreza mental de uma anémona)?






terça-feira, 29 de setembro de 2015

O meu tio é o maior!

Quando o vejo, primeiro fico envergonhada e começo a espalhar-lhe charme com os meus trejeitos tímidos. A minha mãe acha que eu estou a fazer número e se calhar até estou mesmo, à espera que ele me encha de beijinhos que picam e que me faça cócegas. Primeiro, faço-me de difícil mas, nem cinco minutos depois, lá me deixo render e dou gargalhadas com os disparates que ele faz. Gosto muito do tio Frederico. A minha mãe também e tem muito orgulho no homem crescido, amável e responsável em que ele se tornou.





E, senhoras que perguntaram aqui da última vez - suas descaradas! - não, o meu tio não está disponível. Tirem daqui essas unhas afiadas. :) Mas podem sempre ir confirmar a simpatia e o profissionalismo do moço ao restaurante Tapa Bucho, que é BBB - bom, bonito e barato (mas depois não se venham queixar de que ficam umas gordalhufas, como a minha mamã linda. É que é mesmo linda. Linda, linda, lin... Já chega.)

Ass: Isabel

Vão estar mulheres a amamentar durante uma semana no Oeiras Parque!

(vão mesmo, esperem!)

A amamentação é dos assuntos mais polémicos da maternidade, acho que não pelas evidências, mas por toda a questão emocional que traz agarrada. 

Não só pela mulher estar numa das fases mais frágeis da sua vida, mas também por ser algo que deixou de ser tão fácil para nós, que deixou de ser "inato". 

Parece que temos de voltar a reintroduzir a amamentação na realidade da maternidade e, quando for normal, não haverá tantos problemas, sejam eles induzidos por inseguranças e receios ou por haver falta de informação/interesse das pessoas que deveriam prestar-nos mais apoio e que fariam maior diferença. 

A Semana do Aleitamento Materno servirá para essa missão, para aquela palavra que já estamos tão acostumados ouvir: "sensibilização". 

Começa neste sábado e vai até dia 11 de Outubro (parece ser mais do que uma semana, mas não estou para fazer contas).

O convite chegou-me por e-mail e consiste numa Exposição Fotográfica (no Oeiras Parque) de mulheres a amamentar (pela fotógrafa Raquel Lopes), inaugurada no primeiro dia desta semana e culmina numa palestra sobre os benefícios do aleitamento materno prolongado, a preparação do regresso ao trabalho da mãe lactante e o testemunho duma mãe trabalhadora. Palestra essa que será, então, dia 11, pelas 15h30 na FNAC, também no Oeiras Parque (vão estar mães a amamentar expostas no meio do Oeiras Parque, que giro!).

Ficam aqui os flyers do evento que são melhores que eu  passar informação de forma sintética ;)

Quero só dizer que acho uma óptima iniciativa e muito incisiva nos pontos mais cruciais.

Espero  que um dia, também possamos começar em dar apoio às mães que tentaram amamentar e que não conseguiram, seja por que motivo tenha sido. Cada vez mais encontro mães que não conseguem estar em paz com isso, mesmo depois de anos e anos. O nosso foco deverá estar igualmente distribuído pela saúde do bebé e da mãe, pelos direitos do bebé e pelos direitos da mãe/mulher (que, para mim, não há separação, por não achar que se é mãe nuns momentos e mulher noutros).

Espalhem a palavra desta iniciativa!



Como fazer uma sessão fotográfica bem pirosa

Nada como uma sessão fotográfica caseira para termos, aqui em casa, um belo de um fartote de riso. Apontem bem as seguintes dicas, se quiserem alcançar um nível de bimbalhice fotográfica nunca antes vista.


1) O vosso bebé tem de ficar em tronco nu. Só porque sim.



2) Espetem-lhe um gorro na cabeça e umas meias. Sim, porque faz todo o sentido estar de tronco nu mas, de resto, bem protegido contra o frio, não vá constipar-se.




3. Arranjem objectos com um toque vintage, como um telefone antigo. Se tiverem uns colares de pérolas aí por casa, também serve. 




4. Depois peçam-lhes para fazer um ar de "o telefone não toca. Estou à espera da chamada da minha vida. Ai (suspiro)."



4. Decidam trocar de gorro, só porque querem variar, e decidam-se por um que fique com um ar ali a puxar para o arrumador de carros ou, já sei, para os ladrões do Sozinho em Casa.




5. Como se os adereços não bastassem, arranjem mais. Umas flores, com mais plástico que um pneu, compõem muito bem o cenário. 




Não sei o que nos passou pela cabeça, mas ainda bem que isto aconteceu, há um ano. E sim, na altura eu tinha noção da bimbalhice que para aqui ia, mas divertimo-nos. (Um enorme beijo de saudades, Sofia!). Só espero que a Isabelinha nos perdoe.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Antes de ser mãe não imaginava...

Antes de ser mãe não imaginava...





  • que fosse adorar o cheiro a cocó do bebé. - Sim, do bebé. Importante dizer de quem, para não haver mal entendidos. Não ficamos loucas por cocó no geral. Não começa a ser um fetiche e começamos a querer chafurdar-nos nuas na areia dos gatos. Gostamos quando eles fazem cocó (já sei que nem todas) e, principalmente quando não comem peixe e ainda estão a leitinho, o cheiro é bom. Cheira a iogurte.

  • que me passasse o mau feitio de ser acordada tão cedo. - Ser acordada às 5h da manhã e não ser mais ordinária ainda que o Fernando Rocha? Ou ter uma cara de tão mau feitio quanto o Miguel Sousa Tavares quando lhe falta o tabaco? Só mesmo com uma criança e minha. Se fosse a criança do vizinho, talvez me tentasse espetar contra os botões do fogão.

  • que fosse passar a adorar andar. - Eu? Andar? Ui. Até no trabalho designávamos uma pessoa para ir buscar o almoço de todos ou, então, eu nem ia almoçar só para não ter que andar uns metros. Agora é maravilhoso. Calma, não "maravilhoso" como aquela primeira sensação de que emagrecemos quando experimentamos umas calças de ganga e nos ficam mais largas, mas aquele "maravilhoso" de... "olha... não morri!".

  • que fosse passar a ter tanta fruta e vegetais em casa. - As minhas refeições resumiam-se a cereais (porquê "cereais" e não assumir logo Chocapic?) ou a Bolas de Neve ou a um bife de frango/perú (nunca os consegui distinguir até estarem descongelados) com imensa massa. De repente, tenho pêssego, manga, courgete, abóbora, gengibre em casa. O meu frigorífico está em choque.  Não tanto quanto todas as esteticistas nacionais com o bigodinho da Mariana Mortágua (e não é que também se nota no cartaz? É um statement? Percebo pouco de política...).

  • que achasse graça ter alguém a chamar o meu nome 43 vezes num minuto. - Ui! Se fosse um colega de trabalho a fazer-me isso, era espetar logo com metade de um bloco a3 de papel cavalinho pelo esfíncter anal (ou outro qualquer à escolha) acima ou abaixo, depende se estiver a fazer o pino ou não. 

  • que fosse por as minhas mamas de fora na rua. - Nunca tinha feito topless, muito à conta de ter umas mamas assim para o feiosas. Digamos que não me punham num calendário do barbeiro sem ser vestida com um kispo da Duffy. Agora, não quero saber. Mesmo quando a Irene não está em casa, faço questão de andar com as mamas de fora, fico mais fresca. A verdade é que, amamentando, não sinto que esteja a despir-me, sinto que estou a alimentar a minha cria. Nem me lembro que são as minhas mamas. Até porque já não o são. Digamos que são... as suas vizinhas de baixo. Muito de baixo.

  • que fosse ter sempre uma pessoa a todas as horas na minha cabeça.  - E que essa pessoa não fosse a filha da "dona" da Zara que deve ter um armário do caraças. Passa a ser uma constante no nosso cérebro. Somos nós mais um bocadinho, não parece ainda ser separado de nós. É incrível. É como se fosse um furúnculo, mas mais amoroso e sem nada a ver. 

  • que voltasse a querer estar grávida um dia. - Mesmo depois das últimas semanas tãaaao chatas do final da gravidez, mesmo depois de estar prestes a rebentar, das dores, dos xixis, das contracções, do parto, das noites mal dormidas, das preocupações, do cabelo a cair, dos pontos no pipi, do baby blues, das crises de choro, das crises de cansaço... querer repetir tudo e acreditar ser capaz de ser ainda mais feliz. 

O resto já imaginava. Não tão bom, mas imaginava. :)

Chamei um miúdo à atenção e o pai dele ouviu...

Estávamos os três no parque . A Isabel subiu, para poder descer no escorrega. Lá em cima, agarrado a uma espécie de volante que gira, estava um miúdo com uns dois anos. Empurrou-a de tal forma que ela caiu e bateu com a cabeça. Começou a chorar daquela forma em que prendem o choro, ficam sem ar, e que nos aperta o coração. Peguei-a logo ao colo e eu e o pai começámos a tentar acalmá-la. 

Disse ao miúdo, de forma calma e sem levantar a voz, encarando-o como se fosse o meu filho mais velho: "Não se empurra, está bem? Depois a bebé cai, faz dói-dói e chora muito. Não se empurra ninguém." 

O pai dele, que estava a ver qualquer coisa no telemóvel, ouviu (não era a minha intenção) e perguntou-me se tinha sido ele. Anui. 

"Vem cá. Não se bate". Palmada. "Não se faz isso. És feio. És mau." Palmada. Miúdo a chorar, Isabel, que já se estava a acalmar, desata a chorar outra vez.
"Olhe - disse-lhe - faz parte desta fase do crescimento deles, são muito egocêntricos, não medem bem as acções, já passou, não foi Isabel?"
"Pois, mas ele é mau. És feio. Vamos embora se não pedes desculpa".
Mais choro.
"Dá uma festinha, pronto Isabel, o menino é amigo".
"Não pedes desculpa, vamos embora."

E foram. 

Não percebi muito bem, fiquei meia perdida no meio daquilo tudo. Palmada para se explicar que não se bate? Sou contra. Ele não é feio, nem mau, teve uma atitude errada, que não se faz, mas que não sei até que ponto ele conseguirá controlar. Haver uma consequência para o acto dele (privá-lo de estar ali), por um lado, não me pareceu totalmente errado, há uma relação causa-efeito no meio de tudo aquilo. Mas, por outro lado, também não me parece que ele tivesse maturidade suficiente para saber pedir desculpa. Acabou por haver ali uma exigência/ameaça que, a meu ver, não lhe dava uma segunda oportunidade. O destino estava traçado, logo não me pareceu justo. Já estava condenado a ir embora do parque. Fiquei tristonha por ele, confesso, e por momentos até me arrependi de o ter repreendido. Mas serviu, pelo menos, para uma coisa: debater o assunto com o pai da Isabel.

O que acham vocês de tudo isto? "A família é que sabe", já sei! Mas sou chatinha e gosto de debater estes assuntos, estejam vocês perto da minha linha de pensamento ou no extremo oposto. Aprendo com todas as opiniões e experiências. Vá, digam lá o que fariam.

Nãoooooooooo!!!

1ª parte do não: 

Sonhei que partilhava o Angélico com a Rita Pereira. Éramos amigas e tudo e ela deixava-me ver o ipod dela. Tínhamos custódia partilhada do menino. Perdoem-me as fãs, mas nunca fui de achar o senhor muito sexy, não sei por que é que sonhei isto, mas pronto. Tenho de actualizar os meus sonhos que a Rita Pereira já não deve usar ipod (e o Angélico também não, de certeza). 


2ª parte do não: 

Tenho de ir dar as vacinas dos 18 meses à Irene. Andava a protelar outra vez (uma semana). Não gosto nada de ir. Ainda por cima agora que ela fica a tentar perceber o que aconteceu.  É sempre menos mau do que o que eu imagino, mas... ninguém gosta...

Num mundo onde já há tantas inovações, a serio que ainda não arranjaram maneira de tornar isto menos invasivo? Ou até as análises ao sangue? 

É assim tão notório que estou traumatizada? Pois (percebam porquê aqui). 

Para vocês é "na boa" porque sabem que estão a fazer "o bem"? 

domingo, 27 de setembro de 2015

"Vovó", disse ela...

O meu coração encheu-se e os meus olhos também.

A minha mãe está longe, mas sempre que pode vem ter com a neta. E sempre que não pode também. Nunca vi ninguém de fibra igual. Estava adoentada hoje - nada contagioso, claro - mas mesmo assim não deixou de se meter ao caminho para vir matar saudades. E teve um presente hoje. Ela ainda não sabe. Mas a Isabel no carro, a caminho de casa, disse "vovó". Em casa, quando estava a olhar para as fotografias repetiu, de forma mais atabalhoada, "uouó". 

Como se palavras fossem precisas. Não são. Os abraços, as festas, os saltinhos quando a vê... tudo isto me continua a comover. Limitei-me a tentar captar essa relação, feita de afectos, através da lente.










Obrigada mãe, por dares tanto de ti à Isabel. Sei que o que recebes em troca é maior ainda e te enche o coração por uma semana. Até ao próximo encontro!

sábado, 26 de setembro de 2015

Escrever um post ou fazer uma tarte de oreo com nutella?


Obviamente a segunda opção.
Já cheira bem!

Quando tiver tempo deixo-vos a receita. 

Andamos a aprontá-las!

Já estava na altura de termos uma sessão fofinha as quatro e aceitámos o convite da Joana do Love Lab. Agora é esperar pelo toque de magia da Joana Bandeira (sim, mais uma Joana!). Façam pressão para ela se despachar que estamos louca para ver o resultado! Sim, pressão, Joana! ;)

*estas fotos são minhas, não têm nada que ver com o talento da fotógrafa em questão, ok?  Por isso é que as minhas estão prontas em 30 min e as dela não. Fica só o... amuse bouche!






sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Graças às vossas sugestões...


Temos de ter cuidado com aquilo que aconselhamos aos outros porque as pessoas podem fazer o que lhes dizemos. No outro dia pedi-vos sugestões de jardins novos para irmos passear e acabei por ir ao do Campo Grande com a Irene. Já agora, aproveito para dizer que é uma enorme conquista para mim ter ido para o centro de Lisboa, com carro, com a Irene, sabendo que ia apanhar trânsito, não conhecendo o jardim... tudo. Estou contente por mim e pela Irene.

Fartamo-nos de andar e a Irene nem deu por isso. Estava entretida a apanhar folhas do chão, a cantar, dando-me a mão, chamando os patinhos assim mesmo (ela ontem disse patinhos pela primeira vez)... e senti uma cumplicidade diferente daquela que sinto todos os dias. 

Senti-a como boa companhia e não só como minha filha. Enquanto passeávamos as duas de mãos dadas em silêncio soube que nunca nenhuma nós alguma vez iria estar sozinha neste mundo. 

Ontem senti-me Mãe, mas mais um bocadinho de outra coisa. 










quinta-feira, 24 de setembro de 2015

E fraldas com desconto?

De certeza que já ouviram falar das "Fraldas com Desconto". Eu própria já tinha visto "por alto" em vários blogs, aparece-me frequentemente do lado direito no Facebook e, finalmente, decidi ir ver o que era.  Aparece lá: "o preço final final será fixado consoante a melhor proposta de desconto efectuada.". Isto é: quantos mais inscritas formos, maiores os descontos com vários parceiros. Por isso, isto quer dizer que se partilharmos com todas as mães que conhecermos, os descontos serão maiores. :)

Vamos a isso? Querem fraldas com desconto?

Depois de estarem inscritas, têm direito a vouchers de 50€ desconto para usar nas lojas Chicco em Setembro (ainda, sim), Outubro e Novembro e basta apresentá-los numa das lojas da Chicco para terem direito a 35% de desconto nas fraldas. Mas... Melga, ainda há mais! A DECO e a Chicco ainda oferecem 40% de desconto em produtos de higiene e beleza para as nossas criaturas do coração.

É carregar aqui (porque é assim que funciona isto dos links).

E sim, este texto foi aprovado pela DECO que eu cá não falo nas costas de ninguém sem que as pessoas em causa saibam :)